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Language:
Português brasileiro
Stats:
Published:
2022-08-29
Words:
4,772
Chapters:
1/1
Comments:
5
Kudos:
105
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2,797

Cinema

Summary:

Onde, no meio do filme, Jungwon percebe que não sabe mais o que está acontecendo pois sua cabeça pensa em apenas uma coisa; seu namorado.

Work Text:

parte I

pensamentos 

 

O filme que passava na tela de cinema não é mais importante para Jungwon.

Ele já nem lembrava mais qual era o nome e não fazia a menor ideia do que estava acontecendo naquela cena. Na verdade, havia se perdido no momento que o cara decidiu entrar na caverna e viu seu irmão gêmeo que na verdade era ele mesmo. 

E aquilo foi muito complexo para Jungwon.  Jay, no entanto, tinha os olhos vidrados na tela, prestando atenção em tudo.

Todos os movimentos dos personagens, falas, mudanças de cenas, e até mesmo em possíveis detalhes escondidos.

Gostava de filmes daquele jeito, então, já era de se esperar que ficasse totalmente focado. 

Era sexta feira, e sexta feira é dia de cinema. Desde o início do namoro – há dois anos –, Jungwon e Jay vão ao cinema em todas as sextas. Não importa se não tem filmes novos e ele terão que ver algum repetido. Tudo que eles querem é estar juntos.

A sala estava meio vazia e as pessoas estavam alojadas na parte de baixo. Talvez por causa do ar-condicionado forte que batia nas cadeiras de cima; todos sabiam disso.

Até Jay e Jungwon, mas os dois gostavam de sentar nas poltronas mais altas, já que a vista era melhor.

O mais novo estava usando uma de suas saias favoritas; azul com corações desenhados na barra e uma blusa grande com um desenho do Cinnamonroll bem grandão, presa dentro da sainha. Nos pés, ele tinha um All Star branco, que fazia par com o de seu namorado. Eles tinham as letras JS e JW marcadas nas laterais, junto da data que começaram a namorar. 

Já Jay vestia uma calça preta com rasgos nas coxas e joelho, uma blusa vermelha com escritas em inglês – algo que Jungwon não sabia o que era –, e sua jaqueta preta de capitão do time de futebol, com o número 99 estampado atrás e "JAY PARK" escrito bem abaixo. Ele tinha os fios loiros jogados para trás, deixando que alguns fiapos caiam sobre sua testa. Seu side-cut estava a mostra. 

Jungwon brincava com a barra da saia e encarava a tela do cinema sem entender nada, praguejando baixinho por ter desviado o olhar em algumas cenas. Se tivesse prestado atenção 100%, não estaria confuso. 

Mas o que poderia fazer? Que culpa tinha? Seu namorado estava tão gostoso naquela calça justa e jaqueta de capitão; por mais que Jungwon já tivesse o visto daquela maneira tantas vezes, tinha algo sobre seu cabelo e perfume forte e masculino que fazia sua barriga ficar gelada e sua calcinha molhada.  Ele, então, levou seu olhar até Jay e viu que ele tinha a mandíbula pressionada e os olhos focados na tela.

Um de seus braços estava envolta do ombro de Jungwon e aquele compartimento de botar bebida, já havia sido levantado há tempos. 

Sua mente começou a lhe trair e tudo que ele conseguia pensar era na expressão séria que Jay tinha em seu rosto. A mesma expressão séria que ele tinha quando estava fodendo Jungwon em qualquer canto da casa do mais velho. Em como seus olhos, que agora estavam foçados na tela, não escapavam de sua boceta, sempre admirando cada parte dela, olhando-a com desejo, como os lábios, que agora estavam estavam pressionados, beijavam cada parte do seu corpo, da boca, até os mamilos, até a barriga, até o clitóris, até seu buraquinho traseiro, até suas panturrilhas. 

Desviou do rosto dele apenas para checar todo o corpo de seu namorado, podendo ver que ele tinha dois dedos apoiados nas coxas e analisou todas as veias que estavam saltadas na mão que estava vermelha e Jungwon tinha certeza absoluta de que estava quente. E, novamente, ele deixou sua mente divagar muito; lembrou de como Jay enfiava seus dedos dentro de sua buceta, lhe preparando para enfiar seu pau grosso em seguida. 

