Actions

Work Header

Tears - Portuguese

Summary:

"Sabe, Osc. Vou ser direto com você porque eu cansei de brincar." Os olhos verdes penetrantes focaram nos castanhos. "Eu quero você, e eu sei que você me quer também. E eu to disposto a dar o que você quer, mas pra isso você vai ter que ser um bom garoto. Você vai ter que ganhar de mim hoje, Oscar Piastri." Um sorriso atrevido brincava nos lábios avermelhados de Lando. Oscar estremeceu.

Ou

Onde Lando flagra Oscar vendo o que não devia, e propõe um acordo a ele caso ele ganhe a corrida. Oscar não ganha, então de alguma forma Lando tem que consolar seu colega de equipe.

Notes:

Oi de novo.

Eu meio que voltei gostar de escrever fanfic….

Bom, primeiramente quero me desculpar caso tenha algum erro de ortografia ou algo sem sentido porque eu escrevi isso em alguns dias diferentes e eu estava completamente chapada de sono. Inclusive estou agora enquanto posto (4 da manhã).

Segunda coisa, eu novamente tive essa ideia a partir de um pensamento que eu tive enquanto estava quase dormindo e decidi que precisava escrever o mais rapido possivel.

Tive ideias e ajuda de um amigo meu, um querido, muito obrigada!!!

Eu ainda estou aprendendo mexer nesse site, estou aprendendo novamente a escrever histórias desse tipo, então obviamente meus conteúdos por agora ainda não estarão nivel AO3, sinto muito. Porém estou me esforçando bastante, ok!

TALVEZ eu traga essa e a outra história traduzida para o ingles mais para frente. Nada garantido.

Foram aproximadamente 6.5k de palavras.

Detalhe importantíssimo!!! Pode ser que o Lando passe impressão de chato/insistente no inicio, durante a contextualização dos dois, MAS ELE NÃO É. Os DOIS estão de acordo com TUDO o TEMPO TODO. Então NÃO, NINGUÉM está invadindo o espaço pessoal de ninguém.

 

NADA NESSA HISTÓRIA TEM LIGAÇÃO COM A REALIDADE OU COM AS PESSOAS REAIS. É APENAS UMA HISTÓRIA FICTÍCIA SEM LIGAÇÃO ALGUMA COM A VERDADE.

 

Bom, eu acho que é isso.

Aproveitem.

Beijinhos e até a próxima!

Work Text:

A pouco mais de três anos Oscar conseguiu seu lugar na F1, especificamente na equipe dos sonhos, McLaren. Mas o que mais chamava atenção da mais nova promessa do Grid não eram os carros, ou o uniforme, e sim quem o pilotava e vestia junto a si.

Desde mais novo, quando ainda nem se quer imaginava estar na F1, Oscar já acompanhava e sonhava em um dia estar lado a lado com Lando Norris. Talvez o termo certo a se usar para descrever a relação, até então, dos dois era de ídolo e fanboy.

Oscar Piastri era só um Fanboy de Lando Norris. O maior deles.

E cada vez mais a admiração dele por Lando crescia conforme o tempo passava e eles dividiam as pistas, equipes, e vez ou outra até o quarto de hotel. Até hoje Oscar arriscaria dizer que sua ficha ainda estava caindo.

Bom, não eram tão próximos fora dos holofotes, Oscar as vezes pensava que nem amigos eram. Mas era comum, acontecia com outras equipes, então ele não ligava muito. Mas algo em frente às câmeras de um tempo pra cá havia mudado.

Talvez fosse coisa da cabeça de Oscar, mas principalmente a internet não o deixava duvidar do que estava vendo. Ou talvez todos estavam ficando malucos também.

Oscar nunca foi uma pessoa fácil de se lidar romanticamente falando. Se quer chegou se relacionar com alguém, no máximo alguns encontros casuais onde acabou indo pra cama com algumas pessoas, mas nada a ponto de mexer com seu interior.

Mas Lando era diferente. Sempre foi diferente.

O australiano não sabia definir o que sentia a respeito do britânico. Não fazia ideia de até onde ia seu lado fanboy, e onde começava o algo desconhecido que o dominava algumas vezes e o fazia esquecer das coisas ao redor.

Se pegou pensando muito nisso ultimamente, depois de entrevistas, após gravar conteúdos para o time de mídia social.

Estava confuso porque em frente as câmeras Lando o olhava diferente, já tinha percebido, as vezes soltava coisas com duplo sentido, o deixando totalmente sem graça. Mas ao mesmo tempo que isso acontecia, fora das câmeras o britânico era indiferente. Claro que o respeito sempre foi mutuo de ambos os lados, mas Oscar não conseguia encontrar nele o que encontrava no Lando das câmeras.

Talvez ele só estivesse fazendo fan service ou conteúdo mais apelativo, visto que eles dois juntos davam bastante engajamento e a empresa já tinha notado. Tanto que até mesmo a equipe os chamavam pelo nome que os fãs haviam dado. Mas se fosse isso ele também teria que ser informado e consequentemente colocado em seu contrato, não? Mas ele não sabia de nada.

Estava sozinho no quarto de hotel, obviamente compartilhado com Lando, sentado na pequena mesa próximo a janela enorme do quarto. Seu notebook estava encima da superfície a sua frente. Seus dedos contidos, evitando pesquisar pela decima vez naquela semana sobre o mesmo assunto que precisava evitar ao máximo. Mas ele simplesmente não conseguia se conter.

