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Gaiola Da Castidade

Summary:

Franco deveria ter imaginado que não sairia impune depois de desobedecer as regras que pomba impôs sobre ele.

Notes:

frambooo iupi
Tô pensando seriamente em fazer uma long fic frambo e pombalê, mas a vergonha de posta no meu perfil do ao3 e no meu X ainda não passou
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Espero que gostem ^-^
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(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

Assim que o show acabou, Franco correu para o banheiro, ignorando os gritos de Cindy que provavelmente queria saber o porquê de sua performance ter sido tão fraca hoje.

 

Trancou a porta assim que entrou no recinto, sentando-se no chão parecendo levemente desesperado. Suspirou dolorido, mordendo os lábios.

 

Franco se arrepende de cada palavra e ação que havia feito ontem a noite, se não tivesse sido tão estúpido não estaria passando por aquela tortura agora.

 

Levou as mãos até a intimidade que estava sendo coberta pelo macacão típico da banda, conseguia sentir o volume do que Pomba havia colocado nele desde ontem a noite. Não doía, mas o desconforto, a excitação que parecia sempre chegar e ser negligenciada em instantes era uma tortura para ele.

 

Se tivesse escutado seu namorado, não ter bebido tanto quando ele disse que não era para beber, se tivesse respondido suas mensagens nada daquilo estaria acontecendo agora.

 

Era culpa sua.

 

Levantou do chão frio com as pernas trêmulas, destrancando a porta, dando de cara com Eloy, que parecia estar prestes a chamá-lo.

 

-Ah, cê tá vivo!- Ele disse, a voz parecendo aliviada e confusa.- Sabe que a Cindy quer cortar seu pescoço, né?

 

-Manda ela se fuder.- Disse Franco, passando-se ao lado de Eloy, se arrependendo quando fez uma movimentação “agressiva” e a fricção da roupa apertada foi direto na parte mais sensível. - Puta que pariu, eu preciso ir pra casa.- murmurou, passando as mãos no rosto suado.

 

-Olha..- Eloy riu, pegando o celular do próprio Franco no bolso do uniforme.- Talvez pra sua casa você não vai hoje, tem alguém te esperando bem ansioso.- disse, já entregando o aparelho nas mãos do mais novo.

 

Franco engoliu em seco, já sabendo muito também de quem ele estava falando.

 

-Eu e o pessoal já vai indo, vou deixar minha moto aí viu?- Ele saiu andando, mas no bolso e parecendo bem despreocupado, mas havia um sorriso gigante em seu rosto. - Boa sorte, em!

 

Porra, por que parecia que Eloy estava tão ciente de sua situação?

 

Desbloqueou o aparelho, olhando na caixa de mensagem duas chamadas perdidas de Pomba, seu namorado, e mais algumas mensagens enviadas por ele.

 


Gatinhoinho: fran, já terminou?

 

Gatinhoinho: preciso falar com você, vem para meu apartamento.

 

Gatinhoinho: Alê disse que já faz uns dez minutos que vocês já terminaram, cadê você?

 

Duas ligações perdidas

 

Gatinhoinho: Uau franco, você realmente não tem pensado muito bem, não é mesmo?

 

Gatinhoinho: vou estar te esperando em casa, não demora por favor.

 

Gatinhoinho: é para vir hoje, entendeu?


 

 

Franco se abaixou, colocando as mãos no rosto, pensando bem se realmente deveria ir naquela armadilha que pomba obviamente estava preparando, e não estava nem se esforçando em esconder.

 

Ele sabia, sabia como o moreno era quando o assunto era Franco. A sensação de poder dominá-lo, fazer aquele garoto engolir todo seu orgulho junto com a própria saliva era algo que apenas Pomba conseguia, era o início que conseguiria colocar uma coleira no ruivo, e fazê-lo se abaixar, a ponto de beijar seus pés enquanto ouve todas as palavras sujas e de baixo calão que o mais velho sussurrava sem pudor ou medo de atingir o namorado.

