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Peitos

Summary:

Viktor descobre que Jayce é viciado em seus seios, e as coisas ficam interessantes a partir disso.

Notes:

não me julguem, estou ovulando e também gosto muito de tetas. Freud explica.

(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

Jayce gostava dos peitos de Viktor.

 

Esse foi um fato que o inventor teve que aceitar em meio ao seu relacionamento com o Conselheiro. Jayce gostava de seus peitos e não havia nada que Viktor pudesse fazer sobre isso.

 

Tudo começou em uma noite de verão no laboratório deles. Havia aquele sentimento aflorado por ambas as partes, mas além de trocas de olhares e corações palpitando, não havia nada entre eles.

Era uma noite quente, mas isso não impediu que ambos os rapazes insistissem em permanecer no laboratório para desenvolver o projeto Hextech. O projeto era novo e muito desacreditado pelo Conselho, por isso qualquer avanço era precioso. Por volta das duas daquela madrugada, os cientistas desistiram de fazer qualquer avanço antes do amanhecer, o suor escorrendo em seus testamentos e fazendo suas roupas grudarem em seus corpos era demais para que os jovens pudessem resistir. Tarde demais para voltar para casa, os parceiros concordaram em permanecer no laboratório naquela noite e voltarem para casa quando o primeiro raio de Sol tocasse às ondas do mar. Tirando uma garrafa de vinho da bolsa, Jayce fez travesso para seu parceiro e ambos se direcionaram até a sacada.

 

Sentados ao chão sujo de poeira, os cientistas revezavam a garrafa enquanto olhavam de cima a maré alta e a força do mar batendo contra as pedras. Nesse ponto, ambos os homens tinham se desfeito da maior parte de suas roupas pesadas do uniforme da Academia, Jayce havia dobrado as mangas de sua camisa e a barra de suas calças, enquanto Viktor havia apenas se livrado do colete e abertos alguns botões de sua camisa .

 

Por horas eles conversaram sobre o passado e o futuro, sobre a Hextech e sobre suas vidas. Até que em meio a alguma piada de Jayce, Viktor encolheu os ombros para rir, foi quando sua camisa deslizou pelos ombros e caiu de lado em seu braço, revelando seu peito redondinho e empinado. Quase imediatamente, Jayce parou de rir como se de repente tivesse ficado sóbrio, seus olhos eram atraídos pela imagem de sua frente. Viktor continuou a rir da bobeira qualquer que Jayce tivesse aqui, até que finalmente veja o que havia acontecido, a percepção talvez tenha vindo pela repentina quietitude de Jayce e seus olhos traiçoeiros, ou pela brisa soprando seu lindo e rosa mamilo fazendo-o suportar.

 

Corado de vergonha, Viktor em um sobressalto agarrou a parte caída da camisa e cobriu seu seio mais uma vez. Em meio ao desespero, Viktor acabou derrubando seu copo de vinho por todo o tecido branco, fazendo sua camisa colar contra seu corpo, desenhando perfeitamente seus seios pequenos e os mamilos marcados. Com as bochechas ardendo e os dentes mordendo agressivamente seus lábios inferiores, Viktor arregalou os olhos em direção a Jayce.

 

Talis não se lembrava do momento em que o álcool saiu de seu corpo ou quando sua boca começou a salivar, mas de repente se encontrou desse jeito, engolindo à seco enquanto seu pau começava a demonstrar sinais de que aquela era uma calça muito atraente para a ocasião . Respirando pesadamente como se tivesse corrido uma maratona, Jayce se mudou lentamente de seu parceiro, como um caçador se aproxima de sua presa. Jayce desviou seus olhos até o rosto de Viktor para procurar algum sinal de recusa, mas o que encontrou foi seu parceiro banhado pela luz do luar, com a boca entreaberta e seus olhos levemente arregalados. Atento aos movimentos de Jayce, Viktor encarou de volta balançando levemente com a cabeça, o que foi o suficiente para Jayce agir e levar seu pulso para cima.