Abriu o Twitter e digitou "Landoscar" na barra de pesquisa do site. Hesitou em apertar a tecla enter mas fez. Havia muita coisa nova, principalmente do conteúdo que gravaram no dia anterior. Alguns videos começaram a reproduzir sozinhos, mutados, prendendo a atenção do australiano em todos os pequenos detalhes. Em todos os olhares trocados.

Oscar leu alguns tweets como "nossa, eles combinam tanto!", "Vai com calma Lando, ele é todo seu.", "Lando parece faminto olhando para o Oscar.". Seu rosto esquentou com os comentários e ao ver algumas fotos onde, definitivamente, Lando o olhava muito diferente. Havia prazer? Oscar não sabia dizer. Mas ele tinha certeza que tinha algo ali.

Continuou rolando a pagina para baixo, vendo mais e mais coisas sobre os dois, estava tão absorto que não notou quando já não era mais o único no ambiente. Foi arrancado de seus pensamentos de forma aterrorizante ao sentir uma mão apertar levemente seu ombro direito. Merda, merda, merda. Foi pego vendo o que não devia. Se sentia como um adolescente em plena puberdade descobrindo coisas erradas na internet.

Seus dedos congelaram no mouse do notebook e sem que visse acabou curtindo um tweet com uma fanart um tanto indecente dos dois. Seu corpo gelou e tremeu levemente sob o toque até então desconhecido.

"Osc, o que está fazendo? Eu te chamei várias vezes ali na porta, mas você não respondeu. Estamos atrasados." A voz de Lando o enterrou de vez. Congelado, sua única reação foi fechar os olhos e rezar para que aquilo não passasse de uma alucinação. Mas infelizmente era real. A mão de Lando em seu ombro era bem real, o perfume do mais velho enchendo o ambiente e seus pulmões era real. "O que está vendo ai no comput-"

Lando parou de falar ao que seu corpo abaixou o suficiente e leu a tela do aparelho a sua frente. Um sorriso surpreso tomou conta de seus lábios.

"Osc, eu sabia que você era meu maior fã. Mas eu não fazia ideia de que você curtia essas coisas..." Lando brincou sentindo o corpo tenso ao lado do seu.

"E-eu não..." Oscar tentou argumentar mas sua voz não saia. Fechou rapidamente o notebook e se levantou, se afastando de Lando e tentando se recuperar. Lando estava se divertindo com a situação.

Norris já tinha pesquisado sobre eles algumas vezes antes de abandonar a rede social de vez, mas não achava que Oscar também fosse atrás, achava que não fosse a praia do garoto.

Não ia negar que já tinha olhado pra ele diferente de forma proposital, porra, Lando não era idiota. Oscar era bonito pra caralho, solteiro, e ficava perto demais. Mas fazia tudo em frente as câmeras por medo de estragar o que tinham. Enquanto trabalhavam tinham uma ótima relação, eram uma ótima dupla dentro e fora das pistas. Tinham uma conexão e ritmo incríveis e Lando não queria perder isso, porque de certa forma, o afetaria individualmente dentro das pistas, e ele queria ganhar.

Então já que tinha que manter uma boa convivência com seu colega de equipe, que fosse da forma mais divertida.

Foi realmente uma surpresa saber que fora dos holofotes Oscar também pensava sobre aquilo, sobre ele. Talvez, no fundo, Lando estivesse satisfeito com isso. E só talvez o britânico usaria isso a seu favor.

Após o episódio inesperado, o clima entre os dois era palpável. A maioria da equipe já tinha percebido, alguns especulavam o que realmente tinham acontecido, motivos de uma possível briga interna, tensão por conta das corridas, a competitividade entre os dois finalmente dando as caras. Ninguém sabia.

Oscar fugia de Lando a todo custo, e o mais velho se divertia correndo atrás. Como um animal brincando com sua presa antes do ataque final.

As entrevistas e videos ficaram insuportáveis com os dois no mesmo ambiente, mas a equipe de mídia continuava os colocando juntos. Lando investindo cada vez mais em Oscar, o deixando cada vez mais desconcertado.

Numa quarta feira pós trabalho, Oscar estava sozinho na cozinha do prédio principal da McLaren tomando seu café enquanto repensava tudo que estava acontecendo. Em pé e de costas para a porta, acabou se assustando com o baque que a mesma deu, anunciando a entrada de alguém. Não precisou se virar de imediato para saber quem era. Oscar colocou sua xícara devagar no balcão de metal e se virou.

Lando estava parado em frente a porta, com as mãos atrás do corpo. Um sorriso brincava em seus lábios e seus olhos verdes brilhavam. O britânico usava suas roupas de correr, provavelmente estava treinando ou algo do tipo. O macacão preso ao quadril, enquanto a parte de cima do corpo era coberta e desenhada pelo macacão antichamas grudado em sua pele. Oscar engoliu seco.

Da forma que o australiano se perdeu em Lando, Norris sabia muito bem o que olhar. Encarou o piloto mais alto de cima a baixo, notando os braços torneados e peitoral levemente avantajado marcados pelo mesmo macacão antichamas. Oscar virou o rosto corado de lado, fugindo de Lando.

O piloto se aproximou em passos lentos, e de repente a cozinha enorme virou um cubículo minúsculo com os dois dentro. O corpo de Oscar formigou.