 

E Franco adorava aquilo, adorava estar à mercê de Pomba, estar nos pés dele, sabendo que a única pessoa que o cacheado se importava, amava e era apaixonado em dominá-lo era ele.

 

Mas céus, aquilo que estava em volta de seu pau era uma tortura. A sensação de não poder fazer certos movimentos era sufocante, a sensação de não poder tocar ou nem ao menos ter uma ereção estava acabando com ele.

 

A punheta que batia sempre que não ia na casa do namorado, que o ordenou sempre mandar foto quando estava se aliviando sozinho, não havia acontecido desde ontem a noite, e para ele era uma quebra de rotina que estava o incomodando mais do que estar enjaulado.

 

 

Seu celular vibrou em sua mão, demonstrando que mais uma mensagem havia sido enviada para ele.

 

Sabia quem era.

 


Gatinhoinho: Franco, eu sei que você viu.

Gatinhoinho: eu sei onde você está, você tem dez minutos para sair daí, entendeu?

Gatinhoinho: não me faça te buscar a essa hora.

 

você: já to into amor

você: so estaba descanfo um pouco

 

Gatinhoinho: Descansa em casa.

Gatinhoinho: Agora você tem cinco, sai do celular e vem logo.


 

Porra, era no mínimo uma hora e meia para chegar até a casa de Pomba.

 

 

Céus, como amava aquele garoto.

 

 

//

 

 

O caminho até o apartamento de Pomba poderia ser agradável se dependesse apenas do vento frio que batia em seu rosto e as luzes fracas do poste pela estrada. Mas era impossível sentir algum conforto quando, sempre que passava por um quebra mola ou uma rua esburacada, seu pau era roçado ainda mais na moto com uma certa força, fazendo-o parecer um maluco que não parava de suspirar e gemer em cima de um veículo em movimento.

 

 

Estacionou na frente do apartamento que ficava no centro da cidade, queria poder ter no mínimo ficar alguns minutos lá fora, mas já estava vinte minutos a mais atrasado, era capaz de Pomba vir aqui fora e arrastá-lo pelo pescoço para dentro.

 

Suspirou, juntando todas as forças do seu corpo.

 

e entrou no prédio, usando sua digital que o moreno havia cadastrado, entrou no elevador, tentando ao máximo não deixar sua mente vencer com os pensamentos intrusivos e fazê-lo fugir daquele lugar.

 

 

Parou no apê com o número sete, com as mãos trêmulas, bateu de leve na porta, trancando a respiração ao ouvir passos leves na parte de dentro.

 

por favor Deus, se eu for morrer hoje, me deixa experimentar o Pomba só mais uma vez.

 

 

A porta foi aberta, a figura pequena com uma expressão serena apareceu, um sorriso mínimo fazendo presente no rosto do moreno. Abriu a porta inteira, dando vista do corpo inteiro de Pomba, que usava um cardigã branco longo, escondendo todo aquele corpo que Franco estava desesperado para ver.

 

-Uh, oi.- Murmurou franco, apertando as mãos no jeans que usava.

 

-Você demorou.- Disse Pomba, dando espaço para que o outro entrasse.

 

Eu vou morrer, eu vou morrer, eu vou morrer, eu vou morrer.

 

-E-e! A estrada cheia de buraco é essa chuva do nada, sabe?

 

Pomba riu, fechando a porta e passando pelo ruivo, caminhando até a sala.

 

-Chuva?- Ele perguntou, sentando-se no sofá.- Você tá bem seco, fran.

 

ai meus caralhos.

 

-O vento me secou.

 

-E mesmo?

 

Não, nem choveu.

 

Pomba deitou a cabeça no sofá, cruzando as pernas e pondo as mãos no colo.

 

-Senta aqui, amor.- Ele ordenou.

 

Franco engoliu em seco, finalmente se movendo da entrada até o sofá que pomba estava sentado. Mas, Pomba não pareceu muito feliz com sua ação.

