Chapter Text
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No, I may not be the same but I've got a heart of gold, yeah
Like a telephone
Connection ain't clear
But hold me in my soul
You gotta know
Yeah
The best of intentions
I lay at your feet
And I need you to see past the worst part of me
And I'm tired of taking my aim
When I keep on missing
There's gotta be a better way
There's gotta be a better way
Seems like every little word I say
Keeps getting twisted
Coming out wrong
So baby hold on
I'm tryin' to hit the mark
But I'm shooting with broken arrows
It's like I'm shooting with broken arrows
It's like I'm shooting with broken arrows
It's like I'm shooting with broken arrows
(Broken arrows)
Oliver Queen se inclinou contra a parede de metal do elevador de aço, pacientemente esperando os números dos andares mudarem a sua frente, indo para o último andar. Ele observou as diferentes pessoas que entravam, pessoas aleatórias, funcionários, todos com sorrisos gentis, assentindo ao reconhecer sua presença. Aos apenas 24 anos de idade, Oliver, o herdeiro do império das Consolidações Queen, trabalhava ao lado de seu pai, o CEO Robert Queen. Logo depois de terminar seu bacharelado em Economia na Universidade de Berkeley, ele logo se matriculou e recebeu seu MBA em Negócios, e assumiu a posição de Vice-Presidente das Consolidações Queen. Enquanto a maioria das pessoas ficariam assustadas e tentariam fugir para o mais longe e o mais rápido possível dos negócios da família – como o seu melhor amigo Tommy, herdeiro da Merlyn Global, por exemplo, que escolheu se mudar para Nova York e viver da sua herança por quanto tempo conseguisse – Oliver abraçou sua posição como VP. O fazia feliz ver o orgulho e confiança que seu pai tinha nele. Então sim, Oliver gostava do seu trabalho, e ele era muito bom no que fazia. Isso permitiu que seu pai planejasse uma aposentadoria precoce aos sessenta anos, uma data que aconteceria cinco anos à frente. Robert Queen planejou passar o resto de sua vida aproveitando seu tempo ao lado de sua esposa Moira Queen viajando pelo mundo. Talvez eles até se mudassem para a França ou algum lugar exótico. Eles poderiam ter a sua própria vinícola, e aproveitar os pequenos prazeres que a vida pode prover.
Enquanto as portas do elevador se abriam e se fechavam, pessoas entravam e saiam, mas apenas quando eles alcançaram o andar do Departamente de TI Oliver realmente começou a prestar atenção em quem entrava e saia da caixa de aço. Ele sentiu o cheiro do seu perfume antes mesmo de vê-la. Ela sempre cheirava como chuva e o mais delicioso aroma floral, como se tivesse andado por um jardim florido naquele instante. Oliver olhou para ela da cabeça aos pés, do cabelo loiro puxado para trás num rabo de cavalo alto, passando pelo profissional vestido branco, rosa e cinza-escuro com um padrão de bolinhas, até, finalmente, os scarpins fúcsia em seus pés.
Mais pessoas adentraram o elevador no andar seguinte, lentamente movendo o corpo dela para mais próximo do dele. Tão perto mais ao mesmo tempo tão longe. Seu aroma estava muito mais forte com tanta proximidade, e Oliver resistiu ao impulso de mover a sua mão e tocar a ponta do rabo de cavalo e ver se o cabelo era tão macio quanto aparentava. Quando alcançaram o andar seguinte, um dos ocupantes do elevador se moveu subitamente, como se tivesse esquecido que aquele era o seu andar. Isso por sua vez fez com que ela fosse empurrada na direção de Oliver, suas costas contra o seu peito.
- Desculpe. - Ela sussurrou imediatamente, girando a cabeça para olhar para ele com um sorriso apologético no lugar.
- Tudo bem, srta, Smoak. - Oliver respondeu com um pequeno sorriso, tentando não mostrar a reação instantânea do seu corpo à ela.
Ela se moveu para mais longe dele, seus corpos não se tocando em questão de centímetros. Oliver quase conseguia sentir o calor de seu corpo pelo pequeno espaço. E mesmo que o elevador estivesse cheio de conversas paralelas, eles permaneceram em silêncio pelos próximo oito andares. Conforme as pessoas deixavam o elevador, ela colocou uma distância respeitável entre os dois, até que fosse apenas ele, dois homens mais velhos e Felicity Smoak.
Quando Oliver alcançou o seu andar, ela foi quem saiu primeiro, segurando firmemente seu tablet e indo diretamente para a mesa da Sra. Anderson, a secretária de Robert Queen. Oliver a seguiu. Ele via em sua postura tensa, que Felicity claramente não havia gostado de ter sido tirada da segurança do seu escritório no Departamento de TI. Com uma última olhadela, Oliver se moveu lentamente em direção ao escritório de seu pai, observando enquanto este parecia estar numa ligação de negócios.
- Oliver. Como foi a sua reunião com Ray Palmer? - Robert perguntou, desviando o olhar do computado para Oliver, que se sentara na cadeira de couro branco a sua frente.
- Foi bem. Palmer parece realmente interessado na nossa Divisão de Ciências Aplicadas. Acho que esse acordo possa ser mais simples do que esperávamos. - Oliver disse, relembrando o quão preocupado seu pai estava sobre negociar com as Indústrias Palmer.
- Ótimo. Haverão benefícios para ambas as empresas se o acordo der certo. O projeto de energia limpa é vital para nós. Nós finalmente teremos uma chance de ultrapassar as Indústrias Wayne se unirmos forças com Palmer. - Robert disse, sua voz cansada. Havia sido um longo dia.
- Vai funcionar, pai. Eu tenho certeza.
- É melhor, inúmeros empregos dependem disso. Eu prefereria manter todas essas famílias alimentadas e vestidas. Quanto mais rápido nós conseguirmos esse acordo, mas rápido poderei ficar em paz. De qualquer forma, você está preparado para a nossa viagem para a Austrália amanhã? - Robert perguntou a ele, notando pelas paredes de vidro do seu escritório que Felicity Smoak estava sentada no braço de uma das poltronas lá fora. Ele quase se esqueceu que precisava da sua intervenção num projeto antes de partir na sua viagem de negócios.