Quando estava perto o suficiente para sentir o calor emanar do corpo de Oscar, o britânico esticou um dos braços para trás do corpo do outro e pegou a xícara de café que ele bebia. Oscar estremeceu na expectativa de um mísero toque.

"Café amargo..." Lando disse bebericando o líquido quente. "Eu posso adoçar pra você, se você quiser."

O tom baixo de Lando fez o corpo de Piastri arrepiar por completo. Ele engoliu seco e negou com a cabeça.

"Olha pra mim, Osc. Estou falando com você." Lando segurou o queixo do australiano com a mão livre, virando seu rosto gentilmente para si. Os olhos se conectaram e Norris sorriu. Seu corpo pressionava Oscar contra a bancada.

"Lando..." A voz de Oscar falhou. "Por que 'tá fazendo isso?" Piastri quis se bater pela pergunta idiota, mas sua cabeça simplesmente não funcionava mais perto do britânico. Seus pensamentos iam além todas as vezes.

"Ora, Oscar. Eu quero você. Ainda não percebeu?" Lando disparou, dando uma risadinha no final da frase. Oscar congelou, sua boca abria e fechava varias vezes na tentativa de falar algo, mas nada coeso passava por sua mente. As palavras simplesmente não existiam mais. "O gato comeu sua língua? É uma pena que eu não pude experimentar dela uma vez se quer."

O tom de falsa tristeza e provocação na voz de Lando deixou Oscar sem ar por um breve momento. Ele iria enlouquecer.

"Bom, espero que esse fim de semana esse gato devolva sua língua. Você vai precisar." O britânico sorriu satisfeito com o estado que Oscar estava com tão pouco. Ficou nas pontas dos pés e deixou um selar rápido no canto dos lábios do australiano. Se afastou e caminhou calmamente até a porta como se nada tivesse acontecido. Lando destrancou e saiu do cômodo. Oscar queimava por dentro.

Não precisava olhar para baixo para saber como estava. Lando Norris o enlouquecia sem esforço algum.

A semana seguiu tensa, muito mais por conta da corrida do que por Lando. Enquanto a equipe preparava os carros para a corrida, Oscar havia acabado de chegar no box ainda ajeitando seu traje de corrida. De repente seu corpo é puxado de forma bruta pra dentro de uma sala e a porta é fechada atrás de si.

Lando.

Seu corpo estava preso entre a fina parede e o corpo desenhado de Lando. Os braços do mais baixo o cercavam, deixando sem saída.

"Está atrasado." Lando disse com o rosto perigosamente perto do rosto de Oscar. "Sabe, Osc. Vou ser direto com você porque eu cansei de brincar." Os olhos verdes penetrantes focaram nos castanhos. "Eu quero você, e eu sei que você me quer também. E eu to disposto a dar o que você quer, mas pra isso você vai ter que ser um bom garoto. Você vai ter que ganhar de mim hoje, Oscar Piastri." Um sorriso atrevido brincava nos lábios avermelhados de Lando. Oscar estremeceu.

Ele não estava com medo, sabia que era bom e se garantia. Mas também tinha consciência de que Lando era o atual líder do campeonato e que ganhar dele seria um desafio grande.

Mas ele queria Lando. Ele queria muito. Por todas as noites que passou acordado, pelas vezes que teve se virar sozinho após as brincadeiras sem filtro do britânico. Ele cansou de ficar apenas na imaginação e agora que Lando estava praticamente se entregando de bandeja para ele, ele iria dar o seu melhor. Não pelo título, mas por Lando.

O australiano sentiu seu corpo esquentar e formigar com as palavras de Lando, respirou fundo e assentiu com a cabeça em aprovação. Mas não foi o suficiente para o piloto mais baixo.

"Palavras, Oscar. Use palavras, quero ouvir sua voz." Disse impaciente. "Você vai ser um bom garoto e ganhar de mim? Ou eu vou ter que adiar o seu presente?"

"E-eu vou ganhar." Lando continuo encarando como se esperasse algo a mais. O rosto de Piastri queimava. "Eu vou ser um bom garoto." Norris sorriu satisfeito e se afastou.

"Veremos." Disse e saiu rapidamente da sala, desaparecendo em segundos da frente de Oscar, que tentava de forma falha se recuperar.

A equipe estava a todo vapor, discutindo os últimos pontos das estratégias novas, os pilotos se preparando já dentro dos carros para saírem. Oscar a todo momento olhava discretamente para Lando, um pouco apreensivo e nervoso. Quando o veterano percebeu, deu uma piscadinha discreta para Oscar, o desconcertando mais ainda.

Foi dada a liberação e assim os dois pilotos saíram em direção ao local de largada. Lando em primeiro lugar e Oscar em segundo. Uma disputa acirrada entre os dois, que já vinha se criando desde as corridas de treino e qualificatória.

Oscar tentava ao máximo se manter concentrado na corrida, evitando pensar em qualquer coisa que não fosse estratégia e a pista. Já Lando se mantinha tranquilo, um sorriso brincando em seus lábios.

A corrida do Grande Premio iniciou e não demorou até que as duas McLaren abrissem um tempo grande de diferença entre as outras equipes. Os dois carros pareciam dançar pela pista numa sincronia absurda. O primeiro lugar extremamente disputado numa competição entre só duas pessoas.

