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Language:
Português brasileiro
Stats:
Published:
2026-01-27
Words:
2,283
Chapters:
1/1
Comments:
2
Kudos:
63
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5
Hits:
687

fogo contínuo.

Summary:

O show do psikolera finalmente acaba, Pomba espera Franco no camarim. Será que o ruivo está com energia pra mais um show? — ou quem sabe — presenciar um show.

Notes:

A leitura a seguir é uma fanfic one-shot de frambo! O conteúdo possui temas sexuais e linguagem imprópria para alguns públicos. Se não gosta disso, recomendo que não leia. Caso contrário — aproveitem a leitura:) — e me avisem se gostarem!

(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

Tudo o que pomba podia ouvir eram os gritos abafados da plateia, o tédio tomava conta dele. Seu único entretenimento naquele camarim era uma bolinha de pingue-pongue que ele jogava na parede. Até seu celular já tinha perdido a graça.

O garoto ama o namorado, é apaixonado pelo guitarrista da Psikolera — Franco. — Mas hoje ele não compareceu ao show, então ficou esperando por Franco no camarim.

Pomba consegue escutar alguns burburinhos no corredor, sinal de que o palco já estava vazio e o show já havia acabado. Pomba se ajeita no pequeno sofá do camarim, esperando que a qualquer momento o garoto de fios avermelhados abra a porta.

A porta do local se abre, Franco não olha diretamente pra dentro do camarim. Está se despedindo de seus colegas — vou ficar aqui por um tempo. - ele explica.

— E ai, passarinho. Morreu de saudades? — Franco brinca com o namorado, enquanto finalmente fecha e tranca a porta.

Pomba não consegue conter o sorriso. Ele detestava o apelido 'passarinho' parecia excluir o verdadeiro nome dele. Mas — vindo de Franco — era doce e sensível. Pomba não disse pra Franco que não gosta desse apelido. Ele sabe que Franco iria parar de usá-lo imediatamente. Mas sente que vindo dele, dava outro sentido a um apelido detestável. Ele sabia que Franco — jamais — iria querer excluir quem Pomba é.

— Não, mas foi quase. — Pomba brinca de volta. Franco joga sua máscara no chão e encosta sua guitarra em algum lugar qualquer do camarim. Indo em direção ao sofá e deitando a cabeça no colo de Pomba.

— E eu quase morro de cansaço. — Franco solta. — O show foi ótimo, como sempre. Mas a energia estava lá no alto.

— Mas não é disso que vocês gostam? Energia lá no alto? —Pomba pergunta.

– Sim, claro. Mas depois de uma semana inteira de shows — eu não me importaria se a energia de hoje estivesse um pouco mais lá embaixo.

Pomba ri, ele sabe que Franco está brincando. O Psikolera ama seu público.

— Não fala assim... Eu entendo eles, eu também ficaria com a energia lá no alto se fosse a plateia. Digo, eles estão vendendo você no palco. —Pomba provoca. Ele também sabe que Franco adora ouvir elogios vindos dele.

— E você está agora? — Franco se sentou no sofá, agora olhando Pomba nos olhos. — Está com a sua energia lá no alto, Pomba?

Pomba sabe exatamente qual jogo Franco está afim de jogar agora. E é um jogo sujo.

— Talvez... Mas eu sei que a sua energia já se esgotou por hoje. — Pomba diz antes de se levantar do sofá. — Deve dormir um pouco.

— Passarinho... — Franco choraminga segurando o braço de Pomba — tentando impedir que ele se afaste.

— Amor, você precisa descansar. Foram cinco shows essa semana, e você deu o seu melhor em todos. — Pomba acaricia o rosto do ruivo, deixando um beijo em sua testa. E tenta — mais uma vez, e sem sucesso — se afastar do garoto.

— E eu não mereço uma recompensa por isso? —Franco dispara. — Nadinha?

Pomba cora imediatamente, ele entende perfeitamente o tom de Franco.