- Sim, mas pai, eu não estou tão seguro sobre a AmerTek. Digo... eu sei que você quer conseguir contratos militares, mas algo não parece certo sobre esse acordo que querem fazer conosco. - Oliver admitiu, passando a mão pelo cabelo loiro. Um hábito de nervosismo que adquirira com o passar dos anos.
- Oliver, eu sei que você não confia neles, e, pra ser sincero, nem eu. Mas nós precisamos ir até lá e chechar a companhia antes de fazer qualquer julgamento ou decisão. Também sei que você preferiria estar focado no projeto de energia limpa ao invés do da indústria militar. Mas infelizmente a guerra faz muito dinheiro. - Robert disse, sabendo que seu filho ainda acreditava em trabalhar para transformar o mundo um lugar mais seguro e melhor. Oliver ainda era ingênuo o suficiente para acreditar que não havia necessidade em entrar nos negócios de guerra.
- Eu sei pai. Eu prometo que tentarei manter a mente aberta. - Oliver disse.
Eles foram interrompidos quando a Sra. Andrews se espreitou para dentro do escritório. “Sr. Queen, com licença. Felicity Smoak está aqui para vê-lo, como requisitou.”
- Obrigado, Karen. Peça para ela entrar, por favor. - Robert disse enquanto Oliver se virava para ver Felicity se aproximando do escritório.
- Srta. Smoak. - Robert a cumprimentou enquanto Felicity adentrava a sala.
- Sr. Queen. - Felicity disse olhando para Robert e em seguida para Oliver. - Sr. Queen.
- Srta. Smoak. – Oliver disse com um sorriso contido, observando o quão desconfortável ela parecia estar.
- Sr Queen, com o que posso ajudá-lo hoje? – Felicity perguntou segurando firmemente seu tablet, seus olhos rapidamente encontrando os de Oliver e se movendo em diração a Robert.
- Srta. Smoak, eu preciso da sua intervenção em alguns problemas técnicos que eu notei num programa que estamos desenvolvendo. Eu preciso resolver isso hoje antes que eu parta amanhã. Esse programa é parte de um dos projetos principais que vai nos custar muito dinheiro, então eu preciso dele inteiramente funcional antes que eu dê o sinal verde. É por isso que preciso da sua ajuda.
- Eu, senhor? Você não deveria pedir ao meu supervisor? – Ela respondeu rapidamente sem segurar a língua, se sentindo como uma idota por dizer isso na frente de Robert Queen.
Robert a deu um sorriso gentil que rivalizava com aquele que Oliver Queen usava frequentemente. – Já tratei disso, srta. Smoak. E também tenho consciência de que muitas das ideias para novos projetos e concepções do Departamento de TI tem vindo de você. Também sei que foi uma das melhoras da sua turma do MIT. Então eu acho que seja capaz o suficiente para me ajudar. Você não acha?
- Sim senhor. – Ela respondeu rapidamente, empurrando os óculos de volta pro lugar, num gesto de nervosismo.
- Ótimo. – Robert disse firmemente.
Nesse momento e telefone de Oliver apitou. Era uma mensagem de Tommy pedindo para encontrá-lo para um café e que estava esperando por ele em seu escritório.
- Eu tenho que ir, pai. - Oliver disse, se levantando da cadeira, interrompendo a discussão de Robert e Felicity sobre as atualizações e medidas necessárias em relação ao novo software.
- Certo filho, te vejo hoje a noite? - Robert perguntou, observando um sorriso largo se espalhar pelo rosto do filho. - Ah sim, entendo, creio que tenha outros planos?-
- Pai, eu vou ficar fora por duas semanas. Eu tenho negócios para resolver antes de deixar Starling City. – Oliver disse, fazendo Felicity corar por estar no meio de uma conversa tão privada.
- Te vejo amanhã, então. Não se atrase. O avião para a Austrália parte as 10 da manhã em ponto. – Robert disse, olhando de volta para o projeto à sua frente. Não notando como os olhos de Oliver pareciam vagar para a srta. Smoak.
Oliver entrou em seu escritório apenas para encontrar Tommy sentado na sua cadeira, uma xícara de café já nas suas mãoes e seus caros sapatos italianos no topo da sua mesa de vidro.
- Você não poderia ter demorado mais? Eu estava morrendo de tédio. Graças a Deus Louise estava aqui para me entreter. – Tommy disse, dando um sorriso de um milhão de dólares para Louise, a secretária de cinquenta anos de Oliver, e colocando a xícara vazia sobre a escrivaninha.
- Tommy. – Oliver disse, sorrindo para o seu melhor amigo e se aproximando para lhe dar um abraço amigável.
- Então, quem é ela? – Tommy perguntou quando eles se separaram, conhecendo Oliver bem o suficiente para saber que havia alguém em sua vida mesmo antes de ele abrir a boca. Além disso, o mundo todo pensava que Oliver Queen não era o tipo de homem que passaria tantas noites sozinho.
- Eu não tenho ideia sobre o que você está falando. – Oliver disse com um sorriso, agora se sentando na sua própria cadeira enquanto Tommy se moveu para se sentar à sua frente do outro lado da mesa.
- Vamos lá, Ollie. Eu voltei de Nova York há alguns meses e não te vi saindo na noite nenhuma vez. E não, jantar comigo não conta. Você não está farreado. Sem prisões. Sem fotos do TMZ. É como se você fosse um monje. – Tommy provocou, fazendo Oliver rir alto.
- Certo, você está me confundindo com a versão “Oliver da faculdade”. Você sabe que eu não faço mais essas coisas. Estou muito ocupado ajudando meu pai na CQ. – Oliver disse, sabendo que Tommy não estava acreditando.
Tommy lhe deu um olhar antes de sorrir afetadamente e dizer: - Ela realmente deve ser alguém especial então.
- Tommy, acredite em mim. Quando chegar a hora você vai conhecê-la. – Oliver disse com um sorriso charmoso, uma fagulha em seus olhos que Tommy nunca havia visto.
- Caramba! Você ama essa garota! – Tommy constatou chocado.
- Tommy, eu realmente não posso falar sobre isso agora. – Oliver disse, olhando para a gigantesca pilha de papéis e documentos que Louise havia deixado para que ele assinasse antes de partir no dia seguinte.
- Ah, entendo. Você está pegando uma funcionária. Oliver Queen seu cafajeste! – Tommy disse com uma risada, fazendo Oliver parecer irritado.
