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processo de divórcio

Summary:

No meio do processo de divórcio dos pais, Jimin acaba morando com a mãe por algumas semanas contra a própria vontade.
Na nova casa dos dois, pai e filho se encontram nervosos pelo reencontro.
Eles se reúnem e conversam. E fodem.

 

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Notes:

Leiam as tags que estão aí para isso. Além do incesto, óbvio, o mimi é menor de idade e se não gosta, me prive do trabalho de apagar seu cometário maldoso.

Obviamente >>não<< concordo com nada retratado aqui ou em outro dos meus trabalhos acontecendo na vida real, é tudo fictício, apenas um monte de letras e palavras sobre coisas sujas sem qualquer relação com a realidade.

Se você está aqui porque curte esses temas, espero que goste <3

(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

Apesar de usar meias dentro dos sapatos, Jimin ainda estava com os pés frios. Não era incomum ficar com frio em geral, mas nessa situação, era tudo devido ao nervosismo que estava sentindo. Quando o carro preto estacionou na frente do casarão, o loiro desceu - a viagem foi bem tranquila apesar dos guarda costas durões - e se encaminhou, querendo entrar e ir pro quarto o mais rápido possível.

 

Sem mencionar os dias afastados do pai, até aquele momento onde tinha que procurar o novo quarto era culpa da maldita mulher. Pouco depois da "resposta" do marido ante a sua proposta de divórcio, a mãe de Jimin o pegou e o levou com ela, mas não haviam completado nem 2 semanas juntos quando aqueles homens armados vieram e levaram o garoto dali.

 

Tudo aconteceu tão rápido mas Jimin mal teve o impulso de sentir medo. Ele havia se assustado com o barulho da porta sendo arrombada - aquilo só acontecia em filmes, não era? -, mas quando os homens obviamente muito bem treinados e muito bem armados entraram, o loiro sabia, de alguma forma, que o pai dele era o cabeça de toda aquela situação. 

 

Seria uma bela de uma mentira dizer que havia gostado de morar com ela, nunca se deram bem afinal de contas. Qualquer coisa era motivo para que ela brigasse consigo, implicasse ou apontasse que qualquer coisa que estivesse fazendo era boba e estúpida. Apesar disso, ele se comportou, sabendo que logo estaria nos braços do pai. Qual seria o propósito de dar atenção àquela louca? Isso só faria dele um louco também.

 

Ele foi levado para um hotel de luxo para se alimentar bem, tomar banho, trocar de roupa e relaxar o quanto quisesse (ter entrado num banheiro de um posto de gasolina para trocar de roupas já era suficiente mas o pai de Jimin mimava tanto ele...) antes de ser levado para a casa nova.

 

A cama era tão fofa quanto imaginava que seria, Jimin constatou quando se jogou na cama de casal do próprio quarto - decorado todo cor de rosa? Jungkook o conhecia tão bem -. Parecia ter o cheiro do pai, mas provavelmente era coisa da cabeça dele. Ele chegaria mais tarde - o que dirigia o carro tinha dito - e então a vida deles morando juntos (só eles, abençoados sejam os caras armados) finalmente começaria.

 

 

 

Na garagem, Jungkook estava dentro do carro, com a testa encostada no volante. Ele chegou pouco tempo depois de ver seu adorado filho entrando mas não tinha tido coragem de descer do carro. O moreno sabia que deveria ter pensado mais antes de ordenar aquilo - homens armados entrando num apartamento só para tirar uma criança da própria mãe - mas Jungkook era egoísta e possessivo demais para deixar para as "autoridades competentes". 

 

Demoraria tanto e ele quase havia ficado doido naquelas miseráveis 2 semanas, porque não deixar o dinheiro fazer seu trabalho? Ele poderia ter ido lá ele mesmo mas não queria que seu filho presenciasse ele virando o cão pra cima da mulher.

 

Sua reação não poderia ser julgada, apesar disso. O casamento com aquela megera foi só um ato de pura bondade do Jeon, depois de descobrir que estava grávida. Ele era rico e bem de vida, e como a desgraçada estava louca por ele, Jungkook sabia que ela não iria desistir da criança. Pelo bebê, ele tentaria fazer as coisas da maneira certa, e não simplesmente tirar ele da mãe e deixar ela em uma vala qualquer. Ele tinha que dar um bom exemplo, afinal.

