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Language:
Português brasileiro
Stats:
Published:
2025-11-24
Words:
2,340
Chapters:
1/1
Comments:
21
Kudos:
655
Bookmarks:
38
Hits:
6,957

Quero muito transar com meu colega de faculdade, amém

Summary:

Pomba queria sentar tão forte nele que quebraria a cama. Queria fazer Franco gemer alto, gemer gostoso, fazer ele abraçar seu corpo e falar que amava ele igual uma putinha de cabaré. E que Deus o livrasse de que qualquer pessoa suspeitasse o quão suja era a mente do moreninho com cara de coitado, pois ele estava prestes a finalmente se permitir se divertir um pouquinho mais com aquele momento.

Notes:

O SEXO PARANORMAL É REAL !!!

Work Text:

“F-Fran… T-tá me machucando…” Ele geme entre os dentes de forma manhosa e pidona, quase como um sussurro.

Seu idiota, ele é virgem, porra, Franco pensa consigo mesmo. Afinal, por onde sua mente andava? Era a primeira vez de Pomba na cama — sua adorável timidez evidenciava o fato — ele se culpava infinitamente pelo olhar de cachorrinho abandonado nos olhos do rapaz que se aconchegava nos travesseiros, a respiração pesada e o coração batendo a mil. “D-desculpa, meu bem”, ele sente as bochechas ardendo de vergonha e culpa por achá-lo astronomicamente adorável quando estava magoado. “Não vai se repetir.”

“E-eu gosto… Só não na cintura…” Seu olhar aponta para as marcas avermelhadas das mãos do ruivo sobre a curvatura perfeitamente desenhada de seus quadris. E então o mundinho de Franco vai à loucura quando as mãos tímidas do moreno guiam as suas até uma área bem atrevida de suas coxas. “Aqui”, ele diz tímido, “aqui é mais gostoso…” ele sussurra, quase provocativamente.

Ele tinha súplica, desejo em seu olhar, aqueles olhos castanhos e redondinhos que ele podia ficar o dia todo admirando e perdendo-se em seu brilho inocente enquanto ele tagarelava sobre topografia, álgebra e geografia, arquitetura e outras coisas que um nerd como ele adoraria falar sobre — apenas para admirar, se perder cada vez mais naqueles olhos. Pomba tinha seu cabelo bagunçado espalhado pelo travesseiro, o pescoço todinho marcado de mordidas e beijos que Franco lembrava-se exatamente do quão forte ele deveria morder para arrancar um gemidinho manhoso perfeito de prazer dos lábios do garoto — não precisava de muito. Ele tinha ombros largos, braços fortes e pernas mais ainda, peitinhos pequenos que cabiam perfeitamente na boca e céus, um piercing no mamilo direito que fazia ele querer arrancar aquele shortinho de renda dele o mais rápido possível.

Eles se beijam de novo. Algo sobre Franco era estranhamente atraente. Ora, Pomba nunca imaginou que estaria prestes a foder gostoso com seu colega da aula de Cálculo I que ele secretamente tinha um crushzinho — mais pra uma queda gigantesca. Aquele ruivinho pateta que estava sempre tendo as piores ideias e que andava com aqueles metaleiros esquisitos, é, aquele garoto radical todo queimado, que tocava guitarra e que totalmente não deixava suas pernas bambas de tesão toda vez que tocava aquele solo que ele inventou pra música da banda de nu metal dele, que tinha aqueles olhinhos verdes fofos que sorriam junto com suas bochechas coradas e que totalmente não faziam ele delirar de vontade de afogar ele entre suas coxas. Franco era um gostoso — mais do que isso, ele era um príncipe — e novamente, Pomba nunca imaginou que estaria prestes a foder gostoso com ele, parecia um sonho acordado poder sentir suas mãos gentilmente percorrendo sua cintura, seus quadris, até chegarem em suas coxas e se livrarem de uma vez daquele shortinho de renda preta sensual que parecia ter sido escolhido a dedo para uma ocasião quente como aquela — apenas uma doce e nada intencional coincidência.