- Não é assim. E é exatamente por isso que eu estou mantendo o meu relacionamento privado. – Oliver disse frustrado.
- Oh, porque tão sério? – Tommy brincou antes de erguer suas mãos em defesa. – Certo, certo. Me desculpe pelas palavras rudes. Mas eu preciso conhecer essa garota. Não é todo dia que o meu melhor amigo, o ex-playboy Oliver Queen, se apaixona.
- Eu prometo que você vai ser o primeiro a saber, certo? Agora me deixe em paz. Eu preciso terminar essa papelada entes de ir pra Austrália amanhã. – Oliver disse pegando uma caneta e abrindo a primeira página do documento que precisava da sua assinatura.
- Amanhã? Oh, bem, então há algo que eu preciso te pedir. Não pedir exatamente, mais como te informar. É por isso que eu perguntei se você poderia descer para café sendo que eu já tinha tomado um pouco. Mas, considerando todas as coisas que você me disse, eu não acho que isso vá ser um problema. – Tommy disse nervosamente, coçando a sua nuca com um olhar preocupado no rosto.
- Tommy, você está divagando. O que foi? – Oliver perguntoum curisoso sobre o que poderia deixar Tommy Merlyn tão nervoso.
- Como você sabe eu voltei de Nova York há alguns meses. E eu meio que estou saindo com essa garota. Uma garota que você meio que namorou num passado muito distante. – Tommy disse tentando amaciar o que quer que fosse que ele estava tentando dizer.
Oliver se recostou na sua cadeira e olhou curiosamente para Tommy. – Namorei? Ou fiquei? Você vai precisar ser mais específico que isso. Além disso, você sabe que eu não namorei ninguém desde que eu fui para a faculdade. Ninguém sério, eu digo. Além da mulher com quem eu estou saindo.
- Eu sei. – Tommy disse com um tom culpado. Entendimento de repente atingiu Oliver.
- Espere um minuto. Você está dizendo que está namorando a Laurel? – Oliver lhe perguntou, se divertindo demais vendo o quão nervoso o seu amigo parecia estar sobre isso.
“Sim. Nós meio que nos encontramos por acaso uns meses atrás. Nós saímos pra tomar um café e nos atualizarmos e acabou virando um jantar. E antes que eu pudesse perceber eu já tinha uma gaveta para as minhas coisas na casa dela. – Tommy finalmente confessou de uma maneira culpada mas não disposto a desistir dela; nem mesmo para Oliver.
Os ombros de Oliver relaxaram enquanto ele dava um sorriso ao seu amigo. – Tommy, Laurel e eu namoramos no colegial. Nós terminamos seis anos atrás. Acredite em mim quando eu digo que não resta mais nada entre nós. Estou feliz por vocês. Vocês dois merecem serem felizes.
- Ah, ótimo. Quem sabe, talvez nós pudéssemos ir num encontro duplo quando você voltar da sua viagem? – Tommy disse, aliviado por ter contado a Oliver, mas ainda sim buscando mais informação.
- É, eu acho que eu gostaria disso. – Oliver disse com um grande sorriso.
- Então, você não vai sequer me dizer o nome dela? – Tommy pediu enquanto se levantava da cadeira e colocava o paletó.
Oliver deu a Tommy um sorriso amável, claramente pensando na mulher com quem estava saindo.
- Meghan. O nome dela é Meghan.
Oliver estacionou sua Ducati vermelha em frente ao familiar prédio de sete andares e tijolos aparentes. Ele removeu seu capacete e usou suas chaves para adentrar a porta principal do prédio. Rapidamente ele subiu os degrais da escada, até chegar a seu destino no quinto andar: apartamente 21B. Ele estava prestes a colocar sua chave na fechadura quando derepente a porta foi aberta por dentro.
- Por quê você demorou tanto? – Uma voz feminina perguntou, o puxando pela mão para dentro do apartamento, fechando a porta atrás deles.
Sem hesitar, ela o empurrou contra a parede de cor lanvanda, suas mãos empurrando a jaqueta de seu terno acinzentado em direção ao chão, enquanto sua boca fora ao encontro da sua. Os lábios dançaram juntos, em um ritmo familiar, movendo-se suavemente um contra o outro, línguas e dentes batalhando por dominância. As mãos dele se tornaram ao rabo de cavalo dela, movento suas mãos pelo cabelo macio, e então liberando os fios dourados de sua prisão, deixando-os cair até o meio de suas costas.
- Senti sua falta – ele gemeu, aprofundando seus lábios aos dela.
- Eu também senti sua falta, Sr.Queen – ela disse, removendo a camisa social de dentro da calça.
- Tommy esteve no meu escritório – ele disse contra os lábios rosados, enquanto as mãos dela se moviam contra seus ombros largos.
- O que ele queria? – ela perguntou, pressionando os quadris contra os dele, enquanto ele beijava e mordiscava o pescoço dela, a provocando.
- Ele queria saber quem era a deusa que havia me enfeitiçado – ele suspirou contra a orelha dela, beijando suavemente o lóbulo, antes de usar a ponta da língua para acariciar o piercing transversal no topo da orelha dela.
- Oliver, não quero mais falar sobre o Tommy – ela gemeu enquanto ele agarrava a curva de suas nádegas, suavemente pressionando os quadris juntos.
Ele os moveu para longe da parede e para a superficie mais próximo, o qual era um sofá moderno, de cor turqueza que estava na sala de estar.Eles caíram sobre o sofá mácio enquanto ela terminava de desabotuar a camisa branca dele.Oliver finalmente encontrou o zíper do vestido que ela usava, o abaixando. Ele bruscamente empurrou o vestido para baixo dos braços e quadris dela, até que encontrou pura renda negra e transparente cobrindo a pele mácia dela.
- Caramba, um dia desses você ainda vai acabar me matado assim - Oliver gemeu, seus olhos se movendo pela pele pálida, levemente avermelhada; ele mal podia acreditar o quão perfeito os seus seios contrastavam contra a renda escura. Ela estava incrível, em seu conjunto de calcinha e sutian de renda pretas, juntamente com a cinta-liga e a meia calça de seda.
- Mas que forma mais divertida de partir, você não acha? – ela provocou, movendo seus quadris contra os dele, a fricção enlouquecendo ambos.