E com todos esses pensamentos, ele apertou suas coxas grossas uma na outra, sentindo uma umidade entre elas. Em poucos segundos, ele puxou as duas pernas para cima e as deixou juntinhas sobre a cadeira do cinema, querendo se matar por ter ficado excitado dentro da sala. 

O pior era que Jungwon estava encharcado por causa dos pensamentos que estava tendo com seu namorado e ele nem sabia disso. Estava tão focado no filme que não estava apar do que estava acontecendo ao seu redor. 

— Olha, amor, eu acho que o cara vai matar ele — Jay disse e Jungwon desviou o olhar de seu rosto para a tela, fingindo que estava assistindo o filme durante esse tempo todo. 

— Também acho, 'tá parecendo muito — respondeu, concordando com o namorado, mas na verdade não sabia do que ele estava falando. 

Jungwon resolveu tentar prestar atenção e ouviu o principal dizer "Você não teria coragem de fazer isso, eu sou seu irmão!" e ficou ainda mais confuso, eles não eram um só? Puta merda, perdeu mais informações do que gostaria. 

E na hora que um diálogo completamente difícil de compreender começou, ele decidiu desistir de tentar e só tacou tudo para os ares, poderia pesquisar a resenha do filme e ver os comentários no Twitter depois. Concordaria com qualquer coisa que Jay falasse e depois de algumas leituras, poderia conversar sobre o filme.

Daria certo, com certeza. 

Rapidamente olhou para seu relógio de pulso e viu que só havia se passado uma hora e meia.

Aquele filme o total de duas horas e cinquenta e seis minutos. Ou seja, ficaria preso naquela sala de cinema por mais uma hora e uns bocados. 

Voltou seu olhar para Jay e quis realmente se matar quando sua mente o fez pensar em como ele ficaria bem sentado no rosto de seu namoro enquanto os dois vestiam as roupas que estavam usando no momento.

Suas coxas grossas ficaram bem postas nas laterais do rosto dele e suas meias 7/8 com lacinhos nas barras seriam seguradas pelas mãos grandes e bonitas de Jay, enquanto ele rebola na língua com piercing dele. 

Sem notar começou a esfregar uma coxa na outra, o que atraiu a atenção de Jay. Ele, então, virou o pescoço e encarou seu namorado, que, para sua surpresa, estava olhando para si. Pode ver as bochechas dele corarem e ele desviar o olhar.

  parte II

fala

— O que houve, amor? — perguntou, gentil, fazendo um carinho no ombro dele. 

— Nada, hyung — respondeu com a voz baixa, não querendo chamar atenção de ninguém naquela sala. Mesmo que estivessem distantes demais do resto do povo. 

— Você está com frio, príncipe? Posso te dar minha jaqueta se quiser — colocou sua mão – e Jungwon notou que estava correto, ela estava quente –, em uma das coxas juntinhas do namorado, arrancando um suspiro alto dele. 

Jungwon, então, sentiu o rosto corar ainda mais e fechou os olhos, praguejando baixinho por estar tão desesperado e sensível a qualquer toque de seu namorado. Levou uma de suas mãos até a barrinha da saia, segurando-a para que não escorregasse e mostrasse sua calcinha branca encharcada. 

— O que houve, hm? — tirou seu braço do ombro dele e pôs os dedos no queixo, virando-o para si. Instintivamente, ele abriu os olhos, chocado com o movimento que foi obrigado a fazer. — Você não está gostando do filme? Está machucado? Tem algo te incomodando? Está com frio? 

— Não, Jay hyung, estou bem, juro — assentiu e deixou um selinho rápido nos lábios dele, arrancando-o um sorriso bonito. 

— Tem certeza? — ainda segurava o queixo dele com seus dedos e sua outra mão ainda estava na coxa esquerda. — Sabe que pode me contar se tiver algo de errado, não sabe? — inocentemente, sem saber o que aquilo causaria do namorado, deixou um aperto forte na pele macia e exposta, chegando perigosamente perto da barra de sua saia.

Jungwon, com essa ação, prendeu um gemido no fundo da garganta e fechou os olhos, se sentindo humilhado pra caralho. Que ele era exibicionista e uma vadia sedenta, seu namorado já sabia, mas Jay não havia feito nada pra deixar Jungwon daquela maneira. 

— Amor, o que houve? — desceu, lentamente a mão sobre a coxa, tocando a barra com a ponta de seu dedo mindinho. A esse ponto, ele já sabia o que estava acontecendo, mas queria ver até aonde seu namorado mentiria. 

