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Rating:
Archive Warning:
Category:
Fandom:
Relationships:
Characters:
Language:
Português brasileiro
Stats:
Published:
2026-01-08
Completed:
2026-01-08
Words:
2,657
Chapters:
3/3
Kudos:
1
Hits:
37

Koishi Komeiji em: O incidente da pesca

Summary:

Em mais um dia normal no subterrâneo, Koishi Komeiji decidiu ir pescar peixes para o jantar, o que a levou a uma aventura

Notes:

Essa é uma história AU inspirada em Koishi Komeiji's heart throbbing adventure (KKHTA). Porém, sem os acontecimentos trágicos da obra. Dessa forma, sendo só mais um dia normal em gensokyo.

Chapter 1: Capítulo 1: Motivação inicial

Chapter Text

Mais um dia normal no subterrâneo. No palácio dos espíritos da terra, uma Satori, chamada Koishi Komeiji, acordou.

— Hummm. O que de legal posso fazer hoje?

Ainda na cama, a garota virou-se para um calendário pregado na parede.

— Que lindo! — exclamou, exalando felicidade.

Cada mês do calendário havia um tema de paisagem. Dessa vez, era um lindo rio de água cristalina. Só de ver, a garotinha se empolgou

— QUERO IR PARA O MAR!!!! — berrou, balançando os braços

No momento seguinte, a porta do quarto se abriu.

— Posso saber o motivo de tanta gritaria logo cedo? — resmungava Satori,.enquanto cruzava os braços.

Ao invés de fazer birra, Koishi se animou ainda mais. Afinal, não era todo dia que a irmã mais velha dela vinha a verificar.

— Irmãzona! Bom dia. Você está linda hoje!

Um leve sorriso se abriu no rosto de Satori. A grande youkai não sabia se foi sincero ou se foi apenas bajulação para se livrar da bronca…o importante é que funcionou.

— Desça logo para comer, escandalosa

— Já disse milhares de vezes! Meu nome é Koishi! não sou essa tal de escandalosa!

Ao se dirigirem para cozinha, a caçula se sentou, logo sendo servida pelos animais do palácio

— Obrigada, Orin

Era uma refeição bastante abundante para um café da manhã. A garotinha comeu até perceber que o gosto estava esquisito.

— Eca, tá com gosto de carne humana — reclamou, deixando o prato de lado

Satori desviou o olhar, fingindo uma tosse para conter o riso.

— Deve ser impressão, minha irmãzinha

A menina de verde tinha um paladar muito infantil. Por isso, a “irmãzona” sempre triturava em pedaços bem pequenos para diminuir o sabor.

— Pouco importa! Ainda tá uma delícia — falou enquanto comia.

A irmã mais velha a observou com repulsa, lançando um olhar severo.

— As damas não falam de boca cheia, sabia?

Uma risada leve escapou da menina. Enquanto terminava de comer, a garota se lembrou dos planos que tinha.

— Irmãzona, Decidi que quero ir para o mar e pegar um peixe bem grandão! Aí a gente faz a janta com ele, pode ser? — sorrindo de um jeito radiante.

A líder do palácio franziu o cenho. Sim, ela amava (de certo modo) a irmã. Entretanto, confiar o jantar nas mãos dela? Jamais poderia ser uma ideia racional.

— Que ideia ótima, Maninha. Orin e Okuu adoram peixes. Elas vão amar — escondendo a verdade com um semblante alegre.

Levantando o dedo, Satori cutucou a ponta do nariz de Koishi .

— Mas lembre-se de não chegar tarde. Nossa janta é às seis em ponto

— Você não vai se arrepender! Promessa de dedinho

Terminada a refeição, se redirecionou para o quarto, pegando a peça essencial para o visual.

— Oi, senhor chapéu. Senti saudades — com emoção na voz, acariciou o próprio chapéu.

Ele era quase como um amigo de longa data. Mas quando o colocou na cabeça, sentiu uma sensação estranha.

— Ué, o senhor chapéu não se mexe tanto assim

Colocando a mão dentro dele (com consentimento) a menina avistou uma aranha.

— Oi, dona aranha. Como você vai?

Ela não responde. Insetos não falam. Todavia, ela não gostou nenhum pouco.

— Nossa, que grossa que você é! — frustrada com tamanha falta de educação.

De birra, a aranha foi deixando jogada pelo quarto.

— Estou indo!

— Promete se comportar?

— Claro!

Saindo da casa, um sorriso radiante se abriu no rosto da Youkai.

— Hoje o dia promete!

Dessa forma, seguiu rumo ao próprio objetivo. Contudo, a dona do palácio ainda estava desconfiada

— Você confia nela? — perguntou Orin, com certa preocupação.

— Infelizmente não. pode vigiá-la? Não quero que se machuque

Fazendo uma reverência, acenou positivamente com a cabeça.

— É tão lindo ver você se preocupando com a senhorita Koishi

Desviando o olhar, tentou esconder aquela verdade óbvia.

— Vai logo de uma vez vai — sorrindo de um jeito envergonhado.

— Entendido