— Franco...

— Pomba.

Eles se encaram. Franco não vai ceder. E no fundo, Pomba fica feliz com isso.

— Franco, você está exausto. Seria cruel não te deixar descansar.

Franco revira os olhos, ele sabe como é difícil mudar a mente de Pomba. Ele se levanta para enxergar o namorado a altura. Aproximando seu corpo do dele.

— Me faz descansar então. — Franco diz passando os dedos rígidos pela cintura de Pomba — por dentro da camiseta do rapaz.

Pomba — fingindo não gostar — esconde o rosto no ombro do avermelhado.

— E agora? Não vai tentar fugir, né? — As mãos de Franco viajam pelas curvas do namorado.

— Eu não... — Pomba sente os dentes de Franco se encaixarem em seu ombro. — Eu não estava fugindo... Apenas te deixando... — Franco prende Pomba contra a parede. Separando suas pernas e movimentando seu corpo da maneira certa, no ponto certo. — Descansar...

O calor começa a subir, Pomba não consegue segurar os sons que precisa soltar.

— Por que não está me deixando ouvir? — Franco Sussurra. — Não mereço mais? — Franco despeja beijos por todo o pescoço de Pomba que — por sua vez — está muito concentrado em segurar seus gemidos.

— Franco, sai... — Pomba empurra o peito de Franco com cuidado. O garoto se retira imediatamente, olhando concentrado para os olhos de Pomba.

— Eu fiz algo que não devia, Pomba? — Ele pergunta com o olhar curioso, qualquer um perceberia a preocupação nos olhos cor de jade.

Pomba sorri, odiando ver o olhar confuso do namorado. — Não, mas eu vou fazer. — Pomba diz quase perdendo a respiração, ele já fica extremamente nervoso quando Franco está por perto. Mas quando está comandando a situação, ele perde até as forças das pernas.

— Senta... Senta no sofá Franco. Franco sorri, ele ama ver Pomba assim, bem mais do que Pomba — acha — que sabe.

— Você manda. — Ele beija o rosto de Pomba antes de obedecer. Franco caminha — sem tirar os olhos de Pomba — até o sofá. Se aconchegando, tirando um cigarro do bolso, e botando na boca.

Pomba se aproxima, sentando no colo de Franco. — Não está esquecendo nada? — Pomba questiona enquanto tira o isqueiro de Franco do bolso.

— Nossa — Franco responde surpreso — Quando foi que você pegou? — Ele aproxima o cigarro — ainda na boca — do isqueiro.

— Na hora que você me botou na parede. Enquanto me masturbava com o joelho. — Pomba responde sem rodeios, acendendo o cigarro de Franco.

Franco sorri, pela primeira vez na noite, sem graça. E talvez no fundo — lá no fundo — um pouco surpreso com a resposta direta de Pomba.

— Faz sentido... — Franco responde corado, dando a primeira tragada. — Acho que agora é sua vez então, né?

Pomba pega o cigarro de Franco, tragando também.

— Não era disso que eu estava falando... — Franco começa, mas é interrompido.

— Cala a boca, Franco. — Pomba solta a fumaça na cara do garoto, ele sabe que Franco adora isso. Mesmo ele não fazendo com frequência.

Franco já se sente no paraíso, estando com um sorriso hipnotizado.

Pomba olha fixamente para a boca de Franco.

— Vai ficar só olhando? — O rapaz provoca sabendo que Pomba não aguentaria esperar mais.

No mesmo minuto, Pomba toma a boca de Franco com um beijo faminto.Um beijo de quem passou 5 dias preservando o descanso do namorado por conta dos shows. Um beijo de alguém que estava pressionado contra a parede — até alguns minutos atrás.—  Um beijo de quem estava comandando a situação.

A língua de Franco parece dançar na boca de Pomba. Ele não aguenta apenas sentir os lábios do garoto. Precisa tocá-lo por inteiro.