— N-não houve nada, hyung, já disse! — soltou uma risada nervosa ao sentir os dedos dele segurarem a barra de sua saia.

— Vamos voltar a prestar atenção no filme! Estamos perdendo cenas ótimas. 

Ouviu uma risada baixa de Jay mas ele não disse nada, apenas voltou a olhar para a tela.

Mas não tirou seus dedos da saia dele. 

E isso estava fazendo com que Jungwon se molhasse ainda mais. Segurou, com força, no compartimento de bebidas da poltrona vazia ao seu lado, podendo sentir seus dedos começarem a doer um pouco. 

E assim, alguns minutos se passaram com segurança e Jungwon achou que estava livre das provocações ingênuas de seu namorado, mas sentiu os dedos dele começarem a enrolar a barra da saia, levantando-a ainda mais. 

— Hyung, o que você está fazendo? 

— Apenas brincando com a sua saia, amor, eu gosto muito de cetim — sorriu e continuou olhando para a tela onde uma cena de briga começava. 

Jungwon adorava cenas de ação geralmente, mas naquele momento, tudo que conseguia pensar era em como os dedos de Jay estavam descendo cada vez mais, com a saia entre eles, mostrando a coxa parte por parte. 

Ele se remexeu na cadeira e fechou ainda mais as coxas quando a saia estava totalmente levantada, mostrando sua calcinha branca de algodão, rendada na bunda. 

— Hyung, minha calcinha tá aparecendo... — levou suas mãos tentando se cobrir, mas Jay soltou a saia, deixando-a toda enrolada e segurou seu pulso. 

— E daí, amor? Qual é o problema? — perguntou, ainda fingindo inocência. 

— Estamos em público, hyung.

— Deveria ter pensado nisso antes e ficar extremamente excitado por algo que eu não sei — levou sua mão até a parte inferior das duas coxas, forçando a direita, para ter acesso a parte interna – já que não havia nenhum vão entre as coxas grossas.

— Você vai me contar o que te deixou assim? 

— Eu estou normal, hyung, normal — sorriu, mas sua respiração começou a ficar descompensada e seu peito começou a subir e a descer muito rápido. 

A mão de Jay desceu pela parte inferior da coxa e chegou na buceta coberta. Passou o dedo no tecido molhado e sorriu com aquela sensação. 

— Normal, não é? — trouxe os dedos molhados e levou até os próprios lábios, chupando-os. — Você ficou excitado vendo um filme de ação, bebe? Acho meio impossível, nenhum ator aí é bonitão e gostoso.

— N-não, não foi pelo filme — negou rapidamente. 

— E foi por quê? — virou o rosto na direção dele, encarando seus olhos. — Hein? — forçou o dedo contra o clitóris coberto e pode vê-lo morder os lábios para prender o gemido. 

— Hyung... não... — falou, mas abriu ainda mais as coxas. 

— Você diz não, mas abre as pernas para mim como uma vadia — deixou um beijo na bochecha gostosinha dele. — Patético.

— Não fala assim...

— Por quê? Até parece que você não gosta — segurou uma parte da calcinha e amaçou puxar para o lado e expor sua buceta molhada.

— O que te deixou tão molhado, neném? 

Jungwon, então, levou uma de suas mãos até o pulso de Jay e segurou-o, tentando tomar controle sobre a situação, mas recuou quando recebeu um olhar sério dele. 

— Fala, vadia — deixou um tapa estalado não coxa, dando graças a Deus pelo barulho do tiro ter saído sincronizado. — Se você não falar, eu não vou te ajudar e você vai ficar se esfregando nessa cadeira pra conseguir gozar, amor. 

Jungwon engoliu a seco e fechou os olhos com força.

— E-eu imaginei... 

— Hm, amor...? — ainda segurava a calcinha, ainda ameaçando puxa-la pro lado. 

— A-a gente no quarto e você m-me usando... 

— Te usando, amor? Como que eu te usei? — aproximou seu rosto do pescoço cheiroso de Jungwon e sorriu ao ver o cordão prateado; era como uma aliança deles. Colocou a língua para fora e lambeu uma longa faixa da nuca, ouvindo um suspiro baixo escapar dos lábios dele. 

— V-você... me f-fodendo em todos os cômodos da sua casa — respirou fundo, tentando não tropeçar nas próprias palavras.

— Em você beijando todo o meu corpo... 

— Quais partes amor? — deixou um selar molhado no pescoço dele. 