Ele empurrou o vestido para o chão, deixando-a em nada além de renda preta e aqueles saltos altos fúcsia. Ele beijou a pele de seu pescoço, e então sua clavícula, sugando a pele pálida na base de seu pescoço, até que ele tinha certeza de que a pele macia iria ficar roxa. Ele gostava de marcá-la. Era primal e até mesmo uma tendência chauvinista, mas ele não podia suportar a idéia de ficar longe dela por duas semanas e não deixar algo para trás para lembrá-la dele. Além disso, ela havia confessado que adorava a senssação de sentir os lábios dele sugando a sua tenra pele.
- Você vai pagar por isso - ela prometeu com um gemido, sentindo a ponta dos dentes dele raspando a sua pele, a provocando.
- Ah é? O que você pretende fazer sobre isso? - Oliver perguntou enquanto ele começou a tirar as meias de seus pequenos prendedores e as rolando para baixo de suas pernas. Suas grandes mãos agarraram a parte de trás das coxas e trouxe seus corpos mais perto um do outro, perto o suficiente para que ela pudesse sentir seu membro pulsando contra o seu centro. Seus olhos se arregalaram cheios de luxúria.
Ela apertou suas coxas ao redor de sua cintura e empurrou o corpo dele para trás. Ele a puxou com ele, a colocando em seu colo, enquanto Oliver se sentava no sofá. Ela tirou as mãos dele de suas coxas e segurou-os contra o sofá , de forma que ele não seria capaz de tocá-la. Oliver entendeu o recado e deixou suas mãos relaxar contra o sofá enquanto ela explorou seu corpo com as mãos. Elas percorreram sua pele, do alto de seus peitorais até seu abdômen musculoso, e para então baixo de seu umbigo e até seu centro. Suas unhas vermelhas se cravaram em sua carne, fazendo-o gemer de prazer quando a língua dela seguiu o caminho de seus dedos, parando para lamber e mordiscar suavemente seu mamilo direito.
- Cacete - ele gemeu, seus dedos cavando as almofadas do sofá, segurando firme e tentando resistir à vontade de agarrá-la e simplesmente fode-la até não aguentar mais.
- Comporte-se - ela o repreendeu contra a pele de Oliver, lambendo seu tanquinho, enquanto seus dedos encontraram o zíper da calça social, libertando-o de seu confinamento.
- Amor, por favor - ele implorou, enqaunto ela rapidamente abaixou as calças dele até os tornozelos, seguidos por sua cueca boxer preta. Ele estava duro, grosso e longo, a ponta de seu mebro molhada.
Ela se afastou e puxou-o para sentar-se com os pés plantados no chão. Ela escorregou de joelhos entre suas pernas separadas, seus joelhos mergulhados no tapete amarelo canário e as mãos empurrando suas coxas mais distantes, para que ela pudesse se mover entre as pernas dele.
Ela olhou para ele enquanto ela moveu as suas mãos entre as coxas dele. Ela sabia exatamente o que ela estava fazendo com ele. Quando elas chegaram ao topo de suas calças, ela olhou para baixo. As mãos dela seguraram seu membro, acariciando-o, usando a umidade da ponta para fazer seus movimentos fáceis e precisos, fazendo Oliver gemer cada vez que ela apertou-lhe com a mão, passando o polegar sobre sua ponta. Com cada gemido e grunido, ela movia mais rápido e mais rápido, com uma mão em seu membro e o outro tocando suavemente com a pele de seus testículos, fazendo-o fechar os olhos e gemer o nome dela. Ela sabia que estava deixando-o louco; era bom para que ele aprendesse a não provocá-la como ele o havia feito hoje. Inclinando-se, ela deu uma longa lambida da ponta do seu pênis, achatando a língua e movendo-a sobre a cabeça. Ela lambeu a partir da ponta para a base, desfrutando de como as coxas dele pareciam tremer com cada movimento de sua língua.
- Meu Deus, oh por favor - Oliver gemeu, usando toda a sua força de vontade para não pegar a parte de trás de sua cabeça e foder sua boca com seu pênis.
Ela gostava de ouvi-lo implorar,a fazia se sentir poderosa, desejada, no controle. Oliver sempre a deixava louca, tanto dentro, quanto fora do quarto, e por isso era sempre uma adrenalina para ela quando ela era a pessoa que o fazia perder o controle. Ela usou a mão esquerda para acariciar suavemente a pele de seus quadris e coxas, enquanto sua língua dançou e lambeu sua carne, saboreando seu longo membro. Ele era salgado e ela não se cansava dos sons que estavam deixando os lábios de Oliver, com cada carícia de sua língua sobre ele.
- Você quer que eu chupe seu pau, meu amor? É isso? Você quer gozar na minha boca? Quer sentir sua porra escorrendo pelos meus lábios. É isso, Oliver? - Ela murmurou contra seu pênis, usando o tremor de seus lábios para levá-lo ainda mais a loucura.
- Porra- Oliver gemeu, seus quadris se movendo para cima do sofá, procurando alguma forma de alívio.
Ela sabia o quanto ele estava lutando para não pegá-la em seus braços e fode-la como se não houvesse amanhã. Ela sabia o quão difícil era para ele abrir mão de seu precioso controle. Isso fez com que ela quisesse fazê-lo perder todo o controle que fosse, e logo seus lábios rosados estavam sobre a cabeça de seu pênis, lambendo-o ansiosamente. Ela puxou-o em sua boca, movendo-se para baixo e sugando-o. O comprimento que ela não conseguia fazer caber em sua boca, ela segurou com a mão, movendo a pele para cima e para baixo em conjunto com a boca.
- Oh Deus, sim - Oliver gemeu como os olhos fechados e com a cabeça inclinada para trás, perdido em seu própio prazer.
Ela manteve os movimentos profundos e constantes, usando a língua para acariciar a pele sensível. Ela foi o quão profundo ela podia, não indo muito fundo para não engasgar, mas o suficiente para enlouquecer Oliver. Ela podia sentir que ele estava ficando mais perto de gozar com cada movimento; o suor brilhava sobre sua pele perfeita, e as pernas pareciam tremer ainda mais. Ela se divertia com o fato de que ele estava firmemente segurando a parte de trás do sofá.
