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Language:
Português brasileiro
Stats:
Published:
2026-02-21
Words:
2,114
Chapters:
1/1
Comments:
2
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7
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1
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535

Pam, a Mamãe

Summary:

onde a grande Pam está com tanto tesão que estupra o amigo de sua filha, Gus.

Notes:

pam e gus não são parentes (talvez alguém que não jogue o jogo leia isso?), eu obviamente não apoio pedofilia, isso é apenas para entretenimento. quase não revisado, sou escritora iniciante, pegue leve comigo pfv :'( leia as tags!!!!

Work Text:

era mais um dia no árduo ambiente do ferro-velho, com sucatas espalhadas pelo ambiente, peças jogadas e o suor escorrendo da testa da dona.

Pam estava tão focada em seu trabalho desde que teve jessie que nem se lembra mais da última vez que gozou, muito menos da última vez que viu um pau de perto.

o sol já estava abaixando, dando um tempo de descanso para a mulher, ouvindo sua filha Jessie correr em sua direção.

— mamãe, o gus pode dormir aqui em casa hoje? — a pequena pergunta sorridente, pam sabe o quão eles dois são amigos e ela gosta bastante do garoto.

— claro, pequena! pode sim! — pam sorri, entrando dentro de casa para tomar um banho.

a noite chega, e gus e jessie já estavam dormindo, cansados de tanto brincarem.

pam chega ao seu quarto e começa a sentir seu corpo esquentar, tirando as roupas e jogando-as no chão, deitando e tocando sua buceta encharcada, gemendo com o contato.

tudo que pam mais queria agora era um pau para satisfaze-la, a abrindo e gozando dentro de si.

de repente, a tirando de seu momento de prazer, pam escuta batidas na porta, esquecendo totalmente de que estava completamente nua.

a grande mulher se depara com gus, vestindo um pijama infantil.

— d-desculpa atrapalhar, senhora pam, mas eu não estou conseguindo dormir.. — o pequeno fala triste, enquanto tenta desviar o olhar dos grandes seios da mais velha.

pam não sabe descrever o sentimento que sentiu ao ver a criança tão indefesa em sua frente, imaginando como seria o pequeno pau do menino.

— mas por que, meu amor?

— eu tenho medo do escuro.. por favor, não conta pra Jessie, ela vai me zoar!! — gus admite quase em um sussurro enquanto sente suas bochechas ficarem vermelhas.

pam aproveita a oportunidade, um pequeno garoto está batendo em sua porta de madrugada, é óbvio que aquilo eram suas preces sendo atendidas.

— venha cá, pequenino, não tenha medo. — a velha diz, com a criança se aproximando à passos tímidos, a altura Infantil possibilita gus de estar frente a frente com a grande buceta da mulher..a porta bate, com a atmosfera sexual do quarto se intensificando.

— mas antes de dormir comigo, você vai ter que fazer algumas coisas.. — o garotinho inclina sua cabeça para o lado com dúvida. — confie em mim, meu bebê. a partir de agora, me chame de mamãe! — pam não da tempo do garotinho responder.

pam pega o menino nos braços e beija sua boca, as línguas de tamanhos desproporcionais só aumentam ainda mais o tesão da mulher, e por instinto, gus se agarra ao corpo da figura grande.

guiando a criança para a cama, a mamãe deixa gus por baixo, levantando as pernas do garoto, expondo seu minúsculo pau e seu cuzinho clarinho.

— você tem um pau gostoso, garotão. — não esperando mais, pam abocanha o pau pequeno sem dificuldade, sugando, girando a língua e incluindo até mesmo as pequenas bolas do garoto para dentro de sua boca.

o garoto solta gemidos altos, nunca havia nem sequer tocado direito em seu pênis daquela forma, nem mesmo cogitou receber chupadas no pequeno pintinho.

já vermelho, se tremendo inteiro com seu primeiro orgasmo infantil chegando, gus rebola inconscientemente desejando ainda mais contato com a língua macia da ruiva.

sem se segurar, a criança solta jatos finos dentro da boca da mulher enquanto grita, essa que engole imediatamente, saboreando o sabor infantil.

ainda se recuperando com seu corpo tremendo, gus sente a grande mamãe dando lambidas em seu buraquinho, em resposta, o pequeno da solavancos pra cima, numa falha tentativa de conter a sensação nova, sendo segurado pelas grandes mãos da ruiva com as pernas abertas, totalmente exposto à pedófila.

— mamãe! — gus fechava os olhos por conta da sensação nova, sentindo seu buraquinho fechadinho contrair.

pam não dava trégua, enfiava a lingua no cuzinho do garoto enquanto masturbava o pequeno pênis já novamente ereto, sentindo o gosto delicioso de um cuzinho infantil virgem.