 

-O que você pensa que tá fazendo?- Sua voz fez o ruivo se arrepiar e seu corpo tremer.

 

-V-você pediu pra-

 

-Não, do meu lado não.- Ele se endireitou no sofá, ficando reto e as pernas ainda cruzadas. - No chão.

 

Franco piscou algumas vezes, engolindo um gemido que quase escapou de sua garganta, ele deslizou pelo sofá até o chão, engatinhando até os pés descalços de Pomba, ficando de joelhos na frente dele.

 

Pomba sorriu satisfeito, levando as mãos até os cabelos ruivos, acariciando os fios com carinho.

 

Mas o carinho não durou muito, já que ele segurou o cabelo com força, empurrando a cabeça para trás, forçando o mais novo a olhá-lo.

 

Sua outra mão, foi direto no pescoço do ruivo, vendo perfeitamente a coleira vermelha com preto e espinhos, a guia em forma de fogo com “ Franco” Escrito. Pomba sorriu, Franco não havia nem se esforçado para tirar o uniforme da banda, arriscando ser visto por alguém pelas ruas ou quando entrou no prédio, mas havia colocado a coleira para vê-lo. 

 

O moreno sabia que aquela cadelinha não usava o colar quando não iria encontrar Pomba, ele era envergonhado demais. O que era algo engraçado, já que o mesmo garoto que tinha vergonha de ser visto com um coleira, era o mesmo que mandava todos os dias vídeos masturbando a própria bunda enquanto esfregava seu próprio pau.

 

 

-Você tá sendo tão obediente esses dias, Fran.. Estou orgulhoso de você.- Esfregou o pescoço branquelo e sardento, arranhando aquela parte. - e triste saber que você só está sendo assim por causa da sua punição.

 

Franco não respondeu, gemendo baixinho ao sentir a unha rasgando sua garganta. Tentou esfregar suas coxas para sentir um alívio, esquecendo de algo muito torturante que estava preso em seu pau.

 

Ele engasgou ao sentir a movimentação em seu pau sensível, que por causa da excitação crescente, foi apertado pela gaiola, fazendo um choque doloroso e excitante passar por seu corpo, um gemido abafado e manhoso saindo de seus lábios.

 

Pomba deu um sorrisinho ao ver os lábios do ruivo tremerem ao sentir seu pênis negligenciado sendo apertado. O corpo sensível tremeu, apertando os braços do moreno.

 

-P-pomba, tira..tira..Por favor..!..

 

Pomba riu, puxando o rosto de Franco para perto do seu, olhando-o sério.

 

-Tirar? É isso que você quer?- Ele assentiu desesperado.- Você é mesmo uma putinha, em? Você quebrou várias regras que eu impus em você em uma noite, agora você quer que eu tire seu castigo?

 

Franco choramingou, engasgando em um gemido quando seu pescoço foi apertado, deixando-o levemente sem ar.

 

-Se você quer que eu tire, você tem que merecer.- ele empurrou o corpo fraco do ruivo para trás com o pé, fazendo-o cair sentado no chão. - E o que você fez até agora para merecer? - Ele cruzou os braços. - faça merecer e eu te solto do castigo, simples, não?

 

Franco gemeu, intocado, apertando as mãos em punhos, sentindo seu rosto ferver de vergonha.

 

-N-não dá…- Arfou.- Não dá, amor, e muito ruim.- Lágrimas começaram a escorrer de seu rosto vermelho. - Tira, tira por favor, e-eu faço qualquer coisa!- Ele implorou, se endireitando e abraçando as pernas expostas do moreno.

 

Pomba sorriu satisfeito, levando a mão até os cabelos ruivos, acariciando os fios.

 

-Isso, amor, implora.- Pomba mordeu o lábio inferior, passando o pé descalço pelo peitoral coberto do namorado. - Implora gostosinho, e eu te solto, tá bom?

 

Franco assentiu, descendo até os pés do moreno, beijando e lambendo até os joelhos, deixando uma mordida forte na região. Pomba lambeu seus lábios, tombando a cabeça para trás. 