- Eu estou tão perto. Oh Deus, Felicity - Oliver avisou em um gemido baixo, e foi assim que ela se afastou de seu membro, que agora estava úmido e dolorido. "Que diabos?" Oliver praticamente choramingou, confuso sobre o porquê ela tinha parado quando ele estava tão perto de gozar.
- Eu lhe disse que você ia pagar por isso - ela disse movedom-se de volta para o colo de Oliver. As mãos dele moveram-se para o pescoço dela e puxqndo-a para um beijo apaixonado, provando o gosto de si mesmo na língua dela. Ela tomou-lhe as mãos, e as colocou sobre os seus seios, exigindo que ele os tocassem. Seus dedos talentosos moveram-se sobre seus seios. Seus polegares rodando sobre os mamilos, antes de pressiona-los e fazê-la gemer contra seus lábios.
Seus quadris moviam-se um contra o outro, acariciando seu pênis endurecido com cada movimento, fazendo-o gemer com o contato. As mãos de Oliver rapidamente caminhando para o centro de Felicity, enquanto ela intitulou a cabeça para o lado e começou a pressionar beijos em seu pescoço. Ela estava quente e molhada; ele podia sentir através da renda da calcinha preta. Ele pressionou a palma da mão contra ela, arrancando um gemido de Felicity.
- Oliver - ela gritou de prazer antes de puxar a calcinha para o lado e dando-lhe a abertura que ele precisava. Seus dedos moveram-se para dentro dela então,a fodendo com os dedos do jeito que ele sabia que ela gostava.
- Oh, você está tão molhada - Oliver gemeu, mordendo o mamílo rosado, coberto pela renda de seu sutian.
Ele empurrou a taça de renda para baixo, encontrando sua carne quente por baixo. Ele lambeu o mamilo, beijou-a, deu pequenos beliscões, e depois chupava o que podia de seus seios em sua boca quente.
- Oliver! - Felicity gemeu quando ela apertou o rosto mais perto de seu corpo enquanto a mão direita dele continuou a mover-se entre as coxas dela. Ela se contorceu em seu colo, fazendo-o gemer e, finalmente, seus saltos altos cairam no piso de madeira com um baque.
Oliver soltou seu peito apenas para retirar sua calcinha de renda, controlando a vontade de simplesmente rasgá-la, sabendo que Felicity odiava quando ele destruia suas langeries. Assim que o material de renda estava no chão, Oliver moveu os dedos de volta para sua pele e para seu clitóris que estava extremamente sensível; circulando-o, o pressionando e incitando gemidos de Felicity.
Ela beliscou o queixo mal barbeado, sua barba macia acariciando sua pele, beijando-o sensualmente. O cheiro dele era sempre tão poderoso para ela, todo sexy, masculino e delicioso; uma mistura de couro e da brisa do mar. Ela não enjoava da sensação de sua pele contra a dela.
- Eu preciso tanto de você - Oliver disse com uma voz rouca, a tensão estava forte demais para ele.
- Você tem a mim, eu sou toda sua - ela sussurrou com uma voz rouca contra seus lábios, suas mãos se movendo para seu pau duro. Ela bombeou-o três vezes e, em seguida, posicionou-o em sua entrada. Sem hesitar, ela sentou-se em cima dele, fazendo com que ambos gemem-se e agarrar-se uns aos outros. Ela estava apertada e molhada, e ela precisava de alguns segundos para se acostumar com a penetração profunda. Não importa quantas vezes Oliver esteve dentro dela antes, ela sempre ficava sem fôlego de senti-lo pulsando dentro dela.
- Oh Felicity - ele gemeu, sua cabeça caindo para trás no sofá, enquanto suas mãos segurava firmemente as coxas dela.
Ela colocou as mãos em seus ombros para alavancagem e começou a mover-se lentamente sobre ele, para cima e para baixo, deixando seu centro se acostumar com o tamanho dele. As mãos de Oliver segurou seus quadris enquanto ela o cavalgava, movendo para cima e para baixo, indo o mais fundo possivel.
Seu corpo começou a se mover mais rápido, para cima e para baixo, levando-o mais profundo em cada movimento de seus quadris. Oliver empurrou seu corpo para encontrar o dela. O ritmo tornou-se frenético, pois ambos se perderam um no outro. Nunca Oliver havia se sentido assim antes. Nenhuma outra mulher jamais o fez sentir o que Felicity faz com ele. Ela era verdadeiramente notável. A pessoa certa para ele. Sua igual. Sua parceira.
Ele estava batendo no ponto certo dentro dela, aquele que fazia suas entranhas se apertar em torno de pênis turgido dele, e ela queria mais, ela precisava de mais. E só Oliver poderia dar a ela. Então, ela moveu-se ainda mais rápido, indo com mais força, fazendo com que suas peles se debatessem uma contra a outra . Seus corpos estavam cobertos de suor. Ela podia sentir a o fogo e a eletricidade dentro dela, se preparando para explodir.
- Merda! - Oliver gemeu, seus olhos fechados, sua mandíbula tensa. A mão dele subiu para agarrar a bunda dela. Enquanto ele pressionava seu membro para dentro dela com uma mão, a outra segurava firme em seu quadril. Ele agarrou a bunda dela e segurou-a com tanta força que ele temia que ela ficaria machucada.
- Não pare Oliver - ela gemeu contra a pele de seu pescoço, suas unhas cavando em seus ombros largos, sua buceta apertando ao redor de seu pênis. Ela estava quase lá. Ela precisava senti-lo pulsando dentro dela.
Ele moveu uma de suas mãos sobre seu clitóris. O estímulo extra foi exatamente o que ela precisava, e logo ela estava gozando. Suas paredes começaram a apertar em torno dele, fazendo-o gemer alto.
- Oliver! - Ela gritou em um gemido longo, perdida em seu próprio prazer . Seu orgasmo era uma explosão de cores, fazendo-a se sentir como se estivesse voando.
Ele manteve o ritmo, com movimentos curtos e rápidos ... Uma, duas, três, quatro, cinco vezes e, em seguida, ele explodiu dentro dela, gemendo enquanto seus olhos rolaram para trás em puro prazer.
