Work Text:
Sidney está triste. Tão triste que nega todas as investidas de Billy. Billy sabe que estava sendo indelicado mas ele chamou aquilo de aconchego e sexo triste. Deveria dar certo quando ele tenta tirar proveito a tanto tempo e... bem Billy é um ser desesperado por natureza. Todas as suas investidas foram negadas, soterradas e respondidas com um pouco de chá de choro, cobertas com creme de: "Billy eu não acredito que…"
Por três dias ele vinha tentando. Mais de 3 meses se você contasse direito. Mas a pelo menos 72 horas a mãe de Sidney havia morrido.
Deve ser o choque da situação levando Sidney a um buraco por que ela não parecia perceber que seu namorado estava a cortejando de maneira maliciosa.
Seria tão mais simples para Billy acabar com tudo levando a virgindade da moça e sua vida. Seria poético e romântico.
Mas Sidney negava, negou e agora está de luto em outro quarto.
É uma situação interessante no mínimo. Eles estão em um hotel de beira de estrada medíocre. Por algum motivo a mãe de Sidney queria ser enterrada ao lado dos seus pais, ao invés de guardar um lugar no cemitério de Woodsboro e aguardar a chegada da filha e do marido. Que se dependesse de Billy logo iriam.
Billy folheou uma revista que ele achou no primeiro andar e roubou para si. A cama abaixo dele parecia muito fofa, o lugar cheira a enxofre, e o garoto se sente abafado. Se ele lambesse uma parede provavelmente teria gosto do deserto de Lut.
Talvez ele esteja no inferno.
Billy ouviu uma batida e ficou atento. Não a batida de alguém na sua porta mas alguém chegando à sua porta. Alguém alto e muito desastrado para deixar seus passos soaram como uma personalidade própria.
– Olá princesa. – Cumprimentou Stu da porta.
Tatum também veio, ela é a melhor amiga de Sidney, e como Sidney além de triste está de luto. Eles não estavam conversando na escola por que Sidney não vinha, em uma corrente, Tatum nem se quer perguntou se iria com Sidney, Stu concordou como um cachorro travesso.
– Sim você deveria ir, eu vou junto pra guardar tudo isso. – Billy poderia imaginar Stu falando exatamente isso com sua exata voz. Ele apalparia Tatum nos seios, ela ficaria feliz, e aqui estão eles.
Mas as coisas não acabam aqui. Além de um velório, a amiga enxerida e o amante grudento. A senhora dona do hotel disse com todas as palavras. – Vocês vão ter que dormir em quartos separados. Meninas com meninas e meninos com meninos não aceito sexo na minha casa.
A senhora disse muito entediada, rápida e alta. Como se tivesse ensaiado pra sair assim ou já disse isso muitas vezes.
Os planos de Billy tomaram 5 banhos de água fria.
– Você viu como o pai de Sidney ficou com vergonha quando a dona disse nada de sexo ?
– Você leu a minha mente. – Billy murmurou olhando para sua revista. – Ele ficou vermelho como se tivessem jogado um balde de sangue nele.
Stu riu.
– Quer discutir sobre o novo plano hoje ? – Stuart perguntou cauteloso.
É claro que existe um novo plano. As coisas andaram nos trilhos errados, como uma montanha russa enquanto a dupla esperava um simples carrossel.
Os planos mudaram drasticamente quando Billy descobriu que Sidney é virgem. Tudo era um um pouco mais simples, faça sexo com ela e então a mate alí mesmo. Afinal todo mundo sabe, a final girl não faz sexo. Termine com a última salvação de Sidney. Agora ele quer mais que tudo a virgindade como seu último prêmio.
– Aqui não. Não sei se conseguem nos ouvir. As paredes podem ser finas. – Billy comentou um tanto entediado. Ele não consegue ler e falar ao mesmo tempo, mas parece deveras charmoso e enigmático. Mal sabe ele que mais parece um pirralho mal educado.
Stu demorou na cama de bruços mas logo se virou para dizer: – Não gosto daqui tudo parece tão abafado e sem graça.
– Eu também não. – O menor jogou a revista sobre o ombro, ela bateu na parede e voltou para o seu colo. – Quer jogar algum jogo ?
Billy percebeu agora que não tem televisão no quarto.
– Que jogo ?