Lando se divertia, se quer fazia esforço, queria ver até onde Piastri iria. Vez ou outra se esforçava um pouco tentando deixar mais divertido enquanto ultrapassava o australiano, que xingava baixo em frustração.

Nas arquibancadas o público vibrava assistindo a dança dos dois sozinhos na pista. Os estrategistas boquiabertos com o desempenho mais do que esperado dos dois. Eles pareciam estar numa realidade só deles.

A corrida seguiu com os dois sedentos pela vitória. Lando ganhou, como sempre.

No pódio Lando sorria grande ocupando o primeiro lugar. Já Oscar tentava forçar um sorriso com muita dificuldade. Estava frustrado por ter perdido, e não mentiria, estava com medo de Lando não dar o que ele queria. Oscar ansiava ter Lando naquela noite.

Após passarem por toda a burocracia e mídia pós corrida, de volta ao hotel, Oscar já estava trancado no quarto, enquanto Lando se mantinha fora do radar. O campeão sumiu pouco tempo depois de descer do pódio, Oscar não fazia idéia de onde ele estava.

O australiano estava sentado na cama apenas de toalha na cintura. Tinha acabado de sair do banho. Sua cabeça a milhão por conta da corrida, seu corpo pesado por conta da tensão. O celular em suas mãos estava prestes a explodir de tanta notificação que chegava ao mesmo tempo. Ficou um tempo ali mexendo no aparelho. Não estava totalmente frustrado porque tinha consciência de que tinha ido bem, não cometeu erro algum, seguiu a linha e deu o seu melhor.

Sorriu um pouco satisfeito ao ver que o público na internet ainda vibrava impactado com a corrida. Reviu algumas partes em clipes aleatórios pelo Twitter e como sempre ficou sem palavras ao ver Lando pilotando.

E falando no outro piloto, ao que ele invade a mente de Oscar pela milésima vez naquele dia, a porta do quarto se abre e logo se fecha num baque alto. Piastri não sabia se queria lidar com Lando tirando uma com sua cara porque havia perdido a corrida. Não queria se frustrar mais ainda por ter Lando tão perto e não poder se quer encostar nele.

Mas para surpresa de Oscar, Lando assim que trancou a porta se virou e caminhou calmamente até ele, parando em sua frente. Especificamente entre suas pernas. Oscar olhou pra cima, seus olhos encontrando e se prendendo aos olhos de Lando.

Os olhos verdes brilhavam diferente ali. Um brilho de anseio, vontade de algo que demorou muito para chegar. Os olhos de Lando estavam com fome, ele estava faminto. E o cardápio do dia? Oscar Piastri por completo. Só para ele.

Lando usava uma calça jeans preta ridiculamente apertada, uma blusa da McLaren da nova coleção e ali no quarto estava descalço. Os cabelos molhados, provavelmente recém lavados. Seu cheiro forte inundava o quarto, enchendo os pulmões de Oscar. Seu cheiro favorito.

"Bela corrida, Piastri." Lando elogiou. "Que pena que não foi o suficiente." A falsa tristeza brincava nas palavras ditas pelo mais baixo. A excitação nos olhos verdes denunciava Lando. "Estive pensando esse tempo depois da corrida. Pensando se você fez por merecer. Se você foi um bom garoto." O indicador direito de Lando traçou um caminho do ombro de Oscar até o rosto, arranhando levemente o pescoço do mais alto. "Você acha que merece seu presente mesmo não ganhando a corrida?" Deu dedo brincou sobre os lábios bonitos de Oscar.

Piastri estava hipnotizado, esqueceu completamente as palavras, como falar. Suspirou com os toques de Lando e fez um esforço descomunal para soltar um simples "sim" como resposta, que claramente não foi aceito pelo mais velho. Ele ergueu as duas sobrancelhas fingindo impaciência.

"Sim, Lando. Por favor." O britânico sorriu satisfeito e acariciou os cabelos macios do mais alto.

"Certo. Eu não costumo ser compreensivo com quem não cumpre com o que fala, mas vou abrir uma exceção para você." Lando agora estava curvado, com o rosto perigosamente perto do pescoço pálido de Oscar. "Mas não se acostume." Sussurrou e deu uma leve mordida na pele alva.

Se afastou e encarou Oscar descaradamente de cima a baixo. O peitoral totalmente exposto e completamente branco, como uma tela pronta para Lando pintar sua maior obra de arte. A parte de baixo coberta apenas por uma toalha branca, já dava sinais que algo estava crescendo ali. E o rosto de Oscar. O rosto angelical de Oscar Piastri, pintado com o tom mais bonito de vermelho que Lando viu em toda sua vida, o seu favorito, os olhos perdidos e ansiosos o olhando com certa vontade e pressa, como se Norris fosse desaparecer a qualquer momento. Parecia mais um filhotinho de cachorrinho perdido. Os lábios desenhados e vermelhos pareciam gritar naquele silêncio ensurdecedor do quarto, implorando para serem beijados com necessidade.

Oscar Piastri de longe era o ser humano mais lindo que Lando Norris teve o prazer de ver. E te-lo para si ainda parecia irreal.

"Senta lá atrás, com as costas apoiadas na cabeceira." Lando ordenou e Oscar não hesitou em obedecer. O mais velho sorriu satisfeito com a obediência imediata do outro e foi até a mala que tinha em uma das poltronas ali no quarto. Revirou até achar duas gravatas perdidas ali. Caminhou de volta até a cama e foi até o lado direito. "Me dê o braço." O australiano levantou seu braço e Lando o amarrou na cama. Oscar o olhou confuso, e ele sorriu calmo. Deu a volta na cama e fez o mesmo com o outro braço.