 

Então eles casaram. Mas qualquer gota de "vou tentar me apaixonar ou ao menos ser um marido modelo" que havia em seu coração, evaporou quando o filho nasceu. Jimin era o ser mais lindo que Jungkook já teve o prazer de pôr os olhos. Ele começou a viver para o garoto e a mulher que já estava de escanteio mesmo antes dele saber da gravidez, virou menos que um figurante na história da vida dele.

 

O divórcio veio bem mais tarde do que Jungkook esperava, mas pra ser sincero, grande parte do tempo ele até esquecia que estava casado. Ele só não esperava que ela levasse o filho deles. O Jeon surtou assim que percebeu, grande parte dos móveis e objetos da casa tiveram que ser trocados depois de destruir tudo em puro ódio. A puta havia sumido do mapa sem mais nem menos só porque ele assinou sem nem olhar duas vezes os papéis do divórcio.

 

Que maneira estúpida de tentar chamar a atenção, o que ela esperava? Que ele corresse com lágrimas nos olhos em direção a ela como um boboca de filme de romance meia boca? "Oh querida, sinto muito por não ter sido bom, eu te perdoo por sequestrar meu filho e te amo". Haha. Jungkook cuspiria no caixão dela se decidisse ter a bondade de enterrar ela em um.

 

Mas bem, Jungkook era um homem calmo apesar disso - tudo envolvendo seu garoto era exceção -. Depois de colocar os próprios sentimentos no lugar, ele começou o planejamento. Achar ela foi simples e mais simples ainda foi pegar o garoto; Jungkook sabia que a maioria dos pais não faria isso só para ter o filho próximo a si de novo, mas ele não fazia parte da maioria mesmo.

 

Por isso estava nervoso, como não poderia estar? E se Jimin, a razão do homem ter nascido e vivido, estivesse horrorizado com o que ele havia feito? E se tivesse medo do Jeon? Ele não poderia viver dessa forma, Jimin era dele. Mas e se ele próprio pulasse em cima do menor assim que o visse e ragasse as roupas dele e- 

 

- Foco, Jungkook, uma coisa de cada vez. - Ao menos por isso ele poderia agradecer aquela piranha (ele a mataria se a visse), ela abriu os olhos de Jungkook e o fez perceber que é besteira perder tempo. O estresse que ele passou por simplesmente não poder cheirar aquela pele alva ou por não poder tocar nas madeixas do filho... 

 

Com isso em mente, Jungkook saiu do carro e entrou na casa, indo direito para onde sabia que o filho estaria: no quarto, provavelmente abraçando algum travesseiro e sendo uma gracinha sem qualquer esforço. Ele o encontrou no quarto, como achava que encontraria, deitado de lado e de costas para a porta. Com aquele maldito corpo perfeito.

 

- Jimin, querido? - Com a voz suave, o mais velho chamou, não perdendo tempo esperando autorização para entrar ou qualquer coisa do tipo. 

 

Ele já estava na frente da cama quando Jimin virou o rosto e seus olhos se encontraram. Jungkook poderia jurar que via o mesmo amor e desejo nos olhos do filho. 

 

- Papai! - Jimin soluçou enquanto se jogava no homem. Era tanta saudade dele que o mais novo mal sabia como havia sobrevivido.

 

Seus bracinhos envolveram o máximo que conseguiram a cintura de Jungkook, não conseguindo se fechar no tronco cheio de músculos. O mais velho respirou fundo aliviado enquanto abraçava o garoto de volta, suas mãos correndo pelo corpo pequeno e ficando mais tempo na bunda gordinha do que era realmente necessária antes de o pegar colo.

 

A diferença entre os corpos era óbvia. Apesar de já ter quase 12 anos, Jimin era uma coisinha miúda e adorável, feito exatamente para se encaixar no corpo grande do pai. Com o filho no colo ainda chorando baixinho, Jungkook se sentou na cama com as costas apoiadas na cabeceira, colocando o filho sentado sobre si e com a bunda bem pressionada no volume cada vez maior.

 

- Calma, gracinha. Com saudades do papai? - A mão tatuada que vivia em volta de armas e facas ou socando qualquer babaca, fazia um carinho suave na cabeça da criança, tentando acalmá-la.

 

Pondo os olhinhos para fora da camisa social, Jimin olhou para o pai com o rosto todo vermelho. - M-muita. Mas eu quase n-nem chorei porque sabia que o s-senhor ia me b-buscar. - Tão fofo tentando falar enquanto chora o caralho latejando com certeza concordava com a observação do mais velho.