– Eu não sei. – Refletiu Billy. Ele olhou para as paredes, o quadro feio que se dizia estar decorando o recinto, seus pés ainda de meias, e então a cômoda na frente da cama contra a parede.
Um ônibus parece mais emocionante de se reparar os detalhes.
– Vamos sair. – Stu disse olhando para a parede.
– Por que ?
– O clima aqui é horrível. Tatum e Sidney estão no outro quarto chorando e se lembrando da infância. Billy eu não aguento isso, vou acabar surtando.
– Tudo bem, vamos.
– Vamos pela janela. – Stu falou rapidamente. Enquanto Billy se levantava e tentava desamarrotar suas roupas, quando ele ia responder Stuart foi mais rápido. – Você viu quanto barulho a porta fez quando eu entrei, vamos sair pela janela, todo mundo vai pensar que estamos dormindo.
Ele não queria discutir por nenhum motivo naquela noite, mas ele teve que perguntar – Como diabos vamos sair pela janela no segundo andar de um prédio ? – Talvez tenha sido um pouco agressivo.
– Escada de emergência.
…
Eles realmente fizeram isso. Saíram pela janela e atravessaram as escadas como se elas não rangessem como loucas.
“ Quando voltarmos como faremos ? ” Billy disse para ser respondido com um olhar de descrença. Stu respondeu como se fosse óbvio: “ Foi por isso que deixamos a janela aberta. Já é tarde, não vai ter ninguém acordado para escutar. ” Então eles tiveram uma pequena discussão que terminou com Billy ganhando, simplesmente porque parecia mais inteligente subir as escadas do hotel descalço quando eles chegassem.
Outra pequena discussão do por que eles saíram e Stu convenceu o menor a sair andando até um bar que ele viu no caminho.
Enquanto eles desciam a rua. Stu o segurou pela mão. Existe a distância mas eles estão juntos de mãos dadas. Billy nunca ficou tão encantado com um detalhe tão pequeno. Stu apertou sua mão e Billy ficou excitado.
Talvez exista alguma coisinha errada com Billy, afinal ele se excita com vinganças sangrentas e pequenas demonstrações de carinho.
– Eu tenho uma nova ideia pro plano. – Stu comentou todo sorriso. Eles parecem realmente os jovens que deveriam ser assim, mãos dadas, felizes por fugirem de um luto.
Passeando pelo escuro que ele não conhece segurando a mão do seu namorado. É a comemoração que eles não tiveram depois de matar a mãe de Sidney. Cada um foi para seu álibi, e não puderam nem curtir aquela noite, onde está a paixão nisso ?
– Diga. – Billy suspirou. Não deveria, mas ele se sente aliviado e refrescado como nunca.
– Quero Casey Becker nele. – Stu se virou com aquele sorriso idiota que mostrava demais até mesmo no escuro.
Billy congelou no lugar e Stu não conseguiu mais puxá-lo.
– O que quer fazer com aquela vadia loira ? – Não foi mais que um sussurro. Antes de sair de casa, a senhora Loomis foi muito boa em fazer Billy engolir palavrões ao invés de usá-los.
Stu piscou inocente. – Ela me trocou por um jogador de futebol, eu tenho todo direito de retribuir. – Stuart tentou seu melhor para parecer menor. – Eu só quero matar ela, não transar.
Isso foi claramente uma alfinetada muito bem dada.
Billy tentou se recompor respondendo:
– Você namora comigo e está com ciúmes dela ?
– Não, Billy essa não é a questão. – Às vezes, Stu se parece muito com uma mulher em um chilique. Ele é bom nisso. – Ela… Me trocou, eu fui zoado por semanas. Você mesmo foi um deles.
– Por que seria estranho se eu não fizesse. – A frase pareceu estranha saindo de Billy. Mas tinha sentido, ele ainda deveria parecer o melhor amigo de Stu e não contente com o término. – De qualquer forma você conseguiu outra perua loira… – O menor murmurou depois de um tempo: – Vamos colocar Casey no plano.
Eles seguiram para o bar sem uma palavra. O lugar era aberto em diferentes formas, parecia aconchegante e era aconchegante. Tinha poucas pessoas lá, mas mais preocupados com suas próprias bebidas, suas próprias paqueras, para notar dois jovens que não se encaixavam entrando. Eles uma vez estavam de mãos dadas, as coisas mudaram quando chegaram à porta do bar.