"Lando..." Oscar chamou com a voz acidentalmente manhosa. Lando arrepiou dos pés a cabeça.

"O que, Oscar? Achou mesmo que você iria me tocar?" Negou com a cabeça rindo baixo. "Oh, Oscar... nem sempre temos o que queremos como queremos." Pensou por um instante. "Na verdade, eu sempre tenho. Inclusive estou tendo agora. Você 'tá tão lindo assim, todo vulnerável pra mim."

Oscar sentiu seu interior queimar e sua pelve formigar.

Lando caminhou pelo quarto e apagou as luzes, deixando apenas a do banheiro acesa e deixando que as luzes de fora do prédio iluminassem o resto do cômodo. O ar condicionado ligado parecia não existir. Ambos a um passo de entrar em combustão.

O piloto veterano começou a se despir devagar, mantendo o controle e contato a todo momento com os olhos ansiosos de Oscar. Retirou a blusa, revelando seu dorso de pele dourada e cintura ridiculamente marcada. A próxima peça foi a calça. Desabotoou e desceu o zíper preguiçosamente, demorando de propósito. Oscar salivava com a visão. Virou de costas para Oscar e segurou no cós da roupa, descendo pelas pernas com mínima dificuldade, se empinando enquanto tirava a peça por completo.

Agora só de boxer virou de frente novamente e Oscar pode ver a ereção de Lando completamente marcada no tecido branco e fino, uma pequena mancha já surgia no local onde a cabeça do pau de Lando descansava. Lando subiu na cama de joelhos e engatinhou até Oscar, que não conseguia desviar os olhos do corpo beijado pelo sol a sua frente.

O pau de Oscar pulsava sob a toalha pesada, clamando pela mínima atenção que fosse, qualquer toque. Lando se apoiou nos ombros marcados de Oscar e passou ambas as pernas por cima do corpo do mais alto, se sentando no colo de Piastri. Lando arfou ao sentir o tamanho de Oscar roçando em sua bunda coberta. O australiano gemeu manhoso com o contato.

Lando segurou o rosto de Oscar com as duas mãos e aproximou o seu devagar. Sua língua passeou pelos lábios avermelhados de Oscar, seus dentes morderam o local, puxando levemente para si. Piastri com fome e ansiedade não aguentou, juntou seus lábios com os de Lando o beijou necessitado, deixando o outro piloto surpreso. Norris retribuiu na mesma intensidade. O desespero de querer mais tomou conta dos dois por um breve momento.

O beijo era urgente, molhado a ponto de escorrer alguns filetes de saliva nos cantos das bocas. Estalos preenchiam o quarto em sintonia com os gemidos manhosos e arfares que ambos deixavam escapar.

Ao que o fôlego faltou, Lando, contra sua vontade, largou os lábios macios de Oscar e continuou traçando uma trilha de beijos e mordidas por todo o maxilar, pescoço e clavícula do outro. Oscar tinha sua cabeça pendida para trás, os olhos lutando para se manterem abertos e a boca entreaberta emitindo os gemidos mais lindos que Lando já escutara.

Lando tinha suas duas mãos trabalhando no corpo de Piastri, decorando sob as digitais cada mínimo centímetro ali exposto só para si. Vez ou outra suas unhas raspavam contra a epiderme pálida, a marcando com rastros vermelhos. Seu quadril rebolava contra o pau extremamente duro de Oscar. Lando estava sedento.

"Lando... Ah..." A voz de Oscar saia sôfrega. "Lando, por favor."

"Por favor o que, amor?" Nenhum dos dois percebeu o que Norris tinha falado. "O que você quer. Me diz."

"Quero v-você. Por favor."

Lando sorriu e se afastou, saindo do colo de Oscar. Puxou devagar a toalha, se certificando de que a mesma se arrastaria por toda extensão do mais alto. Ao que finalmente descobriu, jogou o tecido pesado ao chão e sua boca salivou com a visão do pau completamente duro por si, a cabeça rosinha molhada com o pré gozo perolado que saía vez ou outra.

"Caralho Oscar, você é gostoso pra cacete." Norris disse sem pensar. Oscar sorriu com o elogio. "Mas eu não quero você ainda." O sorriso de Oscar desapareceu.

Lando se sentou na frente de Oscar e o olhou.

"Ta vendo como você me deixa? Tem noção de quantas vezes eu fiquei assim por você e tive que me virar sozinho?" Disse acariciando seu próprio pau por cima do tecido molhado. Lando já havia se tocado pensando nele? Oscar estava surpreso com a confissão.

O mais baixo retirou sua cueca devagar, revelando seu pau que, para surpresa de Oscar, também não era pequeno. Ele já imaginava que não seria, na verdade. Oscar arfou sentindo sua boca encher d'água. Lando fechou os olhos e mordeu o lábio inferior na tentativa de conter um gemido ao segurar seu pau e se masturbar.

Se ajeitou a frente de Oscar, ambos agora completamente nus, e voltou ao comando da situação conectando seu olhar aos olhos castanhos famintos de Oscar. O rosto de ambos estavam avermelhados, gotículas de suor escorriam pelas têmporas de ambos. O quarto parecia uma sauna minúscula.