Franco segura os cachos de Pomba com força, sons ofegantes escapam dos lábios dele. Como se tivesse passado meses sem o tocar.

— Pomba... — Franco deixa escapar quando a mão de Pomba explora seu peitoral ainda coberto. — Mais... Por favor... Eu quero mais... — Franco pede. 

Pomba jamais iria admitir que gostaria de fazer Franco implorar. Mas ele sabe que tem um lado sujo. E esse lado adora ver um ruivinho suplicando por ele.

Pomba coloca o cigarro na boca de Franco e continua explorando o corpo dele — agora — com as duas mãos.

Diferente das mãos de Franco, Pomba possui uma palma macia, dedos delicados. Que parecem traçar um caminho certeiro pelo corpo do garoto.

Pomba — aos poucos — vai tirando a camisa de Franco, revelando seu peitoral. Mostrando o quanto Franco está ansioso e ofegante. 

Pomba distribui beijos molhados pelo peitoral, descendo até sua cicatriz e mais abaixo, algumas queimaduras causadas pela guitarra. Pomba odeia achar essas queimaduras extremamente atraentes, pois acha que Franco se machuca demais durante o show. — Mesmo o ruivo discordando. 

Pomba desce do colo de Franco, baixo o suficiente para que Franco tenha a visão completa de Pomba por baixo.

O rosto de Franco que — naturalmente já é avermelhado — parece pegar fogo. Ele sente seu coração palpitar cada vez mais rápido. 

Era a primeira vez que Franco estava vivendo essa situação. Ele nunca recebeu esse tipo de tratamento antes. E sabendo que viria de Pomba, o deixava mais ansioso ainda.

— Pomba, você tem certeza que... — Franco tenta intervir. Ele sabe que também é a primeira vez de Pomba fazendo esse tipo de trabalho.

Pomba desvia os olhos direto para os de Franco.

— Você disse que queria ser recompensado, não disse? — Pomba responde em um sussurro quase inaudível. E ele tinha razão. Franco queria ser recompensado — mais do que isso — queria ser tocado por Pomba.

Franco apenas concorda com a cabeça, os pensamentos bagunçados e os sentimentos aflorados. 

Pomba desfaz o cinto de Franco — com cuidado — assim como tudo que faz. Suas mãos parecem pedir permissão para prosseguir a cada movimento que fazem.

Após retirar o cinto do garoto, Franco o ajuda a descer sua calça. Eles não conseguiram ficar sem rir durante o processo. Mas pra eles estava perfeito assim. Tornando a situação mais íntima e confortável para ambos os lados.

Franco vestia uma cueca boxer preta — com alguns foguinhos desenhados. — Pomba não se surpreende, pois sabe que Franco tem diversas cuecas nesse estilo, e ele usa em todos os shows pra dar sorte. E que sorte ele teve dessa vez.

Franco esconde o rosto com o antebraço, um pouco decepcionado consigo mesmo por estar com uma cueca tão boba em um momento tão decisivo . Mas, ele sabe que Pomba jamais o acharia bobo por isso.

Pomba separa as pernas de Franco com cuidado, beijando e mordiscando o interior de suas coxas como se já tivesse passado por lá antes.

A mente de Pomba também está perdida, ele nunca chegou tão perto de algo tão decisivo para os dois. Porém, cada movimento parecia mais correto que o anterior. 

Os beijos sobem, chegando cada vez mais perto. Pomba massageia o interior das coxas de Franco com as mãos. Aproximando o rosto do ponto sensível do garoto, selando um beijo lá. Ainda por cima do tecido.

Os olhos de Pomba se levantam para encontrar os de Franco. 

Os de Pomba — transmitem uma dúvida, uma pergunta, um desejo por um consentimento.

Os de Franco — Carregam uma necessidade, um desejo por algo que ainda não aconteceu, um consentimento.

Pomba remove o último vestígio de tecido presente no corpo de Franco. o expondo por inteiro. Revelando sua necessidade pelo toque de Pomba.