Seus olhares se encontram. Pomba engole a seco com aqueles olhos verdes lindos consumindo sua alma. Uma das mãos do ruivo gentilmente envolvia a carne macia de um de seus seios, seu polegar desenhando círculos sobre sua pele e fazendo ele delirar de desejo, até que oh — dois de seus dedos percorrem o caminho de pelinhos encaracolados entre suas pernas até que ele pudesse sentir o quão molhadinho ele estava. Franco sente um arrepio percorrendo suas costas nuas quando se depara com a visão de Pomba mordendo seu lábio inferior como se estivesse segurando um gemido alto, mesmo sua pele escura não era capaz de esconder o rubor desenfreado em suas bochechas. Ele solta um gemido gostoso quando a combinação daqueles beijos atrevidos em seu pescoço, seu polegar brincando com o piercing em seu mamilo e aqueles dedinhos deliciosos bem fundo dentro de si tomavam um espaço especial em seu cérebro, liberando o que talvez fosse a maior dose de dopamina que ele já pôde sentir. E oh, ele começa a descer os beijos. Beijos em seu pescoço, peito, barriga, beijos sobre aquela tatuagem de várias aves voando livres em seu quadril.

“Tu não é tão santinho assim, né..?” Um sorrisinho safado se forma nos lábios finos de Franco, ele passa uma das pernas do rapaz sobre seu ombro, deixando beijinhos em seu monte de vênus.

“E v-você quer me f-foder ainda assim.” Ele gagueja ao ver sua outra perna ser passada por cima de suas costas, a visão de seus sonhos se realizando diante de seus olhos.

“Eu quero te fazer gemer gostoso e aproveitar bem”, ele deixa um beijo atrevido e uma mordida na parte macia de sua coxa, “nada mais que isso.”

Claro. Porque tirar a virgindade do Pombinha, o moleque tímido com cara de coitadinho parecia ser um sonho aos olhos de Franco. Aquela voz doce que provavelmente soaria deliciosamente melódica numa noite de sexo quente e gostoso. Ele gravaria aqueles gemidos se pudesse, apenas para colocá-los na composição de uma música que apenas ele poderia escutar. Franco olha para Pomba como se esperasse uma aprovação, uma aprovação para se afogar naquela bucetona chocolatuda dele e fazer ele gemer tão alto que provavelmente incomodaria seus vizinhos. “P-por favor”, o moreno sussurra baixinho, os olhinhos redondos suplicando por carinho e afeto — e uma pitada de luxúria.

Seus olhos se reviram, suas costas se arqueiam e um gemido alto de prazer deixa seus lábios sentindo o calor da língua de Franco em sua intimidade, aqueles sons obscenos de seus lábios ecoando pelo quarto bagunçado do ruivo, suas pernas abertas apenas para ele enquanto ele fazia questão de fazer um bom trabalho. As mãos de Pomba desesperadamente agarrando o edredom, mais um gemido alto deixando sua garganta até que céus, seus olhos se encontram com o olhar de Franco e ele se depara com a coisa mais sensualmente diabólica que ele já viu em toda sua vida, como se engolisse cada pedacinho de sua alma. Ele sente um arrepio descendo pelas costas, até que uma das mãos involuntariamente agarra nos cabelos ruivos do rapaz fazendo ele ir mais fundo ainda e molhando seu rosto inteiro, Franco estava no paraíso entre as pernas de Pomba, observando aquela expressão de puro prazer e súplica em seu rosto, os lábios entreabertos deixando gemidinhos escaparem enquanto gemia alto seu nome, ele se sentia cada vez mais excitado, cada vez com mais vontade de meter gostoso naquele garoto, lentinho e com carinho assim como ele merecia.

