Work Text:
— Então vocês estão me dizendo que sabem como é um sexo prazeroso. — Tiago fala para um auditório de adolescentes de 17 anos cheios de hormônio.
— Claro que sim, prof! Meu namorado sempre goza no meu rabo. — Um garoto responde.
— O meu sempre enche minha bucetinha, professor. — Uma garota diz.
— Não precisa ensinar o que a gente sabe, Tiago. A gente podia praticar um pouco...
— Praticar...
Tiago pensa um pouco. Várias vezes o professor de 43 anos já viu os jovens daquela escola pelados, praticando sexo de várias maneiras e com vários outros jovens ou adultos. Ver eles fodendo não seria novidade, mas foder eles sim.
— Tá certo. — O professor começa a tirar o paletó e a gravata. — A gente vai praticar. — Alguns alunos comemoram quando o professor tira a camisa social e os sapatos. — Preciso de dois garotos bonitos pra praticar comigo.
Mais de metade da sala levanta a mão e se oferece. É o sonho de quase todos eles poder tocar o corpo maduro, peludo e um pouco acima do peso do professor com mais de 1,8m.
Tiago passa os olhos pelos garotos e escolhe.
— Caio e Felipe podem descer aqui.
Os dois quase tropeçam nos próprios pés com pressa de chegar até o professor.
Caio é um garoto magro e alto com pouco menos de 1,8m e é um dos mais estudiosos da sala, assim como um dos mais pervertidos. Tiago se lembra de ter visto ele levando linguada no rabo em plena quadra de uma menina de outra turma e do quanto ele gemia alto. Uma verdadeira cadela.
Felipe é um garoto levemente acima do peso com algo em torno de 1,75m de altura. Ele é preguiçoso para estudar, mas dedicado a foder. Tiago já viu ele com a pica dura mais vezes do que consegue lembrar, sempre punhetando ela ou enfiando em qualquer buraco que qualquer pessoa oferecer, até em algumas funcionárias mais velhas. Um verdadeiro pervertido.
Os dois chegam até o professor.
— Tirem as roupas. — Ele fala com os dois e depois fala com todos os alunos. — Vocês também podem tirar, quero ver vocês fodendo também.
Todos os alunos obedecem.
Felipe, já pelado, começa a devorar o corpo do Caio, também pelado, com os olhos. O pau do garoto começa a endurecer e ele só não o segura para bater uma porque Tiago é mais rápido e segura o pau dele.
— Você tem um pau gostoso, Felipe. — O professor fala olhando o aluno nos olhos. — Um pau assim é muito gostoso de levar no cu, sabia?
— Não... — Felipe não consegue pensar em nada além da mão do professor segurando o pau dele.
— Não é gostoso, Caio? — Tiago usa a outra mão para pegar o pau do outro aluno.
— É sim, professor. — Caio responde já com os olhos pesados e o quadril indo para trás involuntariamente. Ele está tão acostumado a se oferecer que o corpo dele faz isso sozinho.
— Você faz as pessoas gozarem, Felipe? — O garoto assente rapidamente. — Tem certeza? Você sentiu elas gozando?
Felipe não responde nada e o professor sabe o que isso significa.
— Caio, fica de quatro na mesa e empina a bunda. — O professor manda e solta o pau dos dois jovens. — O Felipe vai aprender a fazer alguém gozar hoje.
Caio obedece e sobe na mesa. Assim que fica de quatro, ele joga a bunda para trás e começa a piscar o cu largo, ansioso para o que vai acontecer.
— Sexo não é só meter e gozar. — Tiago fala para a turma toda enquanto abre a calça. — Sexo é fazer a outra pessoa gozar também. E pra quem tem pau, fazer a pessoa gozar com o seu pau dentro dela, socando com gosto, é melhor do que gozar sozinho. — Ele coloca a mão por dentro da cueca e tira o pau para fora. — A aula de hoje é sobre isso.
Os alunos param para ver o caralho do professor. 18 quase 19cm, um pouco mais escuro que a pele dele, prepúcio cobrindo a cabecinha, veias e mais veias cobrindo o comprimento gordo. Não tem um jovem que não sente vontade de mamar.
— Felipe, olha bem esse cuzinho do Caio. — Tiago fala e o aluno faz. — Olha que lindo ele todo larguinho.
Felipe se aproxima do colega e toca a bunda dele, os olhos fixos no buraco.
— Dá pra ver lá dentro, professor. — O pau de Felipe pulsa.