Lando começou a se masturbar olhando para Oscar ali amarrado, sem poder se quer se tocar também. Podia ver o pau alheio pulsar, expulsando mais do liquido perolado.

"Você não tem ideia do que eu já fiz com você na minha cabeça, Piastri. Quantas vezes eu acabei com você." Lando sorria enquanto se tocava. Oscar respirava com dificuldade, vez ou outra tentando, de forma falha, se soltar. Precisava se tocar, precisava de atenção. A imagem de Lando se masturbando bem na sua frente, só pra ele, ia ficar pra sempre na sua memória. Puta merda, como Lando Norris era perfeito. Cada mínimo detalhe nele parecia coisa de outro mundo. Lando Norris era quase celestial, se não fosse pela situação extremamente erótica e profana. O olhar de Norris queimava Oscar por completo, seu pau formigava implorando pelo mais baixo, sua mente girava e seus olhos demandavam um esforço absurdo para se manterem abertos.

Oscar tinha alguns cabelos grudados sobre a testa, o rosto pálido manchado por um vermelho intenso, os lábios inchados e molhados também banhados num vermelho extremamente pornográfico. Para Lando, Oscar Piastri era um anjo, independente do contexto. O corpo que começou a ser marcado tinha algumas manchas vermelhas que futuramente viriam a ser alguns hematomas, mordidas espalhadas por toda a pele. Lindo.

Quando se deu brevemente por satisfeito, Lando largou o próprio pau, que bateu contra sua barriga, e voltou se aproximar de Oscar engatinhando. Seus rostos a centímetros de distância.

"Você parece tão sensível aqui." Passou o indicador sobre a extensão de Oscar, que arfou. "Acho que você tem um probleminha aqui, e talvez eu consiga resolver." A ponta de seu dedo rodeou a cabeça rosinha do pau de Piastri, que gemeu manhoso. Lando estava satisfeito com o que estava causando no outro.

Sua mão envolveu o pau de Oscar com vontade, que deixou um grito rouco escapar sem querer. Estava quase explodindo.

"Não grita, Oscar." Norris advertiu. "Você não está em casa e as paredes tem ouvido." Relembrou. Sua destra subiu e desceu por toda a extensão. Os olhos de águia de Lando pegava todas as expressões de Oscar, até mesmo as quase indetectáveis. Estava se divertindo vendo ele todo entregue a si.

Enquanto masturbava Oscar, Lando iniciou uma sequência de beijos e mordidas que vinham desde o maxilar marcado do australiano e iam descendo por seu pescoço, ombros, tórax, abdômen. Vez ou outra a língua ágil de Lando brincava nos mamilos alheios, fazendo o outro piloto amarrado revirar os olhos e gemer necessitado. O quadril tentava, de maneira falha, buscar por mais contato contra a mão de Lando.

Conforme os beijos iam descendo, Lando, que estava praticamente de quatro na frente de Oscar, ia se abaixando enquanto sua bunda empinava. Piastri tremeu.

O piloto amarrado a cama fazia um esforço inexplicável para não gozar nas mãos de Lando. Não fazia ideia de que tinha tanto autocontrole. Perdeu as contas de quantas vezes gozou rápido batendo uma enquanto pensava em Lando. Ele não era precoce, longe disso, varias vezes durou mais do que o esperado. Mas era Lando, ele tinha esse efeito sobre o colega de equipe.

Os lábios macios de Lando chegaram a região pélvica de Oscar, distribuindo selares e mordidas pela região, as vezes brincando com as coxas torneadas e pálidas de Piastri. Tudo isso enquanto ainda mantinha um ritmo preguiçoso no pau alheio.

Oscar tremia sob o toque de Lando. Seu corpo em algumas partes já não respondia mais, suas mãos constantemente tentavam se soltar, seus lábios estavam em um tom carmesim pelas mordidas que recebia na tentativa falha de conter os gemidos que rasgavam suas cordas vocais. Gotas de suor escorriam pela lateral do seu rosto delicado e corado, grudando alguns poucos fios sobre a pele sensível.

Seu interior se revirava e queimava, como se estivesse em combustão. Sua mente nublada apenas pensava em uma palavra. Lando. Seus únicos pensamentos se resumiam ao piloto a sua frente e a sua vontade absurda de te-lo. Seus olhos cansados brilhavam com a cena que se desenrolava a sua frente. Em seu corpo.

Quando os lábios de Lando finalmente encontraram com o seu pau, Oscar tentou muito segurar, mas foi impossível conter o gemido exageradamente alto e manhoso que saltou teimosamente de sua garganta. Lando o olhou enquanto tinha seu pau quase encostando no fundo de sua garganta.

Oscar quase gozou ali mesmo.

Piastri queimava de vontade de agarrar os cachos de Lando. Queria ditar o ritmo, queria controla-lo.

Norris aumentou o ritmo gradativamente, vez ou outra brincando com os testículos de Oscar com as mãos, as vezes com a boca. Em alguns momentos parava apenas para dar atenção a cabeça rosinha, circulando a região com a língua devagar, sempre mantendo contato visual com Oscar. Ele lutava para manter os olhos abertos. Sua vista ficava cada vez mais embaçada, lagrimas se formavam.

"Lando, eu vou gozar." Oscar disse sôfrego e com a voz entrecortada.

"Não. Você não vai." Lando respondeu simples.