 

Subiu os beijos até a parte que estava amostra de sua coxa, mordendo a carne farta, ouvindo o mais velho geme acima dele. Lambeu a ferida, beijando a marca de seus dentes. Subiu seus lábios até a intimidade coberta, dando um beijo direto no clitóris que era apertado por aquele short preto que ele usava.

 

Pomba gemeu contido ao sentir Franco lamber o clitóris sensível, abrindo as pernas para dar mais liberdade para ele.

 

 

A contragosto, afastou a cabeça ruiva de sua buceta- que estava pingando não apenas por causa de seus fluídos, mas também por causa da saliva abundância que Franco espalhou por toda a vagina quente e coberta.

 

 

-Está mesmo desesperado, não é amor?- Franco assentiu, lambendo os próprios lábios.

 

-N-não quero que me chame assim..- Ele murmurou trêmulo, uma chama de esperança aquecendo seu corpo ao ver Pomba começar a mexer em seu bolso.

 

-É mesmo?- Assentiu novamente - como quer que eu chame?- Ele tirou uma pequena chave de seu bolso, sorrindo ao ver o rosto do ruivo se iluminar.

 

-Cadela, p-putinha.. E-eu gosto que você me chame assim..- Ele deitou a cabeça nas pernas de Pomba, olhando no fundo dos olhos dele.

 

-E mesmo? Então quer que eu te chame assim?- balançou a chave na frente do rosto dele.- Cadela? Puta? Posso te chamar de vagabunda e piranha também? Minha piranha?- Franco assentiu desesperado, sentindo seu pau doer com a sensação de não poder endurecer.

 

Pomba sorriu, sentindo-se satisfeito.

 

-Fica em pé.- ordenou, rindo anasalado com a rapidez que Franco obedeceu.

 

Pomba se levantou, ficando em pé na frente do ruivo, a diferença de tamanho era ainda mais aparente agora. 

 

Levou as mãos até o zíper atrás do macacão, começando a deslizar para baixo, revelando o peitoral queimado e tatuado do ruivo. Deixou o uniforme cair até os pés calçados com aquela bota grande, cheia de espinhos do ruivo. 

 

Pomba sorriu largo enquanto olhava para o pau duro e sensível do mais novo, preso naquela gaiola da castidade há mais de vinte e quatro horas. A ponta vazava pré-gozo, desesperado por alívio. Pomba passou as mãos pelos ferros da gaiola, ouvindo o garoto choramingar.

 

Levou a chave até a pequena trava, girando lentamente, apenas para ouvir Franco choramingar desesperado. 

 

E então, finalmente a gaiola saiu, deixando o pau livre daquele aperto angustiante. As pernas do ruivo falharam, quase fazendo-o cair no chão se não fosse segurado pelo namorado.

 

Ele gemeu aliviado, mordendo o lábio inferior com alívio.

 

-Se sente melhor?- Franco assentiu, apertando os dedos no braço de Pomba. - Então o que está esperando?

 

Franco levantou os olhos, vendo o moreno o olhando com uma sobrancelha erguida. 

 

Se ajoelhou novamente no chão, observando pomba se sentar no estofado a sua frente, abrindo bem suas pernas.

 

Com as mãos trêmulas, segurou a guia de sua coleira, erguendo para o mais velho, que sorriu provador, segurando o couro e puxando com força o ruivo para frente, deixando-o com a cara mais perto ainda de sua intimidade.

 

Ele engoliu um gemido, levando as mãos até a barra dos shorts preto, começando a deslizar pelas coxas fartas e pernas finas dele, deixando cair no chão.

 

Pomba apoiou cada perna em cada ombro do ruivo, cruzando as pernas entre o pescoço do ruivo, deixando o imóvel.

 

Aproximou seus lábios dos pequenos lábios da vagina, lambendo entre eles, sentindo o gosto viciante daquela buceta suculenta. Chupou o clitóris endurecido e inchado de forma faminta, sentindo-se nos céus quando sua cabeça foi apertada pelas coxas gostosas de Pomba.