— Dá mesmo, parece que bastante gente usa esse cu, né Caio? — O garoto só concorda com a cabeça. — Largo desse jeito, ele com certeza nem sentiria dor se você só colocasse o pau. Mas eu quero que você faça outra coisa antes.
— O quê? — Felipe nem percebe que está salivando.
O próprio professor está sentindo arrepios de vontade a cada segundo que continua olhando o cu aberto, as pregas relaxadas e usadas e as paredes internas rosadas. Ele tem certeza que o garoto aguentaria um punho inteiro, mas decide testar em outro momento.
— Chupa o cu dele. — Tiago manda.
Felipe hesita um pouco, sem saber como. Antes que possa perguntar, o professor continua:
— Passa a língua no cu dele bem devagar... — Ele vai orientando e Felipe faz exatamente como ele fala. — Isso... faz de novo, mais devagar. Sente como o buraco dele é macio... sente ele piscando na sua língua, que delícia...
Caio começa a gemer manhoso.
— Segura a bunda dele e abre bem. Olha como o cuzinho fica todo esticado...
— Porra... — Felipe sente o pau fisgar de tesão.
— É uma delícia comer um cu abertinho assim, sabia? Continua lambendo, Felipe. Isso... — Tiago começa uma punheta preguiçosa. — Agora chupa as preguinhas. Tá vendo como ele é todo inchadinho de tanto levar pica? Esse cu bicudo gostoso... Tão novinho e tão vadio...
— Felipe... — Caio começa a gemer mais alto.
— Porra, ele não para de piscar pra você, Felipe. — O pau do Tiago está babando. — Caio, quem deixa seu cu largo desse jeito?
— Meu... avô.
— Caralho... — Tiago aumenta a punheta. — Você deve ficar lindo gemendo na pica dele. Vai, Felipe, mete a língua nesse cu, coloca dentro.
Felipe obedece, coloca a língua para dentro, fecha os olhos e os revira sob as pálpebras. Caio está piscando na língua dele, tentando puxar ela mais para dentro, e isso o deixa maluco. Ele tenta colocar mais e vibra a língua dentro do cuzinho quente, tocando as paredes rosadas e fazendo Caio gemer mais alto.
— Isso, porra... — Tiago está batendo uma punheta firme com a imagem dos alunos. Brevemente, ele olha para o restante da classe e repara que vários adolescentes estão transando uns com os outros.
Existem garotos sendo chupados enquanto chupam uma boceta, garotas mamando os peitos de outras, garotos beijando o cuzinho de outros, todos misturados e se revezando. Uma verdadeira orgia.
Quando olha para a dupla de novo, ele percebe que Caio está começando a tremer.
— Felipe, para agora. — O aluno não escuta. Está tão bom metendo a linguada no buraco largo que ele para de prestar atenção. Ele só se afasta quando Tiago o segura pelo ombro e o puxa para trás. — Na lição de hoje, você vai fazer ele gozar na sua pica.
Tiago separa Felipe totalmente, o puxa pela cintura e beija ele. Já começa de um jeito pervertido e desleixado, as línguas se encontram fora da boca e deixam tudo babado, depois os lábios se encaixam e Tiago sente o gosto de Caio na boca de Felipe.
É como se ele mesmo tivesse chupado aquele cuzinho jovem. Uma delícia.
Tiago desce as mãos para a bunda de Felipe, puxa uma banda para o lado e toca o cuzinho dele com a outra mão. Parece ser seladinho, as preguinhas inteiras só esperando alguém pra arrombar elas. Para a sorte do professor, ele gosta de fuder cus largos e cus apertadinhos também.
— Professor... — Felipe estranha ser tocado no cu, mas ele está tão excitado que não rejeita a ideia, apenas fica meio incerto.
— Pra saber como comer um cu do jeito certo, você precisa experimentar dar. E eu vou comer. — Tiago coloca a pontinha do indicador para dentro e Felipe sente o corpo arrepiar. Ele ainda está incerto, mas tem curiosidade em saber como é dar o rabo.
— Tá... — É tudo que diz antes de ser virado novamente, ainda com um dedo no cuzinho.
— Caio, deita na mesa e abre as pernas.
A mesa é larga o suficiente para que Caio consiga fazer isso sem ter que descer. As pernas dele estão quase adormecidas e não ajudam muito, mas Felipe é rápido em ajudar e em colocar o quadril de Caio exatamente onde ele precisa estar para ser fodido.
— Coloca nele. — Tiago manda ao lado de Felipe, ainda brincando com o cuzinho dele.