— sua bundinha é tão deliciosa, filhinho. você vai deixar a mamãe comer ela depois, não vai? — a mulher da beijos no buraco e entorno, deixando marcas de batom vermelho ao redor, o barulho de estalos molhados deixa gus ainda mais excitado, se é que era possível.

— a-ahn? como assim você quer "comer meu bumbum?" — gus ainda é tão pequeno para entender, pam iria levar isso em conta, já que só de pensar em gus gozando com seus dedos dentro de seu canal anal fazia sua buceta piscar.

— tenho certeza que você vai gostar. — depois de babar o cu do garoto inteiramente e ver o pau ereto, pam quer dar ainda mais prazer para a criança, a deitando em seu colo.

— a mamãe vai te alimentar agora, está bem? — gus fica apoiado ao braço da ruiva, de frente para seu grande seio esquerdo, com suas pernas no colo da mulher, enquanto seu pequeno pintinho era masturbado pela outra mão de sua nova mamãe.

— chupe ele bem gostoso, até sair leite. assim, você vai ficar bem fortinho. — pam da um sorriso maternal, amoroso. gus aproxima sua boca do bico do peito da mulher, mamando como se realmente fosse um bebê, sentindo o leite natural sair do bico, bebendo com afinco.

a gorda não perde tempo e já começa a movimentar sua mão no pênis infantil, ouvindo o garotinho gemer contra seu seio em resposta. com pam sentindo as finas veias do pau do menino endurecerem, aumenta a frequência de sua mão, resultando num menino todo gozado enquanto mamava em um de seus grandes seios, escorrendo baba por toda sua face.

a mulher se deita empinada, abrindo sua bunda mostrando a buceta molhada, balançando-a na frente do menino.

— vem, amor! mete seu pau em mim, mete! — gus sente seu pequeno pênis dar uma fisgada, ficando de pé na cama e colocando seu pênis dentro do buraco alargado, ouvindo um gemido gostoso de pam.

— AH! CARALHO! pauzinho gostoso.. —
gus começa a meter desesperadamente na mulher, em busca de seu próprio prazer, se agarrando na enorme bunda da pedófila e dando estocadas desajeitadas dentro do canal vaginal quente e apertado.

— MA-MAMÃE!! tá saindo, tá saindo..!!! — o pequenino sente seu corpo se arrepiar por inteiro, sentindo uma sensação gostosa saindo de seu pênis.

não aguentando muito, o pequeno goza dentro da mulher, o leitinho quente sendo sugado para o interior dela.

— AHW.. isso, goza! me enche de porra, menininho levado! — a mulher contrai sua buceta com o pau infantil dentro, sugando ainda mais o pedacinho de carne dentro de si, engolindo toda a porra de gus com sua buceta gorda.

— caramba.. que delicia..!! deita aqui amor, deixa eu sentar em você! — a mulher deita o garoto, sentindo sua buceta gorda babar ainda mais com a diferença de tamanho corporal, não demorando nem mais um segundo ao sentar com força no pequeno pênis do menino, que geme de surpresa e dor ao sentir todo o peso da mulher em seus quadris.

pam começa a quicar ainda mais forte no pequeno pênis, com sua boceta grande e gorda engolindo-o totalmente. enquanto a gorda geme com a lingua pra fora e pupilas para cima, gus sente seu pintinho sendo esmagado pela mulher.

as grandes tetas da mulher balançam freneticamente, chamando a atenção da criança, que as massageia enquanto sente sua pica sendo esfolada pela buceta da mais velha.

— MAMÃE!! ahwn.. mamãe, caramba, por favor, não para! mamãe, mamãeeee..!!! — gus se perde em suas palavras, apenas buscando mais prazer com a sensibilidade enquanto grita a mais velha.

pam passa a cavalgar rápido no menino, arrancando gemidos altos da criança, que não demora a gozar dentro novamente. gus esporra seus filhos dentro de pam, com a grande mulher sentindo o leite quentinho entrando dentro de si, a excitando ainda mais.

— PORRAAAA!!! isso, isso! me dê seu gozo infantil! me dê todo o seu leitinho quente, filho! mais! mais!!! — pam não se aguentava, dando sentadas fortes e desengonçadas, as vezes cavalgando e se esfregando, desesperada para receber os filhos da criança, até que gozou.

seu gozo cobriu o pequeno pau do garoto, que já estava esgotado de tanto gozar, mas seus pensamentos de descansar são arruinados quando sente a mulher virando sua bunda em sua direção, com o grande cu aberto, balançando pra ele. a vagina ainda esporrada de gozo pinga na cama.