Oscar soluçou, não sabia mais o que fazer para se segurar. Não sabia nem se conseguiria. Queria muito finalmente chegar em seu ápice na boca de Lando e ver o que aconteceria caso desobedecesse o mais velho, mas ao mesmo tempo não queria decepciona-lo, de novo.

Suas mãos fechadas em punho tinham suas unhas cravadas na pele da palma da mão, quase cortando a região. Suas pernas tremiam constantemente, avisando previamente do ápice que estava por vir, mas Lando ignorou todos os sinais. Sua boca trabalhava com vontade e maestria no pau de Oscar, como se já conhecesse e tivesse com fome daquilo. Ele de fato estava faminto pelo australiano desde a primeira vez que o viu.

Sem força para verbalizar novamente, Oscar gozou contra a boca de Lando, gemendo seu nome arrastado e manhoso. Seu corpo dava espasmos na frente de Norris, que sorria satisfeito enquanto engolia todo o liquido perolado.

Doce. Oscar Piastri era doce.

Lando Norris estava viciado em Oscar Piastri.

"Oh, Osc. Sempre tão sensível." Lando passou a língua brevemente no lábio inferior de Oscar.

Se aproximou novamente do corpo trêmulo de Oscar e se posicionou em cima do mesmo, com as duas pernas em volta do quadril do mais novo. Sentou-se sobre o pau extremamente sensível de Piastri, arrancando um murmúrio sôfrego.

"Eu te disse para não vir ainda. Novamente você não obedeceu." Lando se mexeu sobre o colo dele. "Eu não gosto de homens desobedientes, Osc. Me diz, você acha que merece continuar?"

Norris segurou o queixo de Oscar e o fez olhar para si. Olhos nos olhos. Um sorriso dominante pairava nos lábios desenhados de Lando, seus olhos, pela primeira vez, indecifráveis.

"Sim, por favor." Oscar respondeu baixo, quase inaudível. "Eu imploro, Lando." Seus olhos brilhavam como diamantes chocolates. Marejados, com algumas lágrimas teimosas escorrendo pela face corada. Lando se perdeu por um breve momento, tentando guardar aquela cena em sua memória com todos os detalhes vivos.

Sorriu e então se ajeitou no colo de Oscar. Segurou seu pau e o encaixou em sua entrada. Relaxou e deixou com que seu próprio peso ditasse o ritmo em que desceria pela extensão. Tentou relaxar, mas Oscar era maior do que pensava, e do que estava acostumado. As mãos de Lando descansaram sobre os ombros de Oscar, apertando e cravando as unhas sobre a pele dele. Lando tinha a cabeça levemente pendida para o lado, mas sempre mantendo o contato visual com o australiano, que sentia sua pelve formigar.

Lando arfou ao que acomodou Oscar por completo dentro de si e esperou alguns segundos até se acostumar. Piastri sorriu pequeno, satisfeito.

Quando Lando começou a se movimentar novamente Oscar pendeu a cabeça para trás de olhos fechados, sua boca produzia os mais lindos gemidos que Lando havia escutado. Os gemidos de Oscar haviam virado sua melodia favorita. Lando aproximou sua boca do pescoço exposto e mordeu a região, marcando a pele alva com o contorno exato dos seus dentes. Procurou de forma desajeitada e urgente pelos lábios de Oscar e os juntou num beijo exigente e necessitado.

Norris subia e descia num ritmo um pouco mais rápido, gemendo contra os lábios de Piastri, sentindo o gosto salgado das lágrimas se misturar com o doce da porra de Oscar.

Oscar não sabia mais o que estava sentindo. Nem sabia que era possível ficar duro novamente em tão pouco tempo, estava extremamente sensível. Estava literalmente chorando de tesão. Estava chorando por Lando Norris em seu pau.

"Oh, Osc." Lando gemeu seu apelido rente ao seu ouvido, com a voz grave.

A destra do mais velho segurou firme nos cabelos de Oscar, na região da nuca, e o forçou a olhar pra si. Os lábios entreabertos clamando pelos lábios do britânico. Lando se aproximou e mordeu levemente o lábio inferior de Piastri, provocando um quase beijo, mas o que veio em seguida o pegou de surpresa.

Lando cuspiu em sua boca. E Oscar gostou.

Mas teve mais.

Lando acertou um tapa firme no rosto de Oscar, e ele gostou. Ele ansiou por mais.

"Você, Oscar Piastri, vai ser pra sempre minha putinha." O britânico disse e grudou seus lábios.

Oscar estava desligado, seu corpo parecia flutuar. Talvez ele, de fato, fosse isso. Ele seria qualquer coisa para Lando. Qualquer coisa que ele quisesse.

Quando Lando estava se cansando, sentindo suas pernas torneadas e bronzeadas tremerem, ele parou e desceu de cima de Oscar. O australiano o olhou confuso e insatisfeito.

"Eu vou te soltar, mas só porque você foi um bom garoto." Os olhos de Oscar brilharam mais ainda e um sorriso ansioso tomou seus lábios carmesim. Ele acabaria com Lando. Lando sentiu o olhar de Oscar queimar sobre seu corpo, e naquele momento soube que acabara de sair da posição de caçador para virar a caça.

Desamarrou o braço direito, mas Oscar não se moveu, apenas o observava. Se moveu sobre o corpo do outro até alcançar o braço esquerdo e o desamarrou. Não teve tempo de sequer raciocinar, Oscar o derrubou na cama de bruços e subiu em cima do corpo do britânico.