— Ah, não, hyung... Não me faz falar... 

— Fala, agora — mordeu levemente a pele e pressionou o dedo no clitóris. 

— Meus peitos, meu pescoço, minha barriga, minha buceta, meu outro buraquinho, minhas coxas, minha bunda... 

— Você gosta quando o hyung te beija todinho, amor? — passou a língua mais uma vez e sugou a pele, sabendo que ficaria um grande chupão. 

— Eu g-gosto... 

— Pensou em mais o que, amor? 

— Em você me chupando e me fodendo com seus dedos, pra depois me comer com seu pau grosso e gostoso — suas bochechas estavam pegando fogo e seus olhos estavam marejados. A vergonha tomava posse de si. 

— Você acha o meu pau gostoso, querido? 

— Eu acho, hyung. Eu queria tanto que você me fodesse agora... — rebolou contra a mão dele, tentando ganhar algo. 

— Já que você foi um ótimo garoto para mim, eu vou fazer algumas coisas com você, tá bom? — sorriu e subiu os beijos até a boca do namoro, podendo vê-lo assentir com vontade. 

— O que você quiser, hyung, só faz alguma coisa! 

Jay puxou-o pela nuca e começou um beijo.

Movimentavam as bocas rapidamente e o mais velho invadiu a boca de Jungwon com sua língua rapidamente, enrolando-a na dele. 

Dava leves arranhões pelo pescoço, sabendo que ficaria alguns vergões vermelhos e se sentiria muito orgulhoso. 

Mordeu o lábio inferior do namorado e com uma das mãos livres, segurou a lateral da calcinha e a desceu pela coxa, fazendo a mesma coisa do outro lado. Jungwon se assustou quando sentiu uma corrente de ar frio entrar em contato com sua buceta quente.

Soltou um gemido contra a boca de Jay e abriu ainda mais as coxas, como se fosse possível. 

Jay, então, levou seu dedo indicador até o clitóris inchadinho e começou a movimenta-lo, masturbando seu garotinho. Jungwon cortou o beijo e jogou a cabeça para trás, mordendo o lábio para conter o gemido alto que quis escapar. 

— Ah, hyungie... 

— Você está tão molhado, amor. Eu tenho esse efeito todo sobre você, é? — deixou um selinho rápido nos lábios dele e saiu da sua cadeira, se ajoelhando no chão. 

— Tem, hyung, você tem um efeito muito grande sobre mim — assentiu com a cabeça e sentia a baba escorrer da sua boca, mas não podia ligar menos. Sua sorte era que seu namorado achava uma delícia ver seu menino bagunçado. 

Jay sorriu com a imagem e deixou beijinhos por todos os cantos das coxas grossas, brincando com a meia 7/8. Queria muito arranca-las para poder beijar tudo, mas não queria desfazer o look de seu namorado.

Jungwon, ansioso, levou suas mãos até os fios loiros de Jay, puxando-os até sua buceta. 

— Apressado demais, amor...  — negou com a cabeça. — Eu vou fazer da maneira que eu quiser, tá? 

Com isso, ele queria dizer que iria lentamente. Jay gosta de chupar de maneira lenta, aproveitando cada parte da buceta dele. 

— Não, hyung, rápido, por favor — algumas lágrimas começavam a escorrer e ele só queria que o namorado o chupasse logo. E rápido. 

— Cala a boca, vão te ouvir — deixou uma mordida na virilha e passou a língua por cima da marca dos dentes. — Você não quer ser expulso e preso por atentado ao pudor, quer?

 Começou a negar com a cabeça rapidamente. — Não, não! Claro que não! 

— Então você vai ficar quietinho, né? — deixou um beijinho sobre o clitóris, vendo Jungwon fechar os olhos.

— Eu vou, eu prometo — umedeceu os lábios com a língua e se preparou para mordê-los. 

— Esse é o meu garoto — levou dois de seus dedos até os lábios grandes vermelhos e os abriu, conseguindo ter uma boa visão da boceta gostosa dele. Sorriu com a imagem e colou sua boca nele. 

Jungwon soltou um suspiro alto e prendeu o gemido na garganta, agradecendo a cena de luta que passava no telão. Ele podia ouvir coisas como "meu irmão!", "eu vou te matar, seu filho da puta", mas tudo que ele prestava atenção era na língua de Jay em sua buceta. 