Quando eles pegaram uma mesa no canto e duas cervejas, Billy tinha certeza que iria aparecer alguma garota para sentar no colo deles. É sempre assim nos filmes.
– Não quero demorar. Sinto que Tatum vai me procurar. – Stu disse e balançou as sobrancelhas em um ênfase obsceno.
– Sidney está de luto. – Billy disse bebendo.
– Tatum não. – Stu argumentou também bebendo.
Billy rolou os olhos e se levantou. Stu quase gritou – Aonde vai ?
– Se você vai ser um babaca acho que vou tomar algo mais forte. – Quando ele chegou ao bar ele foi quase ignorado, o possível dono se virou um pouco de desdém e um pouco de cansaço. – Tem algo que pode me deixar bêbado em pouco tempo ?
– É um bar, provavelmente tem. – Ele soou mais divertido apesar da carranca. Muito diferente da dona do hotel.
– Me de isso, é por conta daquele idiota bem ali. – Billy apontou sobre o ombro em direção a Stu.
…
– Como eu deixei você beber tanto ? – Stu disse do lado de fora do bar, muito cansado para continuar carregando Billy mais ainda segurando sua cintura protetoramente.
Eles não estavam de folga. Eles estavam indo para um enterro no dia seguinte. E essa foi mais uma noite perdida.
Billy é muito bom com seus dramas e ele se afastou mais e mais de Stu, ele bebeu bastante por tão pouco tempo e o máximo que eles conversaram no bar fez eles passarem como completos desconhecidos um para o outro.
O garoto Loomis já está se odiando pela escolha de beber.
– Eu não estou bêbado. – Billy apontou. Mas seu sorriso é fácil e seu equilíbrio frouxo.
Stu está ali para fazer Billy respirar ar fresco, mas os dois sabem que o caminho agora é para fora dali e para dentro do hotel infernal.
– Não disse que você está bêbado.
Além de estar profundamente arrependido por estar zonzo como uma mula, ele se arrepende de não ter paquerado Stu como se deve. Talvez seja o álcool, mas pensar assim faz ele querer chorar.
– Stu.
– O que ?
– Me foda.
– O que ? – Não é a pergunta maliciosa do um amante em luxúria, mas sim a pergunta de alguém que não ouviu nada além de um sussurro.
– Você entendeu. – Billy piscou sedutor.
– Eu entendi porra nenhuma.
Billy tentou encostar sua virilha na do namorado logo a sua frente com um impulso. Um movimento muito falho. Se não fosse a parede ao seu lado ele teria caído. – Me fode Stu. Brinca comigo. – Billy disse choroso se segurando na parede meio de lado. Um pouco cômico. Um pouco trágico.
– Você está bêbado Billy. Vamos. – Stu disse voltando a caminhada com sua muleta quebrada chamada Billy Loomis.
– Não, eu não estou. E você não ligaria. E também você bebeu também.
– Não estou quase caindo no meio da rua não é.
– Você é grosso e chato. Não brincamos a semanas. – Billy fede álcool e murmura como se fosse cair no choro. – E ainda me faz ter ciúmes da sua namorada, da sua ex.
– Não sou eu quem está tentando tirar a virgindade da Sidney todas as noites ! – Stu teria dito mais alto mas eles estavam perto o suficiente.
– Você está com ciúmes ?
– É claro que eu estou ! Você não fala de outra coisa, não sei se sou mais seu namorado. Você dá mais atenção pra ela do que pra mim.
Billy levantou a cabeça. – Seu idiota. Estou bêbado por sua causa.
– Você disse que não estava bêbado ! – Stu exclamou.
– Aí. Olha Stu, eu não gosto de Sidney, mas você sabe que a virgindade é importante.
– Eu sei Billy. – Stu resmungou como se fosse de conhecimento geral. – Se você pode me fazer ciúme eu também posso. – Ele disse como se encaixasse na conversa.
– Podemos brincar essa noite ?
Ao invés de responder, Stu o beijou mais apaixonadamente que sabia. Um leve roçar de lábios e Billy já estava derretido abrindo a boca o quanto Stu precisava. Stuart provou diversas bebidas diferentes em uma única lambida.