 

Ao se aproximar, com seus olhos ainda conectados aos de Viktor, o homem menor deixou suas armaduras caírem e removeu suas mãos do caminho. E quando Jayce tocou gentilmente o seio descoberto anteriormente, ambos soltaram a respiração em colapso, como se esperassem isso por anos. Talis abriu levemente o peito de Viktor, sua mão cobrindo o inchaço por inteiro. Roçando os dedos nos botões da camisa, Jayce deslizou sua mão na fenda aberta da roupa e tocou a pele macia de Viktor por baixo do pano, Talis abriu a pele branca e então passou o questionamento no bico do peito resistido, beliscando levemente o lugar. Arqueando as costas, Viktor se inclinou para seu parceiro, apoiando sua mão esquerda no ombro do maior enquanto a direita remove o pano de seus ombros, dando a Jayce mais uma vez a visão de seu peito anteriormente exposto. Com muita saliva na boca, Jayce tomou a única decisão consistente nesta situação e se inclinou sobre Viktor, abocanhando todo o peito do menor.

 

— Jayce! — Viktor gemeu, deslizando os dedos nos cabelos escuros de seu parceiro, inclinando a cabeça de Talis contra seu tronco enquanto ele mesmo se inclinava na direção ao mais novo.

 

Passando os braços em torno de Viktor, Jayce se ajoelhou entre as pernas do Zaunita, sua boca nunca deixando a pele inchada do menor. Irritado com o tecido do uniforme roçando em sua bochecha, Jayce tirou uma de suas mãos que seguravam as costas do outro homem e estourou os botões que ainda estavam fechados. Agora com ambos os peitos de Viktor expostos e empinados em sua direção, Jayce passou a língua no seio esquecido enquanto apertava o outro, quente e inchado em suas grandes mãos calejadas pela forja.

 

Gemendo o nome de Jayce, Viktor abriu suas pernas em torno dos quadris do homem, esfregando o pau dolorido do Piltovense contra sua boceta molhada ainda coberta.

 

Naquela noite, Jayce beijou e beliscou os peitos macios de Viktor até seus lábios ficarem inchados e doloridos. Foi naquela noite que eles se beijaram pela primeira vez, que ficaram nus um de frente ao outro, que Jayce descobriu o quão fina era a cintura de Viktor e que quando a segurava com as duas mãos quase podia encostar seus dedos, foi a primeira que Jayce lambeu as dobras da boceta de seu parceiro, que eles descobriram que uma protuberância cresceu na barriga de Viktor toda vez que Jayce fundou seu enorme e grosso pau dentro da Zaunita, e que Jayce gostou de deixar marcas como um filho da puta possessivo que era. E foi naquela noite que Viktor descobriu que Jayce era viciado em seus peitos, e a partir dali as coisas começaram a ficar interessantes.

 

Após aquele primeiro momento íntimo, Jayce e Viktor aceitaram seus sentimentos escondidos por muito tempo e encontraram por fim um relacionamento de verdade. Era fofo e falado no início, apesar daquela noite em questão em que eles causavam muita sujeira pelo laboratório. Mas conforme a intimidade crescia no namoro deles, Jayce parecia cada vez menos envergonhado em esconder seus desejos na cama.

 

Viktor não tinha um bom relacionamento com os próprios seios, nunca teve dinheiro para realizar uma cirurgia de remoção e quando mais jovem até cogitou em fazer uma cirurgia em si para resolver o problema. Mas ao envelhecer, Viktor foi se acostumando com seus peitos, por sorte eles eram pequenos e quando Viktor descobriu os poderes de binders e faixas, o problema era escondido por baixo dos panos. De início, Viktor tampava seus seios o dia todo, mesmo que dosse um pouco e que não fosse bom para sua saúde, mas não era nada além do que ele já havia experimentado anteriormente com sua própria perna. Porém, com a manipulação lenta de sua saúde e a necessidade de usar o colete para suas costas, Viktor foi obrigado a deixar seus seios livres por algumas horas ao dia. De início, Viktor ficou sem a faixa apenas em casa, ou seja, sem horário de dormir, mas quando seu relacionamento com Jayce começou e Viktor então se sentiu mais à vontade no laboratório a sós com seu próprio namorado, o Zaunita não se importou em deixar seus seios roçarem a camisa do uniforme por algumas horas, até que isso se tornou um problema, um problema que Viktor não se importava muito.