Felipe segura as pernas do colega, deixa elas bem arreganhadas, e sem usar a mão ele encosta a cabecinha do pau no cu inchado, empurrando para dentro devagar.
Caio geme manhoso, amando a sensação de ter um caralho dentro dele de novo. É tão gostoso tomar no rabo, ser comido, tão gostoso que qualquer coisa vale, até os móveis de sua casa quando o vovô não está presente. Mais gostoso ainda quando é o pau de alguém que nunca fodeu ele, porque ele tem a chance de experimentar mais um e continuar sendo uma vadia.
Felipe geme arrastado. Seu pau de 15cm entra no cu aberto com facilidade, deslizando todo para dentro sem que ele precise fazer esforço. É tão macio e está tão molhado, que ele continua empurrando mesmo quando já colocou tudo, querendo ir mais fundo, querendo sentir mais.
Tiago sente o cu de Felipe apertando o dedo dele e tem que controlar o desejo de colocar o pau no lugar do dedo.
— Come ele devagar. — O professor fala e Felipe obedece.
Caio começa a sentir o caralho se arrastando dentro dele, lhe massageando e preenchendo gostoso, entrando e saindo com calma. Ele aperta o cuzinho sempre que Felipe tira, e relaxa sempre que Felipe coloca, sentindo o pau se empurrar contra as paredes dele, abrindo e ganhando espaço, moldando as paredes macias.
Felipe está vidrado nos movimentos do cuzinho bicudo. Ele vê a pele relaxando e se abrindo para receber o cacete, depois vê ela contraindo em volta do caralho como se quisesse manter ele dentro.
— Isso... — Tiago percebe que Felipe relaxou e coloca mais um dedo pra dentro do rabo dele. — Não precisa tirar tanto. Deixa lá dentro e faz movimentos curtinhos.
Felipe mal nota o segundo dedo, apenas faz o que Tiago mandou.
Caio sente mais pressão contra as paredes de seu cu e começa a gemer mais alto e mais manhoso. Felipe é tão quente dentro dele que o faz tremer e se arrepiar todinho.
— Rebola dentro dele e vai mais rápido. — Tiago está dedando o cu de Felipe quando fala. Seus dedos entram e saem com certa dificuldade em manter a foda seca, mas sem parar.
Caio sente a primeira estocada bem na próstata e grita. Ele agarra a mesa do jeito que consegue e arreganha ainda mais as pernas, seu cuzinho não para de piscar na rola gostosa que acaba com ele.
Sem que o professor fale alguma coisa, Felipe coloca as pernas de Caio nos ombros, molha as pontas dos dedos e belisca os biquinhos dos peitinhos do jovem. Em resposta, Caio começa a tremer e a gemer feito um gatinho, chamando o nome de Felipe.
— Isso... — Tiago se coloca atrás de Felipe e leva a ponta do caralho para o cu ainda apertado. — Dá pica pra ele, dá. Escuta como ele pede gostoso...
— Ain Felipe... Fê, que delícia. Isso, me come...
— Olha como ele se acaba na sua pica, olha...
— Que pau gostoso... Porra... Ai, Felipe...
Tiago percebe que Felipe está imerso no tesão e empurra o pau para dentro do jovem. No começo, não entra. Felipe ainda é muito apertado. Mas com um pouco de insistência, o caralho do professor viola o buraquinho do aluno e Felipe grita.
Ele sente arder. Parece que seu cu está se partindo, que ele inteiro está se partindo. É muito pau e é muito grosso, ele consegue sentir as preguinhas cedendo de um jeito forçado e sente as lágrimas se acumulando nos olhos apertados.
Com a dor, seu ritmo vacila e ele quase para.
— Não para, Fê... Me fode, vai. Faz gostoso...
— Tá ouvindo, Felipe. — Tiago fala perto do ouvido do aluno. — Soca rola nessa vadia, não para de comer esse cu aberto.
— Tá doendo... — Ele consegue sussurrar quando uma lágrima cai, o ritmo ainda devagar.
— Relaxa, você precisa respirar. É só relaxar e continuar metendo nessa puta que já vai parar de doer.
Felipe respira fundo, ainda sentindo dor. Ele deixa o tronco cair para frente e mete o pau inteiro em Caio, e é nesse momento que Tiago aproveita para enterrar o caralho no cuzinho virgem.
O professor soca tudo de uma vez e Felipe grita de novo, as pernas tremendo e o corpo deitado por cima de Caio.
— Respira...