- Oh, Felicity!- Ele gemeu, os olhos fechados e a boca entreaberta, enquanto seu orgasmo rolou sobre ele. Ele inclinou-se para mover seu rosto no pescoço dela, enquanto as delicadas mãos dela moveram-se ao redor de seu pescoço para segurá-lo perto de seu corpo.
- Bem vindo ao lar, meu amor - ela murmurou baixinho contra seus lábios.
Mais tarde naquela mesma noite, Oliver e Felicity estavam deitados juntos na cama dela, a mobília branca contrastando com o amarelo brilhante e laranja das almofadas e cobertores, e o verde menta das paredes. A cabeça dele estava descansando no peito dela, traçando lentamente a pequena tatuagem que havia sob o seu seio esquerdo; uma pequena e simples flecha. Oliver amou aquela tatuagem desde a primeira vez que a vira. Ele estava fascinado por ela, um símbolo tão simples e ao mesmo tempo tão poderoso marcando a macia carne pálida. Mas era isso que Felicity era para ele, uma surpresa do momento que a encontrou pela primeira vez, até quando percebeu que tinha se apaixonado completamente por essa mulher incrível.
- Sobre o que está pensando? – Ela o perguntou enquanto corria as mão pelo cabelo loiro dele.
- Sobre como eu sou sortudo em ter te encontrado. – Oliver sussurrou, beijando suavemente a pequena tatuagem.
- Oh, conte-me mais sobre isso, sr. Queen. – Ela disse com um sorriso enquanto Oliver movia suas mãos para o seu abdomen liso.
- Talvez eu não devesse, você nunca sabe o que o seu ego pode fazer com você. – Ele provocou, traçando suavemente padrões invisíveis na pele dela com a ponta dos dedos.
- Diz o rei dos maiores egos que eu já vi. – Ela gracejou de volta, relembrando o quão arrogante Oliver era quando eles se conheceram. Ela nunca acredtaria que um dia eles estariam onde estavam hoje.
- Não, esse era eu na minha época ‘Pré-Felicity’ , minha Era das Trevas pessoal. Eu acho que podemos dizer que eu progredi bastante desde então. – Oliver disse, a fazendo rir.
- ‘Pré-Felicity’ , hum? Certo, acho que posso viver com isso. – Ela disse com um pequeno riso.
- Você sabe que é verdade. Eu apenas não consigo imaginar a minha vida sem você nela. Não seria uma vida, seria simplesmente existir. – Oliver refletiu com um grande sorriso, mas ela sabia o quão sério ele estava.
- Então é por isso que me pediu em casamento! Você não pode viver sem mim! Tudo se tornou tão incrivelmente claro agora. – Ela disse com um sorriso.
- E eu aqui pensando que eu tinha te proposto porque você é o amor da minha vida. A mulher que eu amo. A futura mãe dos meus filhos não nascidos. Algo assim. – Ele respondeu com um sorriso afetado, fazendo-a bater nele com um dos travesseiros.
- Oliver Queen, o eterno romântico. Ah, se todas as suas conquistas passadas pudessem te ver agora. – Ela provocou, o fazendo se mover rapidamente na cama, a empurrando contra o colchão com ele sobre ela. Ela riu enquanto ele tentava mantê-la no lugar.
- FE-LI-CI-TY. – Oliver disse, beliscando a pele do ombro dela a cada sílaba.
- Certo, certo. – Ela implorou, lágrimas de felicidade se formando no canto dos seus olhos, enquanto os dedos dele se moviam para fazer cócegas nos seus lados.
- Como você pode rir sobre eu morrendo de amores por você? – Ele gracejou.
- Porque eu te amo do mesmo jeito. O que provavelmente é a razão de eu estar usando essa belezinha aqui. – Ela disse apontando para a sua aliança de diamante da Tiffany; de acordo com Oliver era um diamante de corte quadrado de quatro quilates num anel de platina, cercado de pequenos diamantes. Tudo o que importava para Felicity era que era de Oliver. Ele se moveu para beijar o anel em sua mão esquerda, e ela não pode se impedir de provocá-lo. – Isso e o seu tanquinho incrível.
- Ha ha. Mas sério... eu adoro ver esse anel no seu dedo. – Oliver disse, aproveitando a vista daquilo, algo que não costumava acontecer sempre.
- Eu também. – Ela disse com um sorriso, admirando o quão perfeito o diamante parecia no seu dedo.
- Então talvez seja a hora de usá-lo com mais frequência no seu dedo e não numa corrente de prata entre os seus seios. – Os dedo dele trilhou o vale entre os seios dela.
- Oliver. Vamos lá, nós já falamos sobre isso. – Felicity disse frustrada e não querendo entrar na mesma velha discussão que eles tinham desde quando começaram a namorar.
- Não. Dessa vez eu falo, e você escuta. Nós estamos juntos há um ano, Felicity, noivos por quase um mês. E ainda assim ninguém sabe sobre nós. E francamente eu estou cansado de tentar esconder isso. Eu estou orgulhoso de ser o seu noivo e eu não posso esperar para o mundo todo saber disso.
- Oliver, é fácil para você dizer. Você é o futuro CEO de uma companhia multimilionária, nascido num berço de ouro, bem, talvez não nascidoliteralmente num berço de ouro. Você sabe o que eu quis dizer. – Ela ignorou a sobrencelha erguida dele. – Eu sou uma garota de TI de uma família simples que ainda está pagando pelos empréstimos estudantis do MIT. Você sabe como as pessoas verão isso. Qualquer progresso que eu tenha feito nas Consolidações Queen será considerado como algo que aconteceu pelo meu envolvimento com você e não porque eu sou inteligente, uma loira inteligente como se não bastasse.
- Então você espera que permaneçamos no armário pra sempre? Como você espera seguir com as nossas vidas, construir uma família juntos? Eu te amo Felicity e pra mim é só isso que importa. – Ele explicou.
Ela o puxou para mais perto. – Oliver, eu estou lutando por um promoção no Departamento de TI. Eu acho que esse projeto em que seu pai me quer trabalhando vai ser a chave para realmente conseguir. Eu preciso disso. Eu preciso ser eu mesma, ‘Felicity, especialista em TI’, antes de ser ‘Felicity, a noiva de Oliver Queen’.
Ele colocou a mão na sua bochecha antes de lhe dar um beijo casto. – Eu sei. Me desculpe. Eu sei o quão duro você tem trabalhado por isso. Eu só estou cansando de esconder isso. Eu quero que todo mundo saiba.