 

Começou inocente, ou o mais inocente que aquilo parecia ser. Em meio ao sexo, Jayce dava muita atenção para os peitos arrebitados de seu namorado. Viktor não gostava muito da ideia de seus peitos serem tocados durante o sexo, suas antigas experiências sexuais fizeram seu relacionamento com seus seios ficar ainda pior, mas Jayce era diferente, ele parecia gostar e abocanhava com fome os episódios de Viktor. Até que as coisas foram se escalando.

 

Antes, Jayce só ousava em abocanhar os peitos de Viktor em meio ao sexo. Mas então, em um dia ou outro, Jayce chegava por trás e apertava os peitos de Viktor no meio ao trabalho, ou passando as mãos no meio ao banho, ou acariciava em meio a um abraço, só para ver como Viktor reagia. Acontece que Viktor nunca reagiu níveis, e talvez esse tenha sido seu erro, ou seu acerto.

 

De repente, Viktor se encontrou em uma realidade em que Jayce teve a oportunidade de beijar seus peitos o tempo todo, e ele não sabia como havia deixado isso acontecer, ou se queria que aquilo parasse. Se Viktor estava deitado atoa, Jayce o seguiu e enfiou a cabeça entre os dois montinhos. Se Viktor estava distraído, Jayce se aproximava e deslizava as mãos para dentro das roupas de Viktor, e o mesmo acontecia se Viktor estava concentrado. Se o Zaunita sentou-se no colo do mais velho, as mãos quentes chegaram em seu corpo antes mesmo do pau poder se aguentar em sua bunda. E se Viktor usasse sua faixa, Jayce ficaria o olhando com olhos pedintes.

 

As vezes Jayce ficou muito animado e beijou a região até enjoar – o que nunca acontecia, então Viktor tinha que afastar a cabeça de Jayce por conta própria. Mas em outros momentos, Jayce apenas passava os dedos, beliscando os mamilos de Viktor para se distrair ou pensar, como se aquele fosse um comportamento normal que não causasse nenhum efeito ou desejo em Viktor.

 

Mas conforme o tempo, Viktor foi se acostumando, e passou a gostar muito do traje esquisito de Jayce. As vezes Viktor andava pelo apartamento sem roupa ou apenas sem a parte de cima, poupando o tempo de Jayce que deixaria seus peitos à mostra de qualquer forma em algum momento do dia. Em um dia mais animado ou em seu período fértil, Viktor oferece seus mamilos por conta própria a Jayce. Por uma ou duas vezes aconteceu de Viktor se aproximar de Jayce concentrado em meio às fórmulas e subir sua camiseta até os ombros, e a língua chegou em sua auréola mais rápido do que o cérebro de Jayce poderia ter processado a informação.

 

A bizarrice da situação estranhamente fez Viktor não odiar tanto aquela parte de seu corpo, e os pensamentos de fazer uma cirurgia de remoção pararam de inundar sua mente com a mesma frequência de antes. Mas a preocupação ainda é a corrosão por dentro, as engrenagens em sua mente trabalhando em uma pergunta que parecia não haver uma resposta. Agonizado com as próprias paranóias, Viktor resolveu compartilhar com Jayce.