Felipe tenta, mas é difícil. Ele abre os olhos e Caio o beija na boca, chupando os lábios dele e enfiando a língua na boca dele. Ele sente o cu do colega pulsando no pau dele como se tivesse ordenhando ele e isso o distrai.
Quando Caio separa o beijo, Felipe olha para os outros alunos e vê que todos eles estão fodendo.
Uma menina está levando rola no cu e na boceta ao mesmo tempo, outra esfrega a boceta na cara da amiga, outra cavalga a rola de um menino, outros dois meninos se beijam enquanto são fodidos.
Felipe sente tesão naquela suruba gostosa e se dá conta de que está realizando o sonho de muitos ali: ser fodido por Tiago.
Então ele consegue respirar e levantar, volta a brincar com os peitinhos de Caio e volta a foder o rabo dele.
— Isso, Fê... Que pau gostoso do caralho... — Caio volta a gemer feito um gato manhoso, piscando no caralho do colega, sentindo o corpo se arrepiar.
Tiago não fala nada, só deixa a rola enterrada no cu apertadinho e deixa que Felipe faça o trabalho.
A cada vez que tira um pouco do pau de dentro de Caio, Felipe sente que se empala mais no pau do professor e consegue perceber o quanto ele força as paredes do cuzinho só para ter espaço para ficar ali.
É tão gostoso sentir os dois ao mesmo tempo.
Ele continua a abusar da próstata do colega, beliscando e puxando os biquinhos, ouvindo ele gemer escandaloso até sentir o cu dele o esmagando e ver que o pau de quase 21cm está jorrando porra.
Caio goza forte, sujando a barriga, o abdome e até o queixo com jatos de porra quente.
Ao mesmo tempo que tem o pau sufocado, Felipe sente que Tiago começa a comer seu cuzinho sem dó. Ele já vai metendo forte e sem aviso, deixanxo o pau de Felipe enterrado no rabo de Caio.
— É uma delicia comer um cu largo, mas é mais gostoso ainda arrombar um cuzinho virgem.
Felipe está gemendo e gritando, incapaz de controlar o próprio corpo.
— Tá sentindo, Felipe? Sente meu caralho enterrado no seu rabo? — O aluno só geme. — Você vai ficar dias e dias lembrando da sensação da minha rola no seu cu.
Tiago muda um pouco o ângulo e começa a acertar a próstata do jovem. Felipe grita novamente e cai para frente, refém do prazer que o professor oferece.
— Saber como é dar o cu vai te fazer ser bom na cama e todo mundo vai querer dar pra você mais de uma vez.
— Professor! — Felipe goza de repente, tremendo o corpo e esporrando o cuzinho de Caio.
— Isso, porra!
Tiago mete impossivelmente mais rápido. Ele segura o quadril de Felipe e soca com vontade, como se tivesse há dias sem foder um buraco macio. Ele vê as pregas arrombadas, a pele irritada e forçada a esticar, a bunda gorda balançando a cada vez que vai fundo e forte no adolescente e não consegue se controlar.
O pau de Felipe continua pulsando, mas não tem porra pra sair. Ele geme igual uma vadia, se treme todo e tenta levantar, mas não consegue.
— Xixi... — É tudo que consegue sussurrar.
— Você vai mijar, safado? — Tiago segura as duas bandas e abre mais para esticar o buraquinho judiado. Felipe assente. — Mija então, enche esse vadio de porra e de mijo. Vai.
Felipe solta a bexiga. É difícil e quase não sai, mas ele faz uma forcinha e consegue mijar.
Caio revira os olhos e não consegue segurar também, soltando a bexiga e mijando na própria barriga, molhando Felipe que permance deitado nele.
— Que tesão do caralho! — Tiago urra e dá mais algumas estocadas fortes antes de encher o cu de Felipe de porra. Ele enterra o pau gordo e pinta as paredes do buraquinho de branco.
— Tão cheio... — Caio fala quando o professor para de se mexer.
Os três ainda ficam ligados, as porras presas dentro dos cuzinhos violados, até Tiago também começar a mijar em Felipe.
— P-rofes...
— Shiiiiu... aguenta meu mijo, vai.
Felipe se rende à sensação um pouco dolorosa. Ele sente como está cheio feito balão, e como isso é bom. Seu cu foi tão abusado que ele nem consegue contrair quando Tiago sai de dentro e o mijo e a porra começam a escorrer para fora.
— Agora sim você fez seu passivo gozar, Felipe. Lembre disso quando for comer alguém de novo. Lembre do que você sentiu.