- Eles vão saber. Eu prometo, me dê um mês. É tudo o que eu preciso. Então nós podemos contar ao universo todo que estamos noivos. Ir para o trabalho e contar para todo mundo com megafones. – Ela disse, beijando suavemente a palma da mão dele.
- Eu te amo, Felicity. – Oliver disse com um sorriso largo, a beijando outra vez.
- Eu também te amo, Oliver. – Ela respondeu alegremente.
Ele soltou um baixo xingamento irritado e enterrou seu rosto no pescoço dela. – Como eu vou sobreviver sem você pode duas semanas?
- Do mesmo jeito que fazia na sua fase ‘Pré-Felcity’. Digo, sem o sexo casual com infinitas mulheres, bebedeiras excessivas, brigar e agir como um pirralho mimado. – Ela disse com um sorriso.Oliver se ergueu outra vez e a deixou vê-lo rolando os olhos.
- Eu estou certo de que essas técnicas não funcionam depois de uma certa idade, especialmente quando você está comprometido com uma mulher incrível, inteligente e linda.
- Boa resposta. – Disse ela lhe beijando outra vez, suas mãos se perdendo em seu cabelo macio. Ela parou o beijo de repente. – Ah, espere. Eu tenho algo pra você. – Ela o empurrou de cima dela e pulou para fora da cama antes de andar nua até a cômoda branca. Os olhos dele a seguiram.
- Sabe, não acho que eu quero isso. Fez você sair da cama e provavelmente está dando ao sr. Jones, o seu vizinho, uma ótima visão. O cara é muito velho pra ver você andando por aí nua. – Oliver reclamou enquanto se movia para repousar sobre os travesseiros.
- Não seja estraga prazeres. – Felicoty bufou antes de voltar para a cama carregando uma caixinha preta em suas mãos.
- O que é? – Ele perguntou, vendo os dedos dela se moverem suavemente sobre a caixa.
- Abra. – Ela disse antes de dar a caixinha a ele.
Oliver abriu lentamente a caixa. Ele olhou o que havia dentro, chocado em encontrar um pingente de flecha de platina e uma corrente de prata longa o suficiente para repousar na parte de baixo de seu peito.
- Uma flecha? – Oliver perguntou obersando o rosto sorridente de Felicity.
- Sim, assim até quando estivermos separados você pode se sentir próximo a mim . – Ela respondeu, pegando a corrente das mãos dele e colocando-a no seu pescoço. A corrente longa estava fria contra a sua pele enquanto o pingente caia sobre as suas costelas. Olhando para baixo ele não conseguiu conter um sorriso. Era perfeito.
- Você é realmente notável, Felicity Smoak. – Ele disse com um grande sorriso, toucando a ponta da flecha com os dedos, feliz por ter um símbolo tão privado e ao mesmo tempo claro para poder se lembrar de Felicity quando tivesse saudades. Agora toda vez que olhasse para baixo, ou mesmo sentisse o pingente contra a sua pele, ele ia se lembrar da mulher que amava. Um lembrete constante do que o esperava quando voltasse para a casa.
- Obrigada por admitir isso. Agora nós dois temos alguma coisa para nos lembrar um do outro. – Ela disse, gentilmente usando o pingente para puxá-lo para mais perto do seu corpo. Ela queria se perder mais uma vez no homem que amava antes que fosse a hora de ele partir. Ele a encontrou no meio do caminho.
A viagem para a Austrália estava tão exaustiva quanto Oliver havia imaginado. O acordo com a AmerTek ainda o estava fazendo se sentir inquieto, mas a localização e manufatura deles estava nos padrões esperados,mas ainda assim algo parecia errado. Oliver nunca gostara da ideia de trabalhar com o exército e isso provavelmente era o que o fazia ter tantas dúvidas sobre os contratos com a AmerTek que trariam muito dinheiro para a companhia. Então depois de dias de inspeções, demonstrações e reuniões, eles estavam prontos para voltar para Starling City.
Robert havia decidido que gastariam seu último dia na Austrália aproveitando a cidade de Perth. Então eles tiveram um ótimo almoço no Restaurante Matilda Bay, um restaurante moderno de culinária australiana, com um cardápio contemporâneo e uma carta de vinho extensa, situado nos bancos do Rio Swan. Depois de aproveitar o cardápio de frutos do mar, Robert acabou aproveitando o dia ensolarado e a fresca brisa ocêanica para alugar um pequeno iate, o “Lazzara 80 Sky Lounge”. Este havia sido construído mais para velocidade do que luxo, bem diferente do iate da família Queen, o “Queen’s Gambit”.
Oliver relaxava na cadeira próxima a cadeira do capitão enquanto seu pai pilotava o iate, usando quase todo o poder dos motores, aproveitando a sensação de velocidade. Eles navegavam, indo para o sul de Perth e ao longo da costa, desfrutando de como o pôr-do-sol parecia colorir as águas da mesma forma que o céu. Oliver gentilmente correu as mãos pelo seu pingente de flecha, sentindo as pontas, segurando-o com força. Por Deus, como ele sentia falta de Felicity.
- Está ficando tarde, Oliver. Nós deveríamos voltar antes que fique muito escuro. - Robert disse, mudando o curso do barco.
- É, você provavelmente está certo. – Oliver sussurrou sem olhar pra ele.
- Você parece um pouco deprimido, filho – Robert disse, olhando para a direção de Oliver.
- É, saudades de casa eu acho. – Oliver disse encolhendo os ombros, não tirando os olhos do pingente.
- Saudades de casa ou de alguém em casa? – Robert perguntou com um sorriso.
Depois de um longo instante, Oliver tomou um longo fôlego. – Saudades de alguém. – Respondeu com um sorriso, feliz de finalmente admitir que havia alguém especial na sua vida.
- Sério? Quem é ela? Eu estava começando a pensar que você tinha perdido o jeito, filho. – Robert disse com um meio sorriso, fazendo Oliver rir.
- Não, eu apenas conheci alguém realmente especial. Ela é tudo o que eu sempre quis.
- Parece sério.
- Mais do que qualqer coisa, pai.
- Então porquê eu não conheci essa mulher ainda? Está com vergonha do seu velho pai, Oliver?
