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Destruição construtiva

Summary:

Tartaglia mergulha com prazer na ferida aberta, afundando seu punho mais profundamente, fazendo seu superior sentir cada movimento em suas entranhas planejadas, até que enfim percebe o preenchimento do espaço vazio onde o coração deveria estar, estagnando ali.

"ISSO!!! Oh…" Scaramouche grita, um som gutural de êxtase agonizante saindo de sua garganta, convulsionando com a intensidade desejada da sensação.

Notes:

Queria ressaltar que nessa história vai ter menção a sangue e violência, mas os dois tem interesse na sensação intensa que isso trás, então tá suave! Especialmente o Scaramouche, escrevi ele considerando que seu corpo é sintético e os nervos planejados não sentem as feridas com a mesma intensidade humana, como se ele fosse levemente dopado a toque físico, por isso anseia por mais no nível brutal.

E no período em que escrevo isso, já vimos em jogo ele equilibrar os próprios sentimentos quando passou a ser o Andarilho, mas tentei retratar a fúria e angústia incubada que ele tinha quando era Scaramouche mesmo.

Não planejei o cenário em que eles estão, só escrevi ligadão nos 220, então eles podem estar em uma cama, em um canto do esconderijo Fatui, em uma viela escura, no limbo, em uma casinha de sapê, o leitor q sabe...

Boa leitura!

Work Text:

As mãos de Tartaglia percorrem o corpo flexível de Scaramouche, mapeando cada curva e contorno vorazmente. O menor arqueia em seu toque, desejando mais intensidade. Tartaglia já estava dentro, rearranjando o interior dele a cada estocada de sua ereção. Os dedos do Fatui apertam com vigor as coxas e costas de Scaramouche.

Este último tinha o punho fechado para se segurar nas madeixas ruivas, as pernas envolvendo Tartaglia pela cintura e os braços pelos ombros, puxando-o com força contra si. Estavam impossivelmente misturados, apertados um no outro e se submetendo a mordidas, tapas, impactos fortes da pele e mesmo assim não era o suficiente.

"Preciso… cada centímetro… seu… dentro de mim", Scaramouche ofega, a força dos movimentos de intromissão roubando palavras em sua frase, desespero escorrendo de sua voz. Tartaglia sorri, seus olhos brilharam com intenção perversa.

"Certeza?" Tartaglia pergunta, já sabendo a resposta. Scaramouche zomba indignado.

"Coloque-se… no seu lugar… verme!... Não questione!” Scaramouche rosna e o prende no lugar com uma força imobilizante, aperta a garganta do outro ameaçadoramente “esqueceu com quem está fodendo?" Ele completa ao pé do ouvido, desafio em seu tom.

Tartaglia ri sombriamente, então seu punho soca com força entre as costelas de Scaramouche. A carne sintética cede ao golpe, abrindo-se para aprisionar o causador da abertura no interior oco.

“URGH….” Scaramouche urra. Suco de vitalidade dele espirra no corpo de seu subordinado, sangue.

Tartaglia mergulha com prazer na ferida aberta, afundando seu punho mais profundamente, fazendo seu superior sentir cada movimento em entranhas planejadas, até que enfim percebe o preenchimento do espaço vazio onde o coração deveria estar, estagnando ali.

"ISSO!!! Oh…" Scaramouche grita, um som gutural de êxtase agonizante saindo de sua garganta, convulsionando com a intensidade desejada da sensação. Tartaglia volta a suas estocadas implacáveis, metendo em Scaramouche com uma ferocidade que beira a violência.

"SIM, PORRA, ASSIM MESMO!" Scaramouche urra, sua voz rouca de luxúria e dor. Ele se agarra a Tartaglia mais desesperadamente, arranha as costas do outro homem com suas unhas e deixa vergões vermelhos raivosos em seu rastro.

Os quadris do Fatui se movimentam furiosamente, empurrando mais fundo e mais forte no corpo disposto de Scaramouche, agora com uma alavanca a mais de envolvimento. O som obsceno de carne batendo contra carne enche a sala, misturado com um contato molhado, respiração irregular e os gemidos lascivos da dupla.

Os olhos de Tartaglia se arregalam com um brilho maníaco ao sentir aquele líquido quente e pegajoso espirrando, manchando sua pele. O sangue de Scaramouche, a própria essência de seu ser, pinta o corpo de Tartaglia em uma obra prima macabra e ele se deleita com uma sensação distorcida de euforia que o inunda.

"Scara- Aaah... eu posso sentir você todo por dentro!Aaah...!", Tartaglia rosna, sua voz pingando com alegria sádica, sua sombrancelha se une no centro da testa enquanto sorri. Scaramouche geme desenfreadamente, intoxicado pela agonia requintada do toque de Tartaglia e seu tom de voz inebriante.

