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Ayla mordia os lábios a ponto de arrancar pequenos pedaços de pele, dedos batucavam na mesa em sua frente. Sentia o tesão pela namorada provocativa à quilômetros de distância por aquelas mensagens definitivamente inapropriadas para se receber no horário de trabalho, qual faltava no mínimo uma hora para que estivesse finalmente livre. Sentia o calor entre suas pernas aumentar, tal como a pulsação inquietante, ao olhar a foto em preto e branco da bunda enorme da sua mulher, tapada por uma maldita mini-saia, dando só um pequeno vislumbre do que há em baixo.
“Você quer tentar advinhar qual eu estou usando agora, amor?”
Não precisava desperdiçar seu tempo. Era claramente a calcinha de renda rosa, com lacinhos, que a deu de presente de aniversário de namoro em uma viagem. Tinha um sutiã rosinha quase transparente de conjunto, e uma meia calça branca extremamente delicada até o início das coxas. Ela não iria mandar mais do que aquela foto, a não ser que quisesse vê-la demitida por justa causa depois de ficar tanto tempo no celular. Mas podia imaginar, podia imaginar tão perfeitamente aquelas pernas perfeitas, grossas, tapadas pelo tecido fino até os joelhos, então a calcinha molhada sufocando aquela buceta gostosa, só servindo para deixar aquela bunda ainda mais apetitosa. O sutiã ressaltando aqueles seios grandes, marcados pelos seus lábios, prontos para receber mais dos seus chupões e mordidas. A cintura impecável, barriga lisa com um piercing tão atraente, um pescoço perfeito para seus lábios e mãos, o rosto angelical se contorcendo, lábios cheios de gloss, cheiro de morango, pronta para ser devorada por inteiro. Porra, suas pernas já estavam cruzadas só de pensar, seus olhos já turvos de tanto pensar na gostosa que estava lhe esperando em casa, mas precisava trabalhar.
Queria que ela sentasse na sua cara, rebolando com aquela calcinha em cima do seu rosto, sufocando com toda aquela abundância. Arredar aquela peça fininha para o lado e comer aquela bucetinha com a sua língua até ela ter um orgasmo bem gostoso, se contorcendo toda em cima do seu corpo, grunhindo igual a maníaca sexual que ela é. Fazê-la chorar de tanto gozar na mesma noite, deixar aquela cama toda molhada com o suco delicioso da sua namorada, socar seus dedos nela enquanto suga o clitóris dolorido pós ápice, ver ela esperneando enquanto tenta manter aquele corpo hiper sensível no lugar.
Seus pensamentos eram diversos, podres, completamente fora da casinha, enquanto isso precisava manter o sorriso e sua fala perfeitamente normais, ignorar sua vontade absurda de atravessar aquele celular e chegar logo até a sua esposa safada e carente. Era tortura, e ela sabia muito bem como ficava perante aquelas provocações absurdas dela. Não só sabia, como amava o resultado.
Os minutos se passaram como horas, e quando saiu, nunca foi tão rápido para a sua casa. Chegando em casa, sabia que ela estaria no quarto, e não tarda em trancar a porta e ir em sua direção, absolutamente faminta.
Nunca seria capaz de errar quando se tratava da sua mulher. Ela estava deitada, de pernas abertas, com o exato conjunto que imaginou, uma saia rosa e choker de renda branca em sua garganta inclusos, os longos cabelos loiros espalhados pelos travesseiros, mais linda do que qualquer coisa que já havia visto. Como amava a cor rosa. Mas ela não parece interessada em lhe passar a dominância quando ela vem em sua direção, puxando seu corpo para a cama, deitando-a da mesma forma que ela estava. Que recepção. Ela tira a calça jeans apertada do seu corpo junto de tudo que usava em seus membros inferiores, colocando aqueles lábios habilidosos em seu clitóris sem mais, segurando suas coxas com força, fazendo que gritasse por ela. Tão cheia de tesão, arranca as roupas de seu torso, puxando aqueles cabelos até que ela lhe largasse, o que lhe agrada e causa dor ao mesmo tempo. Não queria saber de sentir nada quando podia fazê-la sentir as melhores sensações em suas mãos.
— Senta em mim, amor.
Ela sorri, sorri aquele sorriso gostoso e satisfeito, tirando a saia e colocando aquele corpo enorme no seu rosto inteiro, rebolando. Porra, sente sua buceta pulsar ainda mais, o ar se esvaindo enquanto é tomada pelo cheiro da excitação da sua mulher misturado com seus óleos corporais. Ela fica tempo o suficiente apenas para deixa-la mais excitada, quase sem fôlego, se inclinando sobre o seu corpo e lambendo sua vagina.