- Não. Acho que podemos dizer que ela é um pouco tímida. Mas eu realmente quero que você e a mamãe a conheçam. Eu acho que até a Thea vai gostar dela.
- Até a Thea? Ela deve ser muito especial então, você sabe como a sua irmã odeia as mulheres com que você sai.
Antes que Oliver pudesse responder a seu pai, um barulho alto e um impacto estrontodos foram sentidos, fazendo Oliver e Robert voarem em direção ao painel do barco. O impacto foi causado pela frente do barco colidindo violentamente em uma formação rochosa escondida pela maré alta. O impacto destruiu a frente do barco e em segundos a água estava preenchendo o barco luxuoso. Oliver sentiu a contusão na sua cabeça enquanto se movia pelo chão, sangue escorrendo pela sua testa. Ele se sentiu desorientado, e sua visão se tornou embaçada, e conforme os motores pararam de funcionar, ele podia ouvir o barulho da água invadindo o convés inferior. Ele se moveu pelo chão, procurando por seu pai, apenas para encontrar vidro quebrado e detritos do barco.
- Pai? – Oliver gritou tentando encontrar o seu pai.
O barco estava afundando mais rapidamente do que Oliver podia ser mexer; sua perna direita estava machucada, ele tinha cortes por todo o torso e a cabeça estava doendo fortemente. Mas ele precisava encontrar o seu pai. Olhando para cima, ele podia ver que o vidro da cabine estava quebrado e tinha manchas de sangue. Oliver sentiu o ar deixar os seus pulmões.
- Pai! Pai! – Oliver gritou enquanto olhada para os lados freneticamente para apenas descobrir que seu pai não estava se movendo, sangue cobrindo toda a sua pele e roupas, seu corpo preso entre indistinguiveis pedaçoes de madeira e ferro do convés.
Ele correu o mais rápido que conseguia, se movendo por entre os cacos de vidro da cabine, até que alcançou o seu pai. Oliver se moveu para o seu lado, chacoalhando seu corpo com cuidade. – Pai, acorde. Nós precisamos sair daqui. Pai, por favor. – Oliver implorou, seus gritos ecoando no ar vazio.
Ele tentou mover Robert, mas não consegui remover a estrutura de ferro, era pesada demais. Ele não era forte o suficiente. A água começou a subir ao redor dele, e o som de metal se contorcendo foi a úiltima coisa que ele ouviu antes que tudo se transformasse em escuridão.
Um casal andava de mãos dada nas areias brancas da praia de Peppermint Grove, aproveitando a noite estrelada, a última noite da sua lua-de-mel antes de voltarem para as suas vidas normais em Capel. As ondas estavam agitadas, e mesmo que o céu estivesse limpo, Slade Wilson sentiu um arrepio descer pela sua espinha, um sentimento que ele apenas tivera dirante seu tempo nas Forças Especial Australianas. Ele segurou a mão da esposa mais firmemente enquanto trazia seu corpo para mais perto do dele. A sua presença era a única coisa que o fazia esquecer as terríveis coisas que viu durante a carreira militar antes de se aposentar com honras depois de um ferimento sério que lhe custou a visão do olho direito.
Eles andavam em silêncio, aproveitando a presença um do outro e a brisa fresca.
- Querido, o que é isso? – Sua esposa apontou para uma forma escura espalhada por sobre as pedras, a água indo e voltando sobre ela.
- Espere aqui, Shado. – Slade disse alerta, não querendo colocar a sua esposa em perigo.
- Tome cuidado. – Ela disse detrás dele, observando seu marido caminhar em direção às rochas.
Slade se movia cuidadosamente pela areia enquanto se aproximava das pedras. Algas marinhas cresciam sobre elas, e no meio de tudo havia um homem inconsciente. Slade se aproximou cautelosamente, tentando ver se ele era uma ameaça, apenas para enontrar infinitos cortes e contusões pelo corpo do estranho. Seus cabelo loiro estava colado no rosto, sobre mais machucados e cortes, e havia um longo talho na sua testa. Ele estava pálido e parecia fraco. O homem parecia ter uns vinte e poucos anos. E não parecia ser do tipo que ficaria bêbado ou drogado numa praia.
- Ei garoto, pode me ouvir? – Slade se moveu para mais perto, a se ajoelhou, tentando acordar o estranho inconsciente. Mas ele não respondeu. Movendo a sua mão para o pulso, sentindo que seu coração estava batendo, mas fracamente. O que diabos havia acontecido com aquele garoto?
- Ele está repsirando? – Shado perguntou, cansada de esperar e correndo para o seu lado.
- Shado! Eu te falei pra me esperar lá. – Slade disse frustrado.
- Eu sou médica, Slade! Se ele está machucado, é meu trabalho ajudá-lo! – Shado disse se movendo para encontrar o pulso fraco do estranho. Ele estava em péssima forma. – Vamos lá, me ajude a tirá-lo daqui. Ele precisa de um hospital.
- Certo, mas mantenha distância. Nós não sabemos quem ele é ou o que aconteceu. – Slade disse começando a mover Oliver da forma que Shado o instruia, tomando cuidado para não machucá-lo ainda mais.
- Cuidado. – Shado disse enquanto segurava o pescoço dele, o virando lentamente para Slade.
Um gemido fez com que os dois parassem e observassem o estranho recuperar a consciência por alguns momentos, os olhos desfocados e cansados.
- Ele está acordado. – Shado disse em choque.
- Ei garoto. Você está bem? – Slade perguntou, vendo o quão confuso o estranho loiro parecia estar.
- Quem são vocês? – O estranho perguntou, sua voz rouca e vacilante.
- Não tente se levantar. Você está muito machucado. Meu nome é Shado e esse é o meu marido, Slade. Nós vamos te ajudar. Nós vamos te levar a um hospital, certo? – Shado disse, tentando não deixá-lo se mover.
- O que aconteceu com você, garoto? Qual é o seu nome? – Slade perguntou.
O estranho loiro pareceu ponderar sobre a questão por um segundo antes de respondê-la.
- Eu não sei. Eu... Eu não sei quem eu sou.
N/A: Espero que vocês tenham gostado do primeiro capítulo de ‘Broken Arrows’! Postaremos os capítulos seguintes logo que estes forem traduzidos!
Com amor,
PoisonAngelMuse