O menor captura os lábios do outro em um beijo ardente, sua língua mergulhando fundo para provar o gosto acobreado de seu próprio sangue na boca de Tartaglia de maneira caótica devido aos impulsos do corpo.

“hmm…” Ele beija de volta, seus dentes mordiscando os lábios de Scaramouche com força suficiente para extrair mais gotas vermelhas.

A mão de Scaramouche serpenteia entre seus corpos suados, agarrando sua própria ereção pulsante, mesmo que a pressão da proximidade não o permita mover. Ele acaricia o dedão em sua ponta com desespero frenético e o pré sêmen vaza copiosamente sobre seus dedos enquanto persegue o prazer. Seu corpo treme a cada impulso dos quadris de Tartaglia, as sensações o dominam.

"Porra Ajax… não para…!" Scaramouche grita, sua voz rouca de luxúria.

Tartaglia enfia nele implacavelmente. Seu pau deslizava para dentro e para fora do calor apertado de Scaramouche e o punho permanecia enterrado no interior úmido do torso do outro, embebendo os dois com barulhos viscosos e frescos mais altos a cada leva como uma sinfonia. A intimidade bizarra deixando os dois loucos em uma crescente de desejo.

Em ritmo frenético, subindo cada vez mais alto em direção à liberação, seus corpos se movem juntos. A mão de Scaramouche criando fricção pontual em seu próprio membro, suas costas contorcendo conforme ele se aproximava do pico. Tartaglia também sente a pressão aumentando, suas bolas apertam quanto mais ele se esgueira pra perto do fim.

Estocadas intensas, quadris batendo com uma força que destruiria a pélvis de um homem comum. Mas ambos não são homens comuns, muito menos Scaramouche; ele se deleita com o ataque brutal, seu corpo fora projetado para suportar potências mais selvagens.

"Sim!! Continua!! Aaah…a-assim!" Scaramouche exige, sua voz um rosnado gutural. Tartaglia obedece com um sorriso perverso, metendo constância.

O menor se acaricia furiosamente com um esforço vindo só além, agora consegue mover sua mão minimamente para bombear seu eixo dolorido em meio ao tumulto da proximidade. Gotas peroladas de pré sêmen mal se acumulam na ponta ao serem rapidamente espalhadas em seu frênulo pelo toque insistente.

Com a pressão aumenta até um ponto febril, enquanto seus corpos se contorcem em êxtase, a carne sintética de Scaramouche pulsa ao redor do pau e do punho de Tartaglia, enviando ondas de choque de prazer através de ambas as formas finalmente. Com um grito rouco, ele atinge seu clímax primeiro.

“OH!” Seu pau se contrai violentamente entre seus dedos enquanto grossas cordas de esperma irrompem, respingando em seu peito e no abdômen de Tartaglia ainda em movimento.

O Fatui afoito, nas últimas inserções descontroladas, enterra mais o punho dentro de Scaramouche enquanto seu orgasmo o atinge também logo em seguida. Seu pau pulsa, inundando o interior daquele em seus braços com semente quente. Eles se agarram um ao outro, estremecendo e ofegando enquanto as ondas de prazer os envolvem.

Conforme suas respirações se estabilizam, Tartaglia lentamente retira seu braço de dentro do corpo de Scaramouche. A carne sintética se une novamente, sem deixar vestígios da violação. Eles se desintegram em um emaranhado de membros suados, aproveitando o brilho residual de sua intensa cópula.

À medida que a intensidade do encontro diminui, Tartaglia se vê experimentando uma profunda sensação de satisfação. Sua sede de sangue, sua energia crua e primitiva que geralmente o leva a buscar batalhas, toda canalizada nesse ato carnal. Normalmente saciada apenas por combate, agora parecia saciada pela união violenta compartilhada.

Ele olha para Scaramouche, que adormeceu em seu colo. O rosto do outro Fatui, geralmente torcido em um sorriso de escárnio ou de raiva, agora parece sereno e pacífico. Os dedos manchados de Tartaglia traçam as linhas suaves do rosto de Scaramouche, maravilhando-se com o quão vulnerável e inocente ele parece em repouso.

"Quem teria pensado", Tartaglia reflete calmamente, "que encontraríamos uma saída tão perfeita para nossas... Necessidades"

Ele sorri, uma rara expressão genuína cruzando suas feições. Neste momento de tranquilidade, Tartaglia sente uma conexão que transcende seu ser usual. Os dois Fatui, movidos por impulsos obscuros, encontrando consolo nos braços um do outro, relaxam juntos.

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