 

Chupava toda aquela vagina gorda sem deixar um lugar sem sua saliva, sua marca. Conseguia ouvir os gemidos roucos e excitantes de Pomba, que mordia os lábios sempre que seu clitóris era mordido é puxado com força.

 

Levou um dos dedos coberto pela cicatriz da queimadura até a fenda de Pomba, que pingava no sofá abaixo dele. Chupou aquele buraquinho apenas para sentir as pernas dele tremerem ainda mais, e sem hesitação, enfiou o dedo indicador inteiro, fundo e forte, do jeito que Pomba gostava.

 

O moreno gemeu alto com a invasão, rebolando o quadril contra a mão do ruivo, querendo sentir aquele dedo mais fundo em seu interior.

 

Franco passou a estocá-lo com força, sentia sua mão doer por causa da rapidez, mas pouco se importava com a sua dor, queria fazer seu homem explodir em prazer naquele sofá.

 

-Chup..Ah d-direito, c-caralho!- ele ordenou, dando um tapa estalado no rosto do ruivo, segurando seus cabelos e forçando o rosto dele se aproximar ainda mais da bucetona dele.

 

Franco colocou a língua bifurcada para fora, sentindo Pomba começar a se esfregar no músculo molhado como bem entendesse, focando nos seus pontinhos que ele mais sentia prazer.

 

Pomba revirou os olhos, movimentando o quadril ainda mais rápido, sentindo o orgasmo se aproximando cada vez mais. Gemeu rouco ao sentir mais um dedo invadindo seu interior, espancando suas paredes internas de forma desleixada, mas o suficiente para que suas pernas tremerem.

 

 

Franco chupou aquela buceta inteira, enfiando a língua na fenda pulsante, sentindo a movimentação de seus dedos lá dentro, Pomba praticamente gritou quando o prazer tomou conta de seu ser, esguichando na boca do ruivo, molhando o rosto dele inteiro com seus fluídos.

 

Continuou movendo sua língua e seus dedos no mesmo ritmo insistente, sabendo o quão ele amava quando o prazer era prolongado, aproveitando a oportunidade para beber todo o néctar dado a ele.

 

Pomba empurrou a cabeça de Franco, afastando da sua buceta inchada, pulsante por causa do recente orgasmo. Os dedos dele foram retirados do interior à força, não teve tempo para falar ou pensar em algo, seu pescoço foi apertado com força, deixando-o sem ar.

 

Pomba se levantou, puxando o corpo do ruivo para perto do sofá, forçando-o a se sentar no estofado.  

 

Subiu em cima do mais novo, segurando a guia enquanto o enforcava. Sentou no colo dele, deixando uma perna de cada lado, sua buceta cobrindo o pau duro, que pulsava desesperado por algum toque.

 

Esfregou a vagina no comprimento do penis estúpido de Franco, que se contraiu ao sentir o clitóris em sua glande. O aperto em seu pescoço ficava cada vez mais forte, sua visão começando a escurecer.

 

Pomba segurou o pau grosso em suas mãos, apontando para sua fenda lubrificada. Seu peito palpitou ao ver o quão aquele ruivo era uma putinha, seus olhos já revirados, quase inconsciente, saliva saindo em abundância de sua boca, mas mesmo assim, aquele sorriso não saia de seus lábios, um sorriso de quem estava completamente satisfeito.

 

Soltou o pescoço do ruivo, que respirou fundo, recebendo outro tapa, dessa vez mais forte em seu rosto, e então, um grito saindo de sua garganta quando Pomba sentou no seu pau com força, não dando tempo para Franco sequer respirar direito.

 

Seus gemidos eram cortados por engasgos e gritos roucos, pomba sentava com força nele, subindo e descendo rapidamente, engolindo aquela rola inteira com facilidade, deixando suas pernas bem abertas para que Franco observasse bem aquele pau estúpido entrando e saindo de seu interior.