 

Era domingo à tarde, eles não fizeram isso ao laboratório daquele dia, Jayce obrigou Viktor a concordar que ao menos uma vez na semana eles iriam descansar. Eles estavam no apartamento de Viktor, agora eles estavam passando muito mais tempo ali quando não estavam no laboratório. Viktor estava deitado de costas em seu colchão meio duro, a camiseta branca sem estampa que usava estava presa atrás de seu pescoço, e em cima da Zaunita estava Jayce que abocanhava carinhosamente o peito esquerdo de Viktor. Mesmo em meio à suspiros e contorções, aquela dúvida sincera não saiu de trás da orelha de Viktor como um caralho de uma pulga. Passando as mãos afetuosamente pelos cabelos de Jayce, Viktor encarava o teto, pensando demais para quem tinha dentes raspando em seus mamilos. Suspirando fundo, Viktor balançou a cabeça e desceu seu olhar até Jayce, apenas para ser surpreendido por seu parceiro que o encarava enquanto passava sua língua nos mamilos rosados ​​do mais velho.

 

Em meio a um gemido, Viktor convidou carinhoso para Jayce que enviou de volta.

 

— Jay... — Viktor chamou em meio às risadas.

 

- Hmmm.

 

Enterrando os dedos finos nas mechas escuras de Jayce, Viktor lentamente levemente para chamar a atenção de seu namorado.

 

— Jay... — Viktor riu. – Espera... espera... – O homem menor passou levemente a cabeça do Piltovense para longe se seus seios.

 

— Hmm... O que foi, amor? — Jayce se moveu para cima, atacando os lábios de Viktor em vários selinhos.

 

— Eu estava pensando, sabe... – Viktor concedeu, sentindo os lábios de Jayce descerem por seu pescoço e então cada vez mais baixo. O Zaunita encaixou as mãos no pescoço de Jayce e o suspendeu para cima novamente.

 

— Uhum... – Jayce colou suas bocas mais uma vez, deslizando sua língua entre os lábios receptivos de Viktor.

 

Talis deslizou sua língua até a bochecha de Viktor, e então até o maxilar do homem. Chupando a região meio concentrada, Jayce parecia alheio da expressão pensativa no rosto de seu namorado.

 

— Por quê você gosta tanto deles? – Viktor por fim cuspiu, deixando seus pensamentos saíramrem como o estouro de uma represa.

 

— Hum? – Jayce falou com a sobrancelha. Tirando a própria boca da pele marcada de Viktor, Jayce nivelou seus olhos aos de seu parceiro, encarando o homem de maneira confusa. – Como assim?

 

Viktor mordeu os lábios, desviando seu olhar para qualquer lugar que não os olhos de Jayce.

 

— Por quê que você gosta deles... Sabe, meus peitos. — Viktor disse mais uma vez.

 

Jayce inclinou a cabeça para o lado, como se ainda não tivesse entendido a situação.

 

— O que você quer dizer com isso, Vicky?

 

Viktor limpou a garganta se sentindo nervoso. Brincando com as mechas do cabelo de Jayce, ainda sem olhar para o maior, Viktor contínuo:

 

— Eu estive pensando... não sei. – Viktor mordeu o interior de sua bochecha. – Você parece gostar tanto deles, mas eu não entendo. Eles são tão pequenininhos, acho que talvez você goste de algo... maior? – O homem finalmente criou coragem e olhou para Jayce mais uma vez.

 

— Algo maior? – Jayce disse em um quase escarnio.

 

— Sim, sabe... Pensei que você se divertiria com algo maior, com mais carne. Eu não tenho muito a oferecer. – Viktor engoliu em seco.

 

Jayce sorriu meio incrédulo.

 

— Viktor... – Jayce riu. – Você é tão fofo as vezes.

 

Viktor rolou os olhos, o sorriso aparecendo mais uma vez em seu rosto.

 

— Não me chama de fofo. Eu falo sério.

 

Jayce sorriu grande e beijou Viktor mais uma vez, agora sua língua deslizando na boca do Zaunita de maneiras apaixonada.

 

Encaixando sua pélvis entre as pernas de Viktor, Jayce pressionou o corpo do menor para baixo. Passando os braços firmemente ao redor de Viktor, Jayce desceu para os peitos do inventor mais uma vez, raspando seus dentes enquanto mantinha seu contato visual com Viktor.