"Caralho, Oscar." Lando chiou, pego de surpresa.

"Que erro ter me soltado, Norris." Lando sorriu.

Oscar apertou a bunda de Lando com força e deixou um tapa forte, que marcou instantaneamente a pele bronzeada. A primeira marca de Oscar estava ali. Lando gemeu. O australiano se ajeitou sobre o mais velho, ficando de joelhos entre as pernas de Lando, e num movimento firme o fez ficar de joelhos também, mas manteve o corpo menor debruçado para baixo.

Oscar salivou com a visão de Lando em sua frente, exposto e esperando por ele. Cuspiu na entrada de Lando e pincelou seu pau algumas vezes antes de invadir o mais velho por completo. Lando afundou seu rosto no colchão e deixou que seu grito fosse abafado pelo mesmo.

"Desgraçado." Norris praguejou. Oscar sorriu satisfeito.

Começou a mover seu quadril contra o quadril de Lando, preenchendo o quarto quente com os sons das peles se chocando com necessidade. Lando tinha as duas mãos em punho segurando forte os lençóis da enorme cama. A boca entreaberta gemendo manhoso enquanto sentia centímetro por centímetro de Oscar entrar e sair de si.

Piastri deixou mais e mais tapas na bunda de Lando. A área começava a tomar um tom vivo de vermelho, as marcas da palma da mão do mais alto aos poucos se misturavam. Os dois sentiam como se estivessem em combustão.

Oscar o fodia com vontade, com toda a fome de quem desejou por meses estar ali. A mente de Lando já não funcionava mais. As mãos de Oscar estavam cravadas no quadril de Lando. O australiano assistia a bunda de Lando engolir seu pau por completo, entrava e saia de forma constante e rápida.

O mais alto parou os movimentos por um momento e o mais velho murmurou irritado. Estava quase em seu ápice, Oscar sabia disso. De alguma forma ele sabia, mas não deixaria isso acontecer, não agora.

Puxou Lando pelo braço e colou as costas dele em seu abdômen. Seu pau foi mais fundo. Norris estremeceu.

"Seja um bom garoto, Osc."

Ele estava sendo um bom garoto o tempo todo.

Seu braço direito passou pelo pescoço de Lando enquanto sua mão esquerda alcançou o pau do mais velho. E assim voltou a fode-lo. Lando teve de se apoiar como conseguia no corpo esguio de Oscar. Já não estava com muitas forças no corpo. O orgasmo próximo o deixava mole.

Ali naquela posição Lando podia sentir Oscar ir mais fundo, vez ou outra acertando sua próstata. Sua cabeça começou pesar e seu corpo formigar, seu interior contraiu contra o pau de Oscar. Estava quase.

Piastri percebeu e aumentou a intensidade dos movimentos, também sentindo seu ápice chegar pela segunda vez.

"Osc."

"Lando."

Chamaram seus nomes enquanto vinham juntos. Oscar em Lando, e Lando na mão de Oscar.

Piastri continuou dando mais algumas estocadas até sentir que havia acabado realmente e puxou o rosto de Lando, selando um beijo breve.

Lando deixou seu corpo cair novamente sobre a cama, de bruços. Ao que Oscar tirou seu pau de Lando pode visualizar sua porra escorrer pela bunda marcada de vermelho. A entrada sensível de Lando se mexia inquieta, estranhando o vazio repentino. Oscar sorriu.

Lando estava acabado. Seu corpo estremecia levemente com os espasmos do orgasmo recente. Seus olhos fechados, a respiração tentando a todo custo normalizar. O rosto extremamente corado.

Oscar se debruçou por cima do corpo deitado e selou os lábios nos cabelos bagunçados e levemente suados antes de sair da cama.

Lando se quer notou, sua mente nublada não o permitia pensar em nada. Seu corpo parecia estar nas nuvens. Talvez fosse efeito Oscar Piastri.

Oscar foi até o banheiro e abriu a torneira da banheira, preparando um banho para ele e Lando. Voltou para o quarto com uma toalha umedecida com água e passou de forma cuidadosa pelo corpo de Lando, que já estava mais relaxado.

"Você consegue ir ou prefere que eu te leve?" Oscar perguntou baixo. Lando não respondeu, sua respiração mais calma denunciava seu quase estado dormente. Piastri o pegou com cuidado nos braços e seguiu para o banheiro. Em seu colo Lando ressonava baixinho, se aninhando.

Verificou a temperatura da água e quando sentiu boa o suficiente adentrou com Lando, o aconchegando em seu corpo. O limpou por completo e o deixou na banheira por mais alguns minutos.

Se secou e foi para o quarto, limpou a sujeira da cama da forma que podia e arrumou a cama ao lado de forma confortável para ambos dormirem.

Retornou ao banheiro e ajudou Lando a sair da banheira e se secar. Ele estava mole e sonolento. O cansaço da corrida havia batido forte.

No quarto, ambos colocaram suas roupas intimas e Oscar puxou Lando para dormirem juntos. Lando não negou. Se aninhou contra Oscar e deixou que o sono o levasse.

Oscar demorou a pegar no sono, apesar do cansaço. Sua mente reviveu cada segundo daquela noite. Dormiu com um sorriso enorme no rosto e uma satisfação absurda tomando conta de seu corpo.