Ele lambeu toda a área e ficou apenas no clitóris, passando a língua lentamente. Apertou a coxa quando sentiu Jungwon rebolar em seu rosto e elevou os olhos, mandando-o parar apenas com aquela encarada. 

— Jay hyung... — chorou um pouco mais. — Mais rápido, por favor, por favor — encontrou o olhar do namorado e se arrepiou ao ver que ele tinha os olhos afiados e focado em si, como se estivesse lendo sua mente. 

O mais velho ignorou o pedido e apenas continuou seguindo seu próprio ritmo, chupando o clitóris de vez em quando.

Os dedos de Jungwon seguravam com força os fios loiros de Jay e os puxavam, trazendo mais para perto de si. 

Jay sorriu contra seu clítoris e soltou-o, descendo até sua entradinha que estava encharcada de pré-gozo. Subiu seu olhar até Jungwon de novo e viu que ele tinha as bochechas coradas e o lábios sendo mordidos, tentando prender qualquer som que pudesse escapar de seus lábios.

Sabia que seu menino estava necessitado e decidiu agrada-lo um pouquinho mais.  


Em um movimento rápido, enfiou sua língua no buraquinho apertadinho dele, recolhendo todo o líquido gosmento e o fodendo com sua língua.

Afrouxou um pouco o aperto na coxa, sinalizando que ele podia se mover. E não demorou muito para que Jungwon estivesse rebolando e quicando sobre a língua do namorado, se fodendo cada vez mais rápido.  Jungwon não sabia que horas eram mas sabia que ainda tinha muito tempo, já que ninguém importante havia morrido ainda.

Isso quer dizer que eles tem um bom tempo pra foder.

  — Hyungie, seus d-dedos... — pediu, baixinho. 

— Hm? — soltou sua boceta e Jungwon empurrou sua cabeça de volta, não deixando-o parar de lhe chupar por um minuto sequer. 

— Não para, por favor! E eu pedi os seus d-dedos — rebolou mais uma vez, sentindo o nariz de Jay resvalar em seu clítoris. E isso o fez ver estrelas. Estar sendo estimulado em dois lugares eram uma das suas coisas favoritas. 

Jay, então, chupou pela última vez o buraquinho, tendo um pouco mais de pré-gozo dentro se sua boca e voltou pro clitóris, apenas para brindar com seu dedo do meio aonde Jungwon tanto queria. 

— Ah... aí mesmo, vai, por favor... 

E Jongseong foi. Enfiou seu dedo com facilidade devido a toda a lubrificação e também pelo fato de Jungwon não ser tão apertado. Já havia fodido várias vezes e por mais que a buceta dele ainda apertasse seu pau, os dedos não eram esmagados. 

Jungwon balbuciava palavras aleatórias e soltava gemidos manhosos, rebolando no dedo do namorado. Puxou a camisa de dentro da saia e subiu os dedinhos, apertando a própria cintura minúscula. Queria que fosse a mão de Jay, mas ele estava ocupado lhe fodendo com os dedos. Continuou subindo e chegou nos mamilos. 

Um arrepio se fez presente quando ele brincou com o piercing prateado em formato de flecha que estava na mamilo esquerdo. Era tão sensível ali. Gostava quando o namoro puxava e brincava com a flecha prateada, o provocando. Levou o dedo até o outro mamilo e o apertou, sentindo-o crescer rapidamente. 

Jay empurrou mais um dedo para dentro dele e continuou chupando seu clítoris e no momento em que ele se afastou e cuspiu em cima do pontinho cheio de terminações nervosas e abriu os dedos em formato de tesoura, Jungwon tremeu e disse, com a voz falha: — Hyung... estou g-gozando — seu estômago começou a se revirar e ele fechou os olhos, apertando os fios de Jay e o compartimento de bebidas. 

Jongseong o fodeu com mais rapidez e segundos depois, sentiu seu namorado esguichar sobre si. E ele sorriu orgulhoso, abrigando um pouco do líquido em sua boca.

Não era a primeira vez que Jungwon fazia isso, mas Jay não deixava de se sentir orgulhoso toda vez que acontecia. 

Cuspiu o líquido no chão e deixou um último beijo no clitóris sensível, podendo sentir as pernas dele apertarem sua cabeça. Seus fios loiros foram soltos e Jungwon caiu quase que deitado na cadeira, respirando fundo. 

— Isso foi... muito bom! — levantou o dedo para Jay que apenas riu e o puxou para um beijo desleixado. 