 

Enquanto acalmava seu bebê choroso, Jungkook quase não percebeu que o quadril da criança agora se movia contra ele, tão devoto ele estava, até mesmo o pauzinho duro que o roçava de volta quase passou despercebido. O mais velho jogou a cabeça para trás, suspirando, ambas as mãos foram de encontro a bunda do filho, apertando levemente e o incentivando a continuar se mexendo. 

 

- Gosta de se esfregar no papai, gracinha? - Os olhos do mais velho estavam ainda mais escuros, agora de prazer, enquanto observava o próprio filho excitado buscando alívio.

 

- Muito. Eu sempre me s-sinto assim quando a gente se abraça, papai... - Depois de quase duas semanas, afastados, Jimin não iria se dar ao trabalho de pedir licença e ir se aliviar no banheiro como sempre fazia. Ele poderia ser um garotinho malcriado ao menos uma vez e fazer o que quisesse.

 

- Oh, querido~. - O gemido grave foi direto para o meio das pernas da criança que até tremeu levemente. - Você devia ter dito ao papai mais cedo. - Seu tom estava longe de ser repreensivo, ainda mais quando começou a salpicar a pele do pescoço do filho com beijos e mordidas. 

 

Apesar de Jimin usar um conjunto de blusa branca e short azul pastel muito fofo, Jungkook sequer pensou duas vezes antes de puxar o short pela costura lateral e rasgar a peça. Até a maldita cueca que o filho usava era fofa, como ele poderia resistir? Jungkook o pegou suavemente pela nuca e afastou o rosto do próprio corpo, o olhando nos olhos.

 

Com os olhos cheios de lágrimas e todo vermelho, Jimin era totalmente erótico. Havia quase uma coceira embaixo da pele do mais velho, implorando para simplesmente se enfiar no filho e foder foder foder- Jungkook conseguiu desviar os olhos do rosto de Jimin e percebeu a mancha de pré-gozo na cueca. Droga, ele ia arruinar esse garoto além da conta. 

 

O mais novo se sentia fantástico sob o olhar do pai. Havia tanto desejo ali, Jimin percebeu. Ele sabia que o mesmo olhar estaria estampado em seu rosto. Quase gozando sem nem ser tocado, o pequeno se aproximou do pai fechando a distância entre suas bocas. Primeiro, apenas um selinho que fez gotas peroladas escorrerem de ambos, foi suave e doce, quase romântico.

 

Mas então, a calma que nenhum dos dois tinha foi jogada pela janela. Jungkook agarrou o rosto do filho e se enterrou ali, beijando com força e passando a lingua por toda a boquinha pequena. Eles eram uma bagunça de gemidos e ofegos, saliva agora escorrendo pelo queixo da criança.

 

Era ainda melhor do que o mais velho havia sonhado, aquela boca aveludada era um paraíso na terra. Jungkook não aguentaria muito mais tempo se mantendo no controle, ele precisava entrar no calor virgem do filho antes que perdesse a cabeça e começasse a agir como um cachorro no cio.

 

Sendo pego pelo quadril, Jimin foi posto deitado na cama e enquanto ainda era beijado pelo pai, pôde ouvir os botões voando pelo quarto quando o mais velho rasgou a própria blusa. Eles tiveram que se separar para que Jungkook pudesse tirar o resto das roupas e o garoto aproveitou para se despir completamente.

 

Assim que ambos estavam nus, seus olhos não saiam do corpo um do outro. O corpo curvilíneo do filho em contraste com o cheio de músculos do pai só os fizeram latejar. Ambos estavam na beira do limite.

 

- Por favor. - Implorando, Jimin pôs as mãos na parte de baixo dos joelhos, puxando e os trazendo ao lado do rosto. Ele ficou completamente exposto assim, o pau pequeno e rosado vazando na barriga que ainda tinha aquela gordura de criança, deixando o cuzinho completamente exposto.

 

- Porra. - Jungkook voltou a estar em cima do corpo do filho, o caralho do homem - quase da grossura do antebraço de Jimin - babando no garotinho. Por alguns segundos, o mais velho nem sabia o que fazer. Ele era experiente, é claro - tudo antes do nascimento do filho -, mas diante daquele corpo pequeno que estava tão desesperado quanto ele para sentir prazer, Jungkook mal sabia por onde começar. Seus lábios se encontraram de novo.