— meu bebêzinho, que tal dar umas linguadas na mamãe? — a gorda não espera uma resposta, apenas senta com sua grande bunda no pequeno rostinho da criança, rebolando enquanto sente as lambidas tímidas do menino em seu buraco vaginal gozado.

gus sente sua respiração sendo quase completamente cortada, com a buceta molhada da mulher babando todo o seu rosto, e a bunda gorda o pressionando contra o travesseiro.

— I-ISSO.. ai, que delicia! você chupa tão bem, neném! você faz isso tão bem, um garotinho da sua idade já sabendo lamber uma buceta não é normal, você já é um adulto! — a ruiva passa a rebolar no rostinho bonito de gus, espalhando ainda mais o gozo dos dois, o sujando mais quando goza mais uma vez, fazendo questão de esfregar sua buceta gorda no rosto do garotinho novamente, o deixando lambuzado de porra.

gus estava com o olhar perdido, tossindo e vermelho tendo sua respiração devolvida. já havia perdido as contas de quantas vezes havia gozado, mas já sabendo que ainda não tinha acabado, sentindo a mulher penetrando seu pequeno pau dentro de seu cu, virando de costas, deixando a grande e gorda bunda na direção do pequenino, tão grande que tapava quase toda sua visão, cobrindo inteiramente seu fino pau.

— a-ah! caralho, porra! pau infantil gostoso, eu adoro seu pau infantil, bebê, eu adoro! — gus gemia tanto quanto pam por conta da sensibilidade, a palavra mamãe era balbuciada repetidas vezes, sem nexo, apenas deixando a mulher usar seu pauzinho para se satisfazer.

— VOU GOZAR, VOU GOZAR!!! sim, sim, simm.. porra, to esguichando, o pau de uma criança me fez esguichar!!!! — pam, com todo o tesão acumulado e sensibilidade, esguicha no corpinho do menor, molhando ambos e a cama, ainda ondulando seu quadril um pouco mais.

pam se retira do pau do mais novo ofegante, gus com marcas avermelhadas em seus quadris por conta das fortes sentadas da mulher finalmente tem alguns segundos para relaxar, até que sente sendo pego pelos braços e virado de cabeça para baixo.

— espera, espera! mamãe, eu to tão cansado, por favor, eu não aguento mais! — gus se desespera, já havia gozado tanto, não possuía mais nenhum sêmen em suas pequenas bolas, e mesmo que tentasse fugir a mulher conseguiria pará-lo por conta da diferença de tamanho.

— querido, me lembro que você ficou bem interessado quando eu falei sobre comer seu bumbum, não? — pam encosta a cabeça do menino no travesseiro macio, levantando suas pernas e ficando cara-a-cara com o cuzinho virgem e o pau mole.

— O QUE?! N-NÃO, NÃÃO! —gus começa a sentir novamente fortes chupadas em seu cuzinho, enquanto a mais velha bombeia seu penis amolecido. enfiando a língua dentro do buraquinho e apertando as bolas, o corpo de gus o trai e ele fica duro novamente.

— fique tranquilo, querido, sei o quanto você está gostando, e você vai gostar ainda mais agora! — pam sorri malicioso, enquanto abocanha o pau de gus e força a entrada de um dedo dentro do garoto.

— MAMÃE! cacete, isso dói! AHW.. i-isso dó-i.. — gus não conseguia mais pronunciar palavras direito, apenas deixava as lágrimas caírem e gemia com seu cuzinho sendo invadido por mais dois dedos, com os longos dedos tocando sua próstata, enquanto sentia seu pau sendo chupado com força.

o garotinho sentia seu bumbum sendo alargado, com pam já metendo forte enquanto o garoto se contorcia de dor e prazer, sentindo que seu gozo estava chegando.

mas aquela sensação era diferente, não havia mais esperma armazenado nas pequenas bolas do garoto, e o pequeno tentou avisar sua mamãe.

— HM! eu.. eu não tenho mais gozo pra sair, mamãe, pare! m- mamãe.. AHWN.. — a mulher apenas sussurrou contra seu pau um "deixe vir, querido", aproximando ainda mais seu pau em sua garganta.

gus sente sua urina esporrar na garganta de sua mamãe, se sentindo culpado e envergonhado, com lágrimas nos olhos e o mijo saindo contra sua vontade.

a mulher engole tudo, sugando até o talo, não deixando uma gota sequer de urina misturada com pré gozo escapar de sua garganta profunda.

retirando os dedos da bunda da criança, vendo o buraquinho largo, pam se sente satisfeita com seu trabalho, com gus totalmente esgotado da noite calorosa.

— prontinho meu bebê, vem dormir nos peitos da mamãe, vem. agora nenhum monstro noturno vai te pegar. — gus se joga contra os grandes seios, colocando um na boca enquanto mamava o gostoso leite que saia, até adormecer.