— Que bom, amor — se sentou na cadeira e abaixou a saia de cetim de Jungwon, deixando-o sem calcinha – essa que já estava guardada no bolso de sua calça há tempos. 

Passou os dedos nos fios loiros, arrumando a bagunça que Jungwon havia feito e em seguida, secou a boca, que ainda estava molhada. Voltou a prestar atenção do filme, sorrindo ao ver que Jungwon também parecia entretido. 

Mas não estava. 

Jungwon não conseguia parar de olhar para o volume marcado na calça do namorado. Jay estava de pau duro após lhe chupar. E ele queria tanto retribuir o favor pro namorado. Então, em um movimento rápido, ele se virou e jogou uma das pernas sobre o corpo dele, se sentando em seu colo. 

Jay desviou o olhar da tela, assustado com a rapidez de Jungwon e instintivamente levou suas mãos até a bunda dele.

— Que isso, amor? O que você quer agora, hm? 

Não recebeu uma reposta dita, mas sentiu quando Jungwon começou a rebolar lentamente contra si e teve que morder os lábios para conter o gemido que tentou escapar. A buceta ainda molhada de seu namorado estava se esfregando contra seu pau coberto. 

— Não, Wonie, aqui não — disse, e deu um leve aperto na bunda dele. 

Um biquinho apareceu nos lábios do mais novo e Jay rapidamente selou, desfazendo-o.  — Sem charme, tá? Em casa a gente faz. 

— Eu não vou pra sua casa, hyung, esqueceu que minha mãe mandou eu ir pra casa hoje? — rebolou com um pouco mais de vontade, vendo Jay fechar os olhos. 

— Então você vai ter que se fuder com seus brinquedos, amor. A gente não vai fazer isso aqui — negou com a cabeça e Jungwon quicou levemente em seu colo. — Wonie... 

— E você vai ficar de pau duro, hyungie? — se aproximou do pescoço cheiroso de Jay e deixou um beijinho na lateral dele, indo até o maxilar marcado. 

— Eu posso me resolver, amor, você que é uma vadia sedenta. 

Jungwon chorou com a degradação e deixou um chupão forte no pescoço dele. 

— Por favor, hyungie, ninguém vai ver — quicou suavemente de novo e levou um tapa estalado em uma das bandas.  E dessa vez, a salvação foi o grito do personagem principal. — Hyungie... vamos lá... — deu um cheiro na nuca, sentindo o perfume gostoso e masculino dele. E isso fez sua buceta piscar. — Me fode, hm? 

— Jungwon, você vai me fazer perder a noção — cravou os dedos na bunda, ouvindo um gemidinho contra seu ouvido. 

— Essa é a minha intenção, Jay hyung — enfiou sua mão por de baixo de seu corpo e chegou até o zíper e botão da calça, abrindo-a rapidamente. 

— Jungwon... — recebeu um selinho no lábio. 

— Shhh... deixa eu te fazer sentir bem, amor, por favor. 

E o silêncio de Jay foi a confirmação que ele precisava. Enfiou sua mão dentro da cueca preta da Calvin Klein e puxou o pau duro para fora dela, bombeando-o algumas vezes. 

Jay jogou o pescoço para trás e soltou um gemido baixinho. Jungwon sorriu com a reação e levou seu dedão até a fenda, brincando com o pré-gozo que era expelido.

A quentura do pau dele em sua mão era incrível e ele queria muito colocá-lo na boca e pagar um boquete, mas sabia que Jay não iria deixar. 

Após bombear um pouco mais, ergueu o corpo e roçou o pau dele em seu clítoris, gemendo junto de seu namorado. 

— Eu vou sentar em você com vontade, hyungie — sorriu e encaixou o pau dele dentro de si, descendo lentamente, tentando se acostumar com o caralho grosso dentro de si. 

Jogou a cabeça para trás e gemeu mudo, se sentindo preenchido. E aquela sensação era boa pra caralho.

As mãos em sua bunda agora faziam um leve carinho. Jay estava lhe reconfortando. Sabia que no começo era difícil para Jungwon pegar o pau de uma vez. Por mais que já tivesse experiência. 

— Wonie, você é tão gostoso, amor, você me aperta tão bem — puxou o garoto pelo pescoço e juntou as bocas num beijo rápido e necessitado. 

Jungwon, então, segurou os ombros largos de seu namorado e deu a primeira quicada, ouvindo-o gemer contra sua boca. Uma lágrima escorrer pela sua bochecha e ele sabia que não pararia de chorar tão cedo. 