Franco inclina a cabeça pra trás, seu coração parece que vai parar a qualquer momento, seu sangue ferve por todo o corpo, deixando o rosto extremamente avermelhado.

Pomba — por sua vez — respira fundo, tentando manter a calma em cada ação. Os primeiros toques são beijos molhados, ele segura as pernas de Franco, apoiando-as no ombro.

Pomba continua explorando cada vez mais, lambidas longas e precisas. Ele sente que pode estar fazendo tudo errado, mas Franco sente como se Pomba soubesse exatamente o que está fazendo. Porquê ele está fazendo tudo do melhor jeito possível.

A cabeça de Pomba se aprofunda, tendo cada vez mais conexão com o interior sensível.

— Porra, Pomba... — Franco choraminga sem conseguir conter os gemidos.

Pomba se sente aliviado só de saber que está fazendo seu amado se sentir bem, ele pretende tirar todo o cansaço de dentro de Franco. E parece que vai se esforçar muito por isso.

Pomba acelera, indo cada vez mais fundo no seu objetivo.

As pernas de Franco começam a tremer, ele sente o suor descer pelo peitoral. Os fios de cabelo ruivos presos na testa. Franco leva a mão até o cabelo de Pomba. Que seriam apenas fios escuros se não fosse por uma pequena mecha amarela em meio as ondulações.

Os dedos de Franco se prendem nos fios de Pomba, tentando se segurar em algo que ainda o mantenha dentro da realidade 

Pomba continua, ele estava adorando tudo isso. O cenário de ter Franco ali, apenas pra ele. Totalmente fora de si. Era algo novo que ele não sabia que iria gostar tanto.

— Pomba... — ele ofega, lutando pra conseguir falar — não para agora, por favor. 

Implorar.

Implorar é tudo que Franco consegue fazer antes de se desmanchar nos lábios de Pomba. Derramando todo o seu estresse pra fora. Os dedos soltam os fios de cabelo de Pomba aos poucos, enquanto sua mente volta pra realidade no mesmo ritmo.

Pomba finaliza seu trabalho deixando um beijo carinhoso. E diminuindo a força de suas mãos na perna de Franco.

Pomba olha pra cima e vê que Franco ainda está com o cigarro na mão, porém não conseguiu dar nenhuma tragada durante o ato. Pomba deixa escapar um sorriso orgulhoso de si mesmo. 

Franco abre os olhos lentamente — Tá achando a maior graça de me ver assim, né? — ele pergunta.

Pomba revira os olhos, se levantando e se sentando no sofá ao lado de Franco. 

— Pode ter certeza que é uma visão agradável.

Franco da sua tragada de misericórdia, e apaga o cigarro na própria perna, que já tinha parado de tremer. Franco joga o cigarro longe e envolve o braço no pescoço de Pomba. 

Pomba puxa o garoto pra perto, dando um beijo apaixonado. Franco não perde tempo e envolve sua língua com a do garoto. O beijo sempre vai ser a coisa mais íntima entre os dois. O beijo, pra eles, diz tudo que não precisa ser dito com palavras agora. — Eu tô com você. Você é ótimo. Pra mim só existe você.— Diz tudo que eles já sabem.

— Meu sabor fica ótimo em você. — Pomba não consegue distinguir se Franco está falando sério ou brincando. Então apenas sorri.

— Eu te amo, pombinha.

Pomba aconchega o rosto no ombro de Franco. 

— Eu também te amo, agora dorme. Por favor. — Pomba ainda não se esqueceu que Franco precisa descansar.

Os dois deitam juntos no pequeno sofá — que naquele momento — parece o lugar mais confortável do mundo. E talvez, para os pombinhos, realmente seja.

Notes:

Opaa, parece que vc leu até aqui! Obrigada<3 espero ter convertido vocês pro pomba versátil
essa foi minha primeira vez escrevendo hot então espero que tenha ficado pelo menos legível:')
bejossss