– Ohn Stu. – Billy se pendurou em Stu quando o beijo cessou e foi tão lascivo que o mais alto ficou duro ali mesmo. Por Deus, eles estão no meio da rua.
– Vamos voltar pro hotel.
…
Foi um desafio subir tudo de novo e quando eles acharam que não podia ficar pior existia a escada de incêndio.
– Me fode Stu. Meu Stu ! Sidney não me merece, mas você sim. Me faça gritar seu nome. – Billy gemeu. Foi a primeira coisa que Loomis disse ao chegar lá em cima e Stu vai se lembrar disso para sempre.
Álcool e semanas sem sexo transformam o homem.
Stu empurrou Billy para cama. O menor seguiu facilmente e pareceu mais relaxado ainda quando o corpo de Stuart cobriu o seu.
– Você é uma coisinha provocadora.
Billy estava dando piscada mais longas com certeza efeito do álcool, Stu estava tirando proveito de seu pequeno menino não ser o reclamão usual.
Stu tirou a blusa de Billy e a sua em seguida, ele se deitou e voltou e beijou o peito do menino menor. Billy gemeu olhos bem fechados. Alguns beijos pelo peito e Stu foi um pouco para cima, beijando pescoço, clavícula e bochecha em provocação. Stuart lambeu dois de seus dedos antes de voltar aos beijos, e então ele brincou com os dedos úmidos num dos mamilos de Billy.
– Oh eu senti tanta a sua falta Stu. Você é tão bom nisso ! – Billy murmurou feliz.
O menor naturalmente não sabia o que fazer com as mãos então ele as deixou espalhadas na cama para segurar os lençóis.
Com a boca ocupada e os dedos brincando. Billy continuou a falar mesmo com o perigo de gemer entre as frases. – Sidney não vai me dar nada que você faz tão bem. – Ele disse.
Stu parou de beijar e cuspiu na outra mão, ele se levantou um pouco e agora massageava os dois mamilos. Ambos excitados. Ele podia sentir a dureza contra a sua coxa indicando que está fazendo um bom trabalho.
– Eu sei Billy. Você é uma vadia tão linda. – Stu riu e Billy se remexeu envergonhado e safado. – Tão entregue. Nenhuma das minhas namoradas confiou tanto em mim quanto você faz. – Stuart soprou no ouvido alheio.
– Eu deveria te chupar ! – Billy disse muito exaltado de repente.
Stu não discutiu. Ele se levantou, abaixou as próprias calças e esperou que Billy tirasse a cueca. Loomis se sentou rapidamente. – hmm. – foi o gemido de apreciação de Billy quando o membro saltou duro para longe da última peça de roupa.
– Duro assim por mim ? – Billy disse beijando o topo, seus lábios entreabertos passando por toda a extensão em um dos lados. – Eu também senti saudade. – Billy disse. E então ele olhou para cima como se só começasse agora um diálogo com Stu. – Eu tive fantasias incríveis com você Stu !
– Me diga algumas. – Stuart com olhos semicerrados fazem ele menos sóbrio. Billy riu.
O menor começou a bombear o pau de Stu com uma mão, a outra massageando o início da coxa e então deu uma chupada experimental. Stu sibilou de prazer.
– Eu adoro imaginar você e eu no chuveiro. Nós nunca fizemos, se lembra ? Você me prometeu. – E ele desceu a boca ao longo do membro rapidamente tentando levar todo o comprimento. Não foi tão bem pensado, Billy voltou engasgando. – Você me prendendo contra o chuveiro, me esmagando e me fudendo sem se importar.
Stu gemeu selvagem. Por algum motivo Billy brincou consigo mesmo quicando sobre os joelhos no chão duro e frio, gemendo contra o pau de Stuart.
Billy sugou o membro e finalmente ele estava fazendo algo certo. Stu jogou a cabeça para trás e quase resmungou um choro quando sentiu a ausência de boca do menor.
Um pop molhado e Billy estava tagarelando, bêbado meio dormindo meio alegre demais.
– Eu também gosto de imaginar você me fodendo comigo empinado. – Billy gemeu gratuitamente ao final. – Suas bolas batendo contra a minha bunda. Você gozando dentro de mim.