 

— Eu gosto muito das suas tetas, Vicky... – Jayce sorriu, depositando um beijo casto no mamilo de Viktor. – Eles são macios. – Jayce deu mais um beijo. – São empinados. – Outro beijo. – E são do tamanho perfeito para mim. – A respiração quente de Jayce batia contra a auréola quase branca de Viktor. – Se eles fossem maiores, eu jamais poderia fazer isso. – Fechando os olhos, Jayce abocanhou de uma vez toda a extensão do peito esquerdo de Viktor.

 

Arfando, Viktor mordeu os lábios e se inclinou para Jayce como se oferecesse ainda mais seus próprios seios.

 

Com a mão que não massageava o peito esquecido de Viktor, Jayce abriu os quadris de Viktor enquanto empurrava seu pau resistido contra a virilha vestida de Viktor.

 

Roçando contra o pau de Jayce o máximo que podia ter apenas o apoio de uma das pernas, Viktor chorou enquanto sentia a boca quente de Jayce chupar sua pele.

 

— Jayce, por favor. – Viktor gemeu.

 

O Zaunita viu Jayce se atrapalhar meio desesperado enquanto tentava tirar suas calças ao mesmo tempo que tentava não largar o peito de Viktor. Em uma bagunça de gemas, Viktor fechou os olhos, arqueando suas costas para fora da cama, e quando voltou a abri-los, de repente se viu totalmente nu e em sua frente um Jayce coberto apenas na parte de cima.

 

Viktor se sentou na cama, as mãos apoiadas no colchão enquanto se inclinava para beijar Jayce. Se abaixando até Viktor, Jayce envolveu a cintura do mais velho com um braço, e enquanto lambia a boca de seu amado, os girou na cama até que suas costas repousam contra o colchão. Com os peitos colados, Viktor moveu seus quadris contra o pau descoberto de Jayce, fazendo o maior arfar.

 

— Jay... sua camisa. – Viktor choromingou, sentando no colo de seu namorado enquanto colocava uma mão protetora em seus mamilos sensíveis ao roçar as roupas de Jayce.

 

Com agilidade, Jayce retirou sua camiseta e jogou para longe. Copiando o movimento de Viktor, Jayce se sentou no colchão e se deparou diretamente com os peitos arrebitados de Viktor. Sem hesitar, Jayce tomou um deles na boca.

 

Viktor abaixou seu queixo até sua clavícula, olhando sedento para o homem empoleirado em suas mães. Passando os dedos carinhosamente nos cabelos de Jayce, Viktor guiou os movimentos da cabeça de Jayce contra seus seios. Sendo controlado pelo aperto em seu cabelo, Jayce chupou os peitos de Viktor para cima e para baixo, o deslizar de sua boca agora era mais carinhoso do que sedento. Passando a língua por todo o inchaço macio em um beijo afetuoso, Jayce massageava o local com a boca cheia de saliva sem pressa, como se pudesse passar o dia todo com a boca nas tetas de Viktor.

 

Gemendo em cima de Jayce, Viktor subiu seus quadris com o joelho bom e alinhou sua boceta contra o pau grosso de Jayce. Molhada pelo estímulo em seus mamilos, a boceta de Viktor deslizou com facilidade no pau de Jayce, afundando até o fim sem dificuldade. Levando sua mão até o seio que Jayce dava atenção, Viktor segurou seu próprio peito mais para cima, tornando mais fácil para Jayce lambe-lo.

 

Segurando o próprio peito em mãos e com os joelhos enterrados na cama, Viktor se apoiou com a mão livre no ombro de seu namorado e começou a subir e descer no pau do mesmo. Tomando muito cuidado para não tirar Jayce da tarefa que fazia, Viktor colocou mais força em sua perna boa e agilizou mais seus movimentos, as paredes de sua vagina abraçando o pau de Jayce em um aperto quente e molhado. Com Jayce muito preocupado com outra distração, Viktor começou a procurar seu próprio ponto H sozinho, cavalgando em Jayce incansavelmente.