Um sonho sendo realizado, as pernas de Pomba lhe sufocando enquanto ele tinha certeza que fazia um bom trabalho, ele gemia tão alto, tão manhoso que talvez acordariam a vizinhança toda, suas mãos queimadas agarrando com força a carne farta de suas coxas indo mais fundo ainda com sua língua morna e sentindo ele ficando cada vez mais apertadinho, até que- oh, ele geme seu nome de forma tão doce e melódica antes de arquear as costas no colchão, como se sua alma tivesse sido arrancada de seu corpo por um momento apenas para voltar novamente trazendo uma sensação desenfreada de liberação, alívio, ele faz uma bagunça gigante e Franco parecia nem se importar, seu gosto era como uma bênção, algo que ele guardaria em sua memória como um estigma.

“Fran…” Ele fala baixinho, “F-Franco, a-ah…” Seu corpo mole como se não tivesse ossos, a audição abafada e a visão turva enquanto apenas conseguia enxergar uma mancha alaranjada e um tanto preocupada se mexendo, voltando a lhe encarar face a face.

“Shh, tô aqui”, ele beija seu pescoço com carinho, as mãos posicionadas em sua cintura e os polegares acariciando-lhe a pele morena e queimadinha de sol. “Gostou..?”

Nem mesmo precisou de uma resposta. Pomba estava tão aéreo e fora de seu próprio corpo que Franco se perguntava se sua pressão havia abaixado — até mesmo checou com dois dedos apertando no pulso do rapaz, uma expressão de alívio quando notou seu coração batendo mais forte que nunca. Deixou-lhe um beijinho na bochecha, a cabeça encostada em seu peito enquanto aguardava pacientemente a respiração dele se estabilizar.

Até que então ele se sente sendo empurrado.

Até estar deitado no colchão.

E até ter um garoto tímido e gostoso de 1,60 debruçado em seu colo com uma perna pra cada lado.

“P-Pomba, o que…”

“E-eu quero te fazer se sentir assim também”, ele sussurra nervoso, as mãos rapidamente se livrando da calça moletom quadriculada que Franco ainda usava e céus, ele não imaginava que um moleque baixinho igual ele pudesse ser dotado daquele jeito — ele engole a seco vendo a ereção marcada por baixo daquela boxer vermelha.

Um beijo sufocante e apaixonante, Franco sente suas bochechas ardendo em vermelho sentindo que tinha uma grande responsabilidade diante de si — Pomba era corpulento, sua fisionomia atlética era de se invejar, e ainda assim ele tinha curvinhas bem desenhadas que pareciam ter sido perfeitamente feitas para suas mãos. Um gemido quebrado e manhoso escapa dos lábios do ruivo quando ele faz questão de sentar e rebolar devagarinho em cima de sua ereção coberta, ele quase vai a loucura com aqueles beijos no pescoço, o desespero delicioso digno de um virgem faminto por toque com meses de tesão reprimido. Pomba afogava-se naqueles feromônios como se sua vida dependesse disso, as mãos percorrendo a cinturinha de vadia daquele branquelo por quem ele implorava silenciosamente toda noite pra dar a sorte de conseguir estar junto entre quatro paredes e em cima de uma cama. Suas mãos se livram rapidamente daquela cueca com estampa de creeper e seu corpo se revigora com o gemidinho desesperado que deixa os lábios finos de Franco ao sentir sua intimidade contra a dele.

“F-Fran… Não faz ideia de por quanto tempo eu implorei por isso…” Ele sussurra, se mexendo devagarinho de cima a baixo provocando o ruivo que quase entra em curto-circuito — podia jurar que viu fumaça saindo de suas orelhas.

“C-caralho, P-Pomba, e-eu…” Ele agarra em sua cintura, as unhas quase se cravando em sua carne farta como se precisasse sentir cada centímetro de seu interior.  E então sussurra, “e-eu preciso de você. Tipo, agora…” Seus dentes redondinhos mordendo seu pescoço.