Billy se arrependerá de cada palavra e de cada grão da sua existência, isso é se ele se lembrar disso amanhã. Stu tem certeza.
Billy murmurou logo, com o pau obscenamente pousado ao lado da boca. – Com raiva e me batendo… Me xingando.
– Xingando de que Billy ?
Loomis acelerou o movimento na sua mão e quicou sobre os próprios joelhos, tão obsceno gemendo coisas que não fazem sentido porque quer que Stu se excite.
– Vadia, puta… Vagabunda.
– Embaixo do chuveiro ?
– Saímos do chuveiro e você está me fodendo no tapete do banheiro. Encharcado batendo contra mim, me fudendo preso no chão. – Billy disse.
O menor começou a se acariciar junto. Sua boca ocupada entre contar uma história e puxar o orgasmo do namorado.
– Me fode Stu, eu adoro isso. – Billy imitou seu tom carente e voltou a chupar o membro alheio.
– Sim é isso ! Geme Billy, geme pra mim Billy. – Stuart segurou e puxou levemente o cabelo de Billy. O menor se animou na punheta e acelerou um pouco mais em ambas as mãos. Loomis estava gritando melodias obscenas, quicando como se estivesse no cio, dando e se auto promovendo a punheta mais complexa que eles já receberam.
– Sim Stu venha assim, goze na minha bunda eu adoro o seu pau, tão grande dentro de mim.
– Sim ahw sim !
Stu gozou em jarros curtos e Billy veio logo atrás manchando suas calças. – Ohn. – Billy gemeu perplexo. Sua voz bem mais baixa em comparação a todo seu escândalo.
Stu o guiou para cima e de volta a cama.
– Isso foi tão bonito Billy. – Stuart disse feliz e orgulhoso. O menor ainda está cavalgando no orgasmo. Muito vidrado em quão sonolento ele ficou de repente. Mas ele ostenta um sorriso para o namorado.
Billy tem rastros de gozo no rosto que Stu desviou cuidadosamente para beijá-lo. Algo curto e delicado, Billy está perdido em um prazer pós orgasmo.
Stu foi até o banheiro e molhou a própria camisa para limpar os dois. Quando ele voltou tinha as palavras na boca mas elas morreram quando viram Billy dormindo desajeitado na cama. – Amanhã tomamos banho. – Stu fez beicinho. Ele limpou o corpo do namorado, abriu um pouco a janela para tentar tirar o cheiro de sexo e então arrumou o namorado como se deveria na cama. Ele voltou para fechar a janela e logo desabou na cama se questionando como durou tanto tempo sem apagar também, afinal ele já podia sentir o sono o levando embora.
-- --
Todos estavam vestidos de preto ou algo quase como isso. O lugar todo parecia estar pegando fogo, mas não é apenas a piada de ser um cemitério, mas é um dia muito quente. Billy não sabe se está se sentindo abafado assim por conta de sua ressaca, mas ele está se odiando de estar ali.
Ele colocou um óculos escuro no rosto para disfarçar e o ajudar mas ele tem certeza que estava com uma aparência péssima.
– Você está bem Billy ? – Sidney veio ao seu socorro alisando sua mão suada no rosto dele. Aquele gesto confirmava suas dúvidas.
– Sim.
– Você parece meio caído. – Ela não sabia o que era, mas seu namorado parecia ter saído do próprio corpo e quando voltou não conseguia se encaixar na própria pele.
– Acho que não dormi direito, só isso. – Billy murmurou sem ter coragem de olhar a namorada. Ela poderia descobrir que ele estava na pior ressaca de sua vida.
– Deus, eu também não. – Tatum chegou dizendo rapidamente. – Eu acordei no meio da noite com gemidos. A dona disse que ninguém podia fazer sexo, e aquilo é um maldito motel.
Billy sentiu que poderia cair. A vergonha o percorreu inteiro. Ele provavelmente deveria estar roxo a essa altura.
Quando ele finalmente olhou para cima ele viu um sorriso selvagem em Stu, atrás e sobre Tatum como uma divindade que sabia demais. E Billy queria morrer.
– Tive um sono pesado. – Comentou Sidney sem entender direito o rumo da conversa.
– Eu também ! Mal cheguei na cama e já tinha desmaiado. – Disse Stu.
No final das contas Billy tinha razão, as paredes eram realmente finas.