Agarra os glúteos tão perto do seu rosto, puxando e batendo, enquanto ela geme com os lábios bem ocupados. Puxa aquele lindo presente para o lado, a bucetinha encharcada pulsando, esperando por si. Lambe ela inteira, e ela quase salta em reação. Começa a sugar aquele botãozinho com volúpia, e ela rebola na sua boca, clamando por mais. Leva dois dedos até aquele buraco pulsante, empurrando com facilidade, socando fundo nela, na direção da parede do clitóris que continua estimulando. Ela geme loucamente, quase gozando, mas parece preferir fazer isso de outro jeito quando vira de frente para si, sentando em sua boca com muito mais precisão, se esfregando com força e rápido na sua língua, segurando seus cabelos para cavalgar em seu rosto ao seu modo e olhando bem em seus olhos enquanto faz isso, louca de prazer, gemendo alto quando os choques do orgasmo começam a atingir seu corpo, se afastando da sua língua, se contorcendo, então puxa ela para baixo, segurando as coxas com força e mexendo seu rosto em todas as direções, prolongando aquele orgasmo até ela grunhir e choromingar de tesão, sensível como nunca, corpo inquieto, quase prensando sua cabeça entre aquelas coxas enormes.
Joga ela para o lado, subindo em seu corpo cansado, beijando os lábios que ainda produziam sons, compartilhando o gosto uma da outra com luxúria. Aperta os seios fartos por cima do sutiã, mas puxa eles para baixo quando separa seus lábios dos dela, descendo beijos até a região e tomando um deles em sua boca, sugando o biquinho rosado com força, mordiscando levemente, lambendo rapidamente de baixo para cima, marcando o redor com chupões, repetindo o mesmo no outro lado, usando os dedos no que acabou de sensibilizar. Em pouco tempo, ela já estremecia em baixo de seu corpo, querendo mais. Não tarda em satisfazer a sua deusa, descendo beijos molhados até o ventre, usando os dedos para provocar, separando os lábios e entrando devagar, estocando algumas vezes antes de abandona-la para tirar a calcinha e meia-calça, àquela altura, só prejudicando a linda pele de porcelana da sua Mel como um tecido naturalmente áspero. Ela sorri com sua atenção, abrindo mais as suas pernas para que se acomodasse entre elas, e assim o faz, voltando seus lábios ao clitóris novamente sensível e os dedos até a entrada bem lubrificada. Ela mantém ambas as mãos em seus cabelos, àquela altura, totalmente desgrenhados, mas não dita seus movimentos, apenas os acariciando. Gemia baixinho de início, rebolando em busca daquele tesão, mas não demora muito para voltar ao mesmo ímpeto de antes. Impaciente, louca para proporcionar apenas prazer para sua princesa, leva sua mão livre até a própria buceta, dedando rápido e desajeitada em si mesma, mas sendo o suficiente para acalmar o fogo que sente por ela. Começa a grunhir contra aquela buceta quando ela começa a puxa-la com força pelos cabelos, forçando que a devorasse propriamente, e se sente tão próxima de gozar quanto ela, ambas trêmulas, ofegantes. Seu orgasmo chega como uma explosão, ela gritando mais vezes, se contorcendo inteira em sua boca, enquanto apenas grunhe, trêmula, braços vacilando, se afastando do corpo da namorada para se deitar ao seu lado, satisfeita.
— Ayla.
— Fala, minha linda.
Ela estava uma bagunça, cabelos espalhados pelo edredom, seus lábios avermelhados perfeitos abertos, peito inquieto, mas certamente, aquilo só ressaltava como ela era o ser vivo mais lindo que já viu.
— Quantas fotos da minha bunda eu tenho que te mandar pra você me comer assim toda vez?
Ri baixo, mas se sentindo quase ofendida pela pergunta.
— Nenhuma. É só você me pedir. — Se aproxima do rostinho bonito, beijando os lábios sutilmente. — Sabe que sou louca por ti até nos seus pijaminhas de senhora.
— Não são de senhora!
Aquele beiço de um quilômetro era o seu charme quando não gostava de algo. Ayla não sabia reagir, sempre escolhendo apenas apreciar ou se render. Naquele momento, escolheria apenas ignorar.
— Eu te amo. Você é perfeita.
— Hm, eu também te amo, gatinha.