 

Ele precisava prepará-lo, se lembrou. - Não consigo parar, porra. - A voz grave se fez ouvir no breve momento em que Jungkook se separou do filho em busca de ar. Ele estava tão viciado no sabor da boca do filho, a forma grosseira com que o beijava era prova disso, engolindo e provando tudo o que podia.

 

Jungkook cuspiu em dois dedos e circulou o ânus do filho, já de volta à boca dele - aquela língua pequena que se esfregava na dele... - e os meteu de uma vez, tão fundo quanto conseguiu. O corpinho tremeu enquanto gozava intocado, os olhos revirados e as pequenas mãos agarrando os braços do pai.

 

- Um garoto tão bom, gozando tão bem pro papai. - Jungkook o admirava enquanto o filho respirava rápido, seus dedos nunca parando de se mover apesar de Jimin com certeza estar sensível. O mais velho se abaixou até ficar com o rosto na barriga levemente gordinha, começando a lamber a goza ali enquanto adicionava um terceiro dele. - É bom quando o papai te fode com os dedos assim? -

 

Era tão difícil se concentrar, tinha sido um orgasmo tão forte e o papai ainda o fodia, Jimin já começava a soluçar de novo, agora chorando pela superestimulação. Ainda assim, ele não queria que o pai parasse. - M-muito... me sinto t-tão bem, papai~. - O mais novo já mexia os quadris contra os dedos do pai.

 

- P-papai... - Jimin choramingava com um biquinho no rosto, desesperado. Quando Jungkook levantou os olhos depois de limpar toda a goza do filho e viu aquele rostinho choroso e tão necessitado, percebeu que nenhum dos dois aguentaria mais. - Sim, eu sei meu amor. - Os dedos melados foram removidos e Jungkook se posicionou na entrada apertadinha. - Papai já vai dar pau pra putinha. - O mais novo gemeu baixo após ser chamado assim. Ele era adorado pelo pai mas ser diminuído durante o sexo assim... era muito bom.

 

As mãos do mais velho seguraram o quadril de Jimin no lugar enquanto começava a lhe penetrar. Jungkook mal podia acreditar que realmente (e enfim) estava fodendo o filho, ele quis isso por tanto tempo, fantasiou com essa mesma cena milhares de vezes e o mesmo poderia ser dito da criança corada em baixo de si. 

 

Sem dúvidas, apesar de quão excitados ambos estavam, Jungkook sabia que Jimin sentia dor, ao menos um pouco, mas o garoto era tão bom - sim, ele é uma vadiazinha feita só pra mim... - que não se importava de doer, de acordo que fosse fodido, nada mais importava (o mais velho não pararia de qualquer forma, mas era fofo ver quão safada a criança era).

 

Sem perder mais tempo, Jungkook se inclinou e se enterrou até o final, completamente colado ao quadril do filho. Ele chegou a quase deitar em cima da criança, seus antebraços do lado da cabeça de Jimin para dar sustentação enquanto o fodia.

 

- Céus... que rabo apertado~. - O cuzinho do filho era tão malditamente perfeito, molhado e delicioso, todo quentinho acomodando o caralho grande do papai. O mais novo estava todo bagunçado com o rosto sujo de lágrimas e saliva e revirando os olhos, Jungkook tocava tão fundo que Jimin sentia ele no estômago - sua protuberância na barriga o deixava tão fofo... -, todo seu corpo sentindo "choques" de prazer.

 

- Por favor, papai, m-me beija~. - Implorando com aquele rostinho de puta, Jungkook o daria qualquer coisa. A mão do mais velho se moveu, ficando na nuca suada do filho e ajudando a segurá-lo no lugar enquanto o beijava, a outra mão indo beliscar os mamilos erriçados. O novo apoio permitiu ao mais velho foder com mais força. Dobrado em cima do filho assim, metendo tão fundo, Jungkook parecia um cachorro no cio comendo uma cadela qualquer só para aliviar a dor no pau duro. E porra, como ele amava aquela cadela gostosa. 

 

O garotinho já sentia que iria gozar de novo, seu pauzinho pulando o tempo todo enquanto era fodido pelo pai. Jimin se sentia um campeão por levar o comprimento todinho daquela rola grossa, ele realmente havia nascido pra tomar o pau do pai. Da mesma forma que ele chupava a língua do mais velho sonhando com o momento em que pudesse lhe chupar o pau, Jungkook saboreava a boquinha pequena pensando no banquete que teria quando conseguisse tirar o pau do filho e trocá-lo pela própria língua.