 

Em meio ao momento, Viktor parou por um instante para arrancar a cabeça de Jayce em um puxão e levar a boca do maior até seu outro peito que agora estava gelado demais.

 

– Aqui, amor. – Viktor murmurou carinhoso, segurando mais uma vez seu outro seio para facilitar o trabalho de Jayce.

 

Voltando a balançar seus quadris, Viktor encarou atentamente os movimentos de Jayce abaixo de si. A cena causou um aperto no coração de Viktor, o calor do pau de Jayce dentro de si se misturava com o afeto que Viktor sentia.

 

Enquanto o pau de Jayce batia contra o estômago de Viktor, de repente um gemido agudo e arrastado cortou o ar. Violentamente, Viktor balançou contra aquele ponto específico dentro de si, o pau de Jayce batendo sem dó em sua carne sensível.

 

Naquele ponto mesmo até o joelho de Viktor parecia querer falhar, mas o homem se recusava a parar de quicar no pau de Jayce. Foi quando de repente duas mãos grandes e quentes envolveram os quadris de Viktor, segurando todo o peso de Viktor e fazendo a boceta do Zaunita bater contra as bolas peludas no próprio ritmo. Sem precisar mais se preocupar em sustentar o próprio peso, Viktor abraçou a cabeça de Jayce contra seu peito, fazendo o homem afogar em sua pele. Com a boca obscenamente aberta, Viktor revirou os olhos para o teto, baba escorrendo de sua boca enquanto uma boca mamava em suas tetas e um pau giganteco batia em seu estômago. Gozando forte, Viktor soltou um gemido alto e arrastado, suas pernas apertando ao redor de Jayce.

 

Uma mão forte desceu até suas coxas e forçou Viktor a abrir suas pernas. Mais duas ou três estocadas e o pau de Jayce estava soltando jatos de porra em seu útero, o gozo em excesso escorrendo pelas coxas de Viktor.

 

— Jay... – Viktor Choramingou.

 

Por um instante, Jayce desocupou sua boca apenas para beijar Viktor carinhosamente. Talis deslizou seus lábios contra os de Viktor, a boca carnuda massageando a boca rachada de forma lenta e sem nem mesmo envolvendo as línguas. Mesmo com os lábios de Jayce o beijando amorosamente, Viktor podia sentir as mãos quentes em seus peitos avermelhados e inchados. O Zaunita se levemente de seu namorado e lhe deu um sorriso carinhoso. Com os olhos brilhando, Jayce brilhou de volta. Por um momento eles se encararam profundamente, o suor e a saliva espalhando-se por ambos os rostos. Jayce encostou sua testa na de sua amante, enquanto as respirações se misturavam.

 

O momento romântico acabou uma vez que Jayce desceu até as tetas de Viktor mais uma. O homem menor soltou uma risadinha fofa pela ação.

 

— Você tem problema. – Viktor disse em meio às risadas.

 

Empurrando Jayce contra o colchão, Viktor sentou-se na barriga de Jayce, sua boceta ainda molhada e escorrendo porra. Quando Viktor se nivelou o suficiente, deitou em cima de Jayce, sua teta deixou cair macia diretamente na boca de Jayce como o planejado. Com o rosto enfiado no cabelo de Jayce, Viktor respirou fundo o cheiro dos cabelos de Jayce, cuidados com os produtos mais caros de Piltover.

 

Com a boca quente em seus mamilos e o movimento suave e familiar em seu peito, Viktor fechou os olhos e descansou contra o corpo de Jayce.

 

Jayce era viciado nos peitos de Viktor. O Zaunita não entendeu o porquê, mas por algum motivo aconteceu. Era bizarro e estranho, mas de alguma forma funcionava entre eles.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Notes:

peitos masculinos. peitos masculinos.