Um beijo de certa forma agressivo, intenso, parecia que algo tinha mudado dentro de Pomba. Talvez seu desejo reprimido por tanto tempo finalmente tivesse tido seu momento de escape, ele geme alto contra a pele cheia de sardas do ruivo enquanto sente suas mãos apertando sua bunda carnuda como se precisasse daquilo para continuar vivendo. Sua intimidade se arrastando contra a dele, tão molhadinho, tão desejoso por sentir ele dentro de si, aquele beijo intenso rolando e com mais um pouquinho de esforço ele o desliza pra dentro sem precisar de muita- oh, Franco geme alto como se finalmente tivesse sido permitido dentro do paraíso divino, suas mãos apertando o quadril largo do Pombinha enquanto ele gemia manhoso com aquela dor desesperadora e deliciosa de ser partido ao meio por dentro. Pomba queria sentar tão forte nele que quebraria a cama. Queria fazer Franco gemer alto, gemer gostoso, fazer ele abraçar seu corpo e falar que amava ele igual uma putinha de cabaré. E que Deus o livrasse de que qualquer pessoa suspeitasse o quão suja era a mente do moreninho com cara de coitado, pois ele estava prestes a finalmente se permitir se divertir um pouquinho mais com aquele momento. O interior de Pomba era como um pedacinho do céu — ele era molhadinho e apertadinho pra caralho, a expressão de puro prazer estampada no rosto vermelho do moreno deixando-lhe ainda mais excitado e meu deus, ele começa a se mexer, de cima a baixo bem devagarinho como se estivesse se acostumando com cada centímetro dele dentro de si. Até que de repente algo como um terremoto parece possuir seu corpo, a cama rangia alto com cada sentada forte que ele dava e Franco podia apenas observar enquanto dava seu melhor pra não gozar em segundos com tamanha cena divina diante de si.

“P-Pomba… M-meu bem, eu t-tô quase lá…” Ele geme manhoso e alto, deliciosamente patético, sua respiração ofegante dizendo por si o quão bem ele desempenhava em seu trabalho, seu quadril indo de cima a baixo e as coxas batendo contra seu colo fazendo aqueles sons obscenos do sexo ecoarem cada vez mais alto pelo quarto. Pomba geme alto sentindo ele se mexendo tão rápido dentro de si, seu peito indo de cima a baixo e um sorrisinho de luxúria e paixão em seu rosto vendo o cabelo bagunçado de Franco, seus olhos verdes quase se revirando de prazer enquanto ele desesperadamente tentava acompanhar seu movimento, “m-meu bem, eu vou…”

“F-Fran, a-ah, a-ahm…” Sua mente começa a rodopiar ao redor de si mesma, ele sente aquela sensação de alívio chegando de novo, forte como um caminhão, seus hormônios descontrolados tomando conta de seu cérebro como se estivesse prestes a se afogar. Seu interior ficando ainda mais apertadinho e sua visão ficando turva, aquela sensação deliciosa do orgasmo desenfreado tomando conta de seu corpo, ele geme alto, Franco sente seu corpo inteiro vibrando de desejo, de paixão, meu amor, ele geme manhoso em seu ouvido sentindo seu limite chegando como uma barreira d’água se partindo ao meio e preenchendo o interior do garoto por completo até vazar pra fora.

Talvez Pomba precisasse de uma pílula do dia seguinte se não quisesse engravidar daquele pateta. A ideia era estranhamente, completamente, extremamente atraente.

Ele se joga ao lado do ruivo, o peito indo de cima a baixo e a mente vazia por alguns minutos enquanto ambos recuperavam o fôlego. Franco abraça seu corpo moreno como chocolate e acaricia seus cabelos cacheadinhos, a expressão de paixão no rosto de Pomba como se fosse capaz de fazer muito mais do que apenas aquilo. Ele deixa um beijo apaixonado em seus lábios, admirando cada detalhezinho no castanho claro de seus olhos iluminados pelo sol dourado do fim de tarde que escapava pelas persianas da janela, tão apaixonado por ele  — completamente inconsciente de que o próximo plano do Pombinha era foder ele com um strap a noite toda.