 

Seus pensamentos giravam ao redor um do outro, de seus corpos, de seus gostos. Pai e filho nasceram para viver esse momento, esse, que iria marcá-los para sempre. Da forma mais prazerosa possível.

 

- Droga, porra de criança gostosa. - O mais velho proferiu depois de (infelizmente) se separar em busca de ar. Ele era tão sortudo. - Você é minha putinha amor, vai tomar o pau do papai até teu cuzinho gostoso ter meu formato. - Jungkook voltou a posição ajoelhada, se aproximando do orgasmo e querendo gozar tudo dentro da criança.

 

Suas mãos trocaram de lugar e foram para a cintura fina de Jimin, segurando e voltando a foder enquanto o puxava de encontro ao próprio pau. Jimin parecia quase uma boneca de pano frente a forma que o pai o fodia. O garotinho chorava e gemia alto, as mãos pequenas segurando as do pai ou cobrindo o próprio rosto, ele mal sabia o que fazer ou como agir diante de tanto prazer. Era um corpinho pequeno demais para tantas sensações boas.

 

- Porra~. - Jungkook latejava dentro do filho, seus dentes cerrados enquanto se aproximava do ápice. O mais velho moveu as mãos novamente, dessa vez agarrando o filho pela base da nuca e juntando seus rostos, ele gozaria fundo no garotinho e queria ver as expressões de Jimin nesse momento, quando enchesse o filho até a borda. - Papai vai te encher com tanta porra, minha putinha, você é meu filhinho gostoso que gosta de levar pau~. - As palavras baixas foram continuamente proferidas, Jimin o apertando cada vez mais.

 

Ele já estava com o pau todo vermelho de se segurar, seu papai era tão bom e gentil e não havia posto restrições quanto a isso, mas ele era um bom garoto (oh, como Jungkook concordava com isso) e gozaria ao mesmo tempo que o pai. 

 

Quando as estocadas ficaram fora de ritmo, Jimin começou a sentir a goza quente do pai entrando no seu rabinho, pintando de branco seu interior e fazendo um volume ainda maior no estômago. Quase ao mesmo tempo o pauzinho fofo da criança começou a esporrar entre os corpos fazendo Jimin revirar os olhos e inclinar a cabeça para trás.

 

Jungkook viu tudo, os olhos colados a cada mínimo movimento do filho. Gozar dentro dele foi um êxtase puro, tê-lo nos braços e assistir ele gozando também? O pobre menino ficaria dias sem andar pelo quanto o pai o manteria para si. Eles voltaram a se beijar, mais lentos mas tão famintos como sempre. 

 

Pouco depois ambos estavam deitados de lado, Jimin abraçando Jungkook enquanto o mais velho permanecia duro, dentro dele. Trocavam carícias enquanto conversavam sobre futilidades, desfrutando da companhia um do outro agora que haviam alcançado uma nova etapa no relacionamento. Jimin adormeceu nos braços do pai e acordou horas depois com o mais velho o fodendo. 

 

O casal adorável desfrutou da companhia um do outro até desmaiarem de exaustão (Jungkook fodeu o filho desmaiado até não aguentar e desmaiar também) ♡.

 

 

 

 

Apesar de cauteloso, o guarda respirou fundo e seguiu adiante, a mensagem precisava chegar ao chefe afinal de contas. Ele se virou de costas contra a parede ao lado da porta aberta, nem em um milhão de anos ele olharia lá dentro sem permissão. 

 

- Senhor, o assunto com aquela mulher já foi devidamente finalizado e foi tudo feito da forma como o senhor pediu. - O coração do homem batia rápido, era sempre assim quando ficava perto do outro homem.

 

Dentro do quarto, o som de pele batendo e ofegos eram tudo o que havia para ouvir. Jungkook estava deitado com os braços atrás da cabeça, admirando o filho lindo e perfeito e todo dele pulando como um coelhinho afoito em cima do caralho melado. O garotinho choramingava enquanto prendia o lábio inferior entre os dentes, o pau do papai chegava tão fundo...

 

- Sim, sim, muito bom. Pode se retirar. - Do lado de fora, o homem se sentia muito grato pelo filho do chefe. Jungkook ter se segurado por todo aquele tempo o fez ficar irritadiço e agressivo. Mas graças a Jimin, o homem era muito mais calmo. Nada que foder o próprio filho não resolvesse.

Notes:

eu gosto de gente apaixonada tratando quem atrapalha eles como poeira no ombro e gosto de clichê de máfia também... acontece...