Começou a quicar no pau grosso de Jay, gemendo baixinho e fininho a cada investida que dava. Adorava se sentir preenchido. Respirava pelo nariz enquanto ainda beijava o namorado com tudo, deixando baba escorrer pelo queixo e cair nas coxas grossas.

Aquela cena era tão pornografica que poderia estar no PornHub ou XVideos

Jay, então, enrolou a saia, expondo a bunda gostosa de Jungwon e abriu as bandas, já podendo sentir que ele também estava molhado ali, provavelmente do pré-gozo e o esguicho. Rodou um dedo na bordinha da entradinha intocada e ouviu um suspiro de Jungwon. Acabou com o beijo, dando uma mordida no lábio inferior dele e pode vê-lo abrir a boquinha. 

— Você adora quando eu te fodo nos dois buracos, não é, amor? Nos seus dois buraquinhos insaciáveis. Adora quando minha porra escorre dos dois, não é?

E Jungwon apenas assentia com a cabeça, fraco demais para responder alguma coisa.

Continuava a quicar no pau de Jay enquanto sentia o dedo dele começar a entrar em seu cuzinho. E isso o fez ir ainda mais rápido. 

— Gostoso — levantou o pescoço de Jungwon e lambeu novamente entre os chupões que já havia dado, roçando o piercing da língua na pele morna. 

No meio de uma quicada, Jungwon levantou sua camisa, mostrando seu piercing no umbigo e os mamilos rosados eriçados. E Jay sentiu uma pontada em sua barriga ao ver a flecha de metal no mamilo esquerdo. 

— Vem, por favor — Jay entendeu o que ele quis dizer e não demorou muito para estar com o mamilo dentro da boca, brincando com o metalzinho. Deixou uma mordidinha fraquinha, podendo sentir Jungwon lhe apertar dentro de si. 

— Wonie, eu vou gozar, amor — disse e sentiu-o começar a rebolar com vontade em si. 

— Em mim, dentro de mim! Por favor, goza em mim, me deixa todo sujo, eu imploro — mais lágrimas escorriam e ele estava se sentindo nos céus; a boca de Jay em seu peito, o pau em sua buceta e o dedo no cuzinho.  


Era o paraíso. 

Mais algumas puladas, Jay gozou dentro de si, enchendo-o totalmente. Soltou o mamilo dele e o beijou mais uma vez, ainda movimentando o dedo em sua entrada e deixando com que ele quicasse com vontade, atrás de seu segundo orgasmo. 

E não demorou muito pra vir. 

Suas pernas tremeram e ele gradativamente parou de quicar, respirando fundo. Encostou a cabeça no peito de Jay e pode ouvir risadinhas dele contra si. Lentamente, ele retirou seu pau e seu dedo de dentro do namorado e o abraçou, abaixando a saia. 

— Se sente satisfeito, amor? — beijou os fios sedosos, podendo vê-lo botar a blusinha pra dentro da sala e arrumar as meias 7/8. 

— Um pouco, só vou me sentir totalmente satisfeito quando eu te chupar e você me comer todinho mais algumas vezes — sorriu. — Com o seu pau, não apenas os dedos. 

— Vai ter que esperar alguns dias pra isso, querido — abraçou a cintura dele, e o balançou levemente. 

— Não, Jay hyung, você vai acabar comigo hoje — sorriu, sapeca. 

— Mas você tem que ir para casa, amor — afastou-se um pouco dele, para ver sua expressão e quando percebeu o que havia acontecido, arregalou os olhos. — Eu não acredito que você me enganou só pra eu te foder na hora que você quis! 

— Surpresa...! — deixou um beijinho na bochecha do namorado e saiu de seu colo, se sentando na cadeira gelada. — Se prepara para me foder com vontade quando chegarmos na sua casa, hyungie. 

— Jungwon!! 

— Olha, amor, eu acho que ele vai matar o irmão! Ou será que é ele mesmo? Eu não faço a menor ideia — apontou para a tela e viu Jay negar com a cabeça e fechar as calças, ainda surpreso demais para falar algo. 

E quando chegaram na casa do mais velho, Jungwon pediu, manhoso, para que ele o fodesse com força e foi isso que ele fez.

Ele precisaria de uma boa desculpa pra sua mãe quando ela lhe perguntasse sobre as manchas em sua coxa e porque ele andava esquisito.