 

 

-Vamos, vagabundinha, não estava desesperado para fuder? Então se apressa.- Ele ordenou, apertando o rosto do ruivo com suas mãos.

 

Franco levou as mãos até a bunda farta do moreno, apertando e balançando sempre que pomba batia aquelas bandas em suas coxas. Ele se empinou ainda mais, aumentando seus movimentos.

 

-Abre a boca, porra.- Ordenou mais uma vez, dando tapas fracos perto do rosto suado e vermelho.

 

Franco obedeceu, abrindo sua boca e colocando a língua para fora. Pomba cuspiu em sua boca, deixando que a saliva deslizasse pela garganta do ruivo que engoliu tudo sem hesitar.

 

Suas bocas se juntaram, os gemidos ficaram abafados entre o beijo bruto, com mais língua e saliva do que lábios, mas ambos não se importavam com aquilo. 

 

Os corpos se chocando eram ouvidos por todo apartamento, pomba levou as mãos até os mamilos queimados do ruivo, apertando entre seus dedos, apenas para sentir a boca trêmula dele na sua.

 

-Feliz agora, vagabunda? Não era isso que você queria? Me comer? Então faz direito, eu tô ficando entediado, sabia?- provocou o ruivo, puxando o lábio inferior dele.

 

Franco rosnou, segurou o mais velho pelas coxas, deixando-o com as costas pressionadas em seu peitoral, fazendo pomba gemer alto com a movimentação do pau virando dentro de si.

 

Segurou ele pelas pernas, deixando bem aberto, agora comendo aquela buceta gostosa como bem entendesse. Pomba gemeu com a movimentação do pênis de Franco indo bem fundo em seu interior, acertando o colo de seu útero sem pudor.

 

-I-isso, caralho!- Pomba gemeu alto, um sorriso grande em seu rosto enquanto seus olhos reviraram.

 

Levou suas mãos nervosas até o próprio clitóris sensível, estimulando no mesmo ritmo que as estocadas violentas de Franco, soltando um gemido gutural com o prazer violento que estava sentindo.

 

-P-pomba. - Ele sussurrou no ouvido do moreno, a voz embargada pelo choro.- E-eu quero gozar, deixa eu gozar, p-por favor, amor.

 

Pomba sorriu, assentindo com a cabeça.

 

Franco deu uma sequência de estocadas fundas na vagina arrombada, gemendo alto e choroso quando o esperma grosso vazou de seu pau, enchendo o interior de Pomba com sua porra.

 

Seu corpo convulsionou, lágrimas escorreram de seus olhos. Abraçou o corpo de Pomba, trazendo para perto dele enquanto o sêmen continuava saindo de seu pau.

 

Pomba gemeu manhoso quando sentiu o esperma encher sua buceta, misturando com seu próprio orgasmo, seus olhos se revirando ao sentir seu estômago cheio.

 

O pênis foi retirado de dentro da vagina sensível e arrombada, fios grossos vazaram, caindo no sofá e chão.

 

Franco fungou, deitando a cabeça na curvatura do pescoço do namorado, tentando relaxar a adrenalina que estava sentindo.

 

Pomba suspirou cansado, acariciando a cabeleira ruiva em um carinho. 

 

Ele se virou, deitando seu corpo em cima do de Franco, que abraçou o seu sem hesitar, deitando no sofá e entrelaçando seus corpos.

 

 

//

 

 

-Você ainda tá bravo comigo?- o ruivo arriscou perguntar, fungando.

 

Pomba levantou sua cabeça, olhando para os olhos verdes.

 

-Não igual antes. Mas agora você sabe o que vai acontecer quando você não me obedecer, não é?- ele fechou os olhos, sorrindo.

 

-S-sei, não vai acontecer mais.- ele aproximou o seu nariz no de Pomba.- eu.. eu te amo.

 

Pomba sorriu grande, esfregando seu nariz no dele.

 

 

-Eu também, amor.

 

 

 

 

 

 